DINAMICAS

DINÂMICAS CELEBRATIVAS

 
 

25- MEU MUNDO INTERIOR

Participantes: todos

Tempo: 45 minutos.

Objetivos: Reflexão interior

Material: papel e lápis suficiente para todos os participantes.

Descrição: • Todos devem fazer silêncio total.

• A sala deve estar apenas com a claridade de velas.

• Os participantes podem baixar a cabeça e fechar os olhos, ou cada qual pode ficar da maneira que se sentirem mais a vontade, devem concentrar-se, entrando no clima da dinâmica, esquecendo de tudo, por alguns momentos, deixarem a mente totalmente limpa. Ê importante lembrar aos participantes, que não devem ficar tentando imaginar o que será feito nesta dinâmica, eles apenas devem manter a concentração em tudo o que o condutor da dinâmica estiver falando.

• Após o ambiente estar em condições ideais, e todos já estiverem prontos, aí então, começa-se dinâmica.

• Começamos fazendo com que os participantes mentalmente criem um painel (da maneira que imaginarem), posterior a isto, vão pensar na família (Pai, Mãe, Irmãos enfim todos aqueles que convivem em seu lar) e tirar uma fotografia (mental) e colocar no painel, vão pensar em amigos, inimigos, namorado(a), enfim as coisas mais importantes da sua vida, fará um retrato mental e colocará no painel, sendo que o retrato mais importante virá por último (Cada um irá imaginar Jesus Cristo a sua maneira e o colocará no centro do painel) o condutor da dinâmica, com a luz do Espírito Santo, acrescentará com mais palavras e colocações.

• Com todos no painel, cada um pensará como é a convivência com todas essas pessoas, sabem agradecer, sabem pedir perdão, sabem perdoar, sabem reconhecer os erros, enfim como são as suas atitudes, e principalmente como é a sua convivência com Deus. (o condutor da dinâmica, também com a luz do Espírito Santo, acrescentará com mais palavras e colocações).

• Após todos estarem refletindo sobre suas vidas, o condutor diz aos participantes: imaginem agora seu cotidiano, sinta-se no seu trabalho, nos seus estudos, com a sociedade. Imaginem-se em seu dia-a-dia. Conforme passam-se os dias, você começa a sentir sintomas estranhos em seu organismo, mas a princípio não liga. O tempo vai passando e os sintomas vão aumentando, e por fim decide ir ao médico. Começa-se então uma série de exames, e terminados os mesmos você fica a aguardar. Até que chega o dia de ir ap consultório ver o resultado (Neste momento quem estiver a conduzir, vai dizer a todos para que imaginem entrando no consultório vendo a face do médico constrangida) e eis que o mesmo não é dos mais satisfatórios, você descobre que está com uma doença rara,, e infelizmente não tem cura, e para piorar você tem apenas 2 (duas) semanas de vida.”

• E agora?

• E seus pais? seus irmãos? seus amigos? E aquelas pessoas que te magoaram e as que também tu magoaste, e que talvez por um orgulho não deste o perdão. E Jesus? O que fizeste para Deus em sua vida. Será que fez tudo o que ele lhe pediu ?
Meu Deus, e agora ?

O condutor da dinâmica,começa então a citar coisas que geralmente acontecem no dia a dia.

Ele diz: Você que algumas vezes reclamava da vida, agora se encontra com apenas duas semanas de vida. Quantas vezes você reclamou que sua vida era monótona, e agora você se vê cheio de vontade de viver. Quantas não foram as vezes que você reclamou de sua casa, de suas roupas, de todas as suas coisas, e quantas não foram as vezes que você chegou em casa, e sua mãe com todo o amor e carinho havia preparado a refeição, e você olhava para a comida, em sem se importar com os sentimentos de sua mãe você reclamava. Quantas vezes seu pai lhe deu conselhos, para o seu próprio bem, e você não aceitou, fez tudo errado, e seu pai e sua mãe ficaram tristes e magoados, porque o ama. E seus irmãos, aqueles com quem você vive brigando, xingando, e agora? Como fazer para dizer-lhes que no fundo, você os ama?

E seus amigos, você agiu realmente como amigo deles. E aquelas pessoas que você magoou, ou que te magoaram? Você gostaria de reconciliar-se? E o mais importante, Deus, você não tem o que acertar com Deus? Você deu a Deus a chance de participar de sua vida? E agora? Será que dá tempo de concertar todos esses desacertos em sua vida? O condutor pode acrescentar mais situações e ações.

• No final (após um grande período de reflexão) pede-se para mentalizarem o painel novamente, olhar cada pessoa ali colocada e principalmente a Jesus. Pede-se também para todos refletirem o quanto é bom viver e que hoje nós não temos duas semanas mas uma vida inteira pela frente, se pisamos na bola várias vezes, porque então não começamos hoje mesmo a mudar isso? Pois temos saúde, e uma vida, louvemos a Deus por isso,…

• Após esta forte reflexão faz-se então grande oração pedindo a presença de Jesus e do Espírito Santo. Detalhe: o condutor terminará esta dinâmica da maneira que quiser, mas o importante é que toque fundo no coração das pessoas e que as faça refletir.


 

24- MEU DEUS, E AGORA ?

Participantes: todos

Tempo: 45 minutos.

Objetivos: Reflexão interior

Descrição: O condutor da dinâmica, começa então a citar coisas que geralmente acontecem no dia a dia.

O condutor pede para que cada um reflita em cada colocação ele irá fazer. Que cada um vá imaginado um painel e colocando ali todas as pessoas e os fatos.

O condutor diz: Você que algumas vezes reclamava da vida, agora se encontra com apenas duas semanas de vida. Quantas vezes você reclamou que sua vida era monótona, e agora você se vê cheio de vontade de viver. Quantas não foram as vezes que você reclamou de sua casa, de suas roupas, de todas as suas coisas, e quantas não foram as vezes que você chegou em casa, e sua mãe com todo o amor e carinho havia preparado a refeição, e você olhava para a comida, em sem se importar com os sentimentos de sua mãe você reclamava. Quantas vezes seu pai lhe deu conselhos, para o seu próprio bem, e você não aceitou, fez tudo errado, e seu pai e sua mãe ficaram tristes e magoados, porque o ama.

E seus irmãos, aqueles com quem você vive brigando, xingando, e agora? Como fazer para dizer-lhes que no fundo, você os ama?

E seus amigos, você agiu realmente como amigo deles. E aquelas pessoas que você magoou, ou que te magoaram? Você gostaria de reconciliar-se? E o mais importante, Deus, você não tem o que acertar com Deus? Você deu a Deus a chance de participar de sua vida? E agora? Será que dá tempo de concertar todos esses desacertos em sua vida?

O condutor pode acrescentar mais situações e acões.

- No final (após um grande período de reflexão) pede-se para mentalizarem o painel novamente, olhar cada pessoa ali colocada e principalmente a Jesus. Pede-se também para todos refletirem o quanto é bom viver e que hoje nós não temos duas semanas mas uma vida inteira pela frente, se pisamos na bola várias vezes, porque então não começamos hoje mesmo a mudar isso? Pois temos saúde, e uma vida, louvemos a Deus por isso,…

- Após esta forte reflexão faz-se então grande oração pedindo a presença de Jesus e do Espírito Santo. Detalhe: o condutor terminará esta dinâmica da maneira que quiser, mas o importante é que toque fundo no coração das pessoas e que as faça refletir.


 

23- CARTA A SI PRÓPRIO

Objetivo: Levantamento de expectativas individuais, compromisso consigo próprio, percepção de si, auto-conhecimento, sensibilização, reflexão, auto-motivação, absorção teórica.

Material: Envelope, papel e caneta.

Como Fazer:

1) Individualmente, cada integrante escreve uma carta a si próprio, como se estivesse escrevendo a seu(sua) melhor amigo(a).
2) Dentre os assuntos, abordar: como se sente no momento, o que espera do grupo, como espera estar pessoal e profissionalmente daqui a 30 dias.
3) Destinar o envelope a si próprio (nome e endereço completo para remessa).
4) O facilitador recolhe os envelopes endereçados, cola-os perante o grupo e, após 45 dias aproximadamente, remete ao integrante (via correio).


 

22- REZANDO IMAGENS

Objetivos: Rezar a realidade como tal e a realidade de cada um.

Ambiente: De preferência a capela ou um lugar que ajude o recolhimento.

Como Fazer:
1. Espalhar muitas figuras, fotografias, paisagens, da realidade social, política e religiosa da juventude;
2. Momento de silêncio para todos visualizarem esta realidade;
3. Escolher uma destas imagens e fazer uns minutos de silêncio refletindo sobre a questão: o que esta imagem significa para mim??
4. Em grupos de três pessoas fazer a partilha em forma de reflexão e terminar com uma oração.
5. Fazer a partilha, em plenário, num clima de oração e perdão.
6. Terminar com um canto, ou uma oração comum.


 

21- A VIDA NO EVANGELHO DE SÃO JOÃO

Motivação:
– Refletir e rezar sobre o valor da vida;
– Perceber como Deus ama e quer muita vida para todos (Jo 10,10)
– Sentir como o pão dá a vida, quando é partilhado;
– Querer relações de justiça entre pessoas, classes, povos, para que ninguém fique à margem da vida (Jo 10,15)

Introdução:
– Apresentação: Nome – Procedência – Por que veio? (Criar ambiente de grupo e de confiança mútua)
– Levar os Jovens a desejaram momentos fortes de diálogo com Deus e de confronto com a sua Palavra. Escutar a resposta de Deus. Sentir a importância do momento que está vivendo.
– O que é mesmo um retiro? Diferenciá-lo de um simples encontro. Clima de silêncio. Ambiente físico favorável. Propostas de caminhada para os dois dias: programação geral do retiro.

Textos Bíblicos:
O cego de nascença (Jo 9,1-41);
Samaritana (Jo 4,1-42);
Nicodemos (Jo 3,1-21);
Bom Pastor (Jo 10,1-21)
Multiplicação dos Pães (Jo 6,1-13 e 35-65)

Desenvolvimento:
Convém dar uma breve explicação do texto de Jo 9,1-41: quem pecou – dia e a noite – Siloé – Sábado – a Sinagoga, etc

Identificar:
– Cegueiras e conflitos pessoais, na família, no grupo, na comunidade (reflexão pessoal, escrever).
– Iluminação e confronto dessa realidade com o episódio evangélico “O cego de nascença” (em grupos pequenos: preparar um roteiro, atitudes dos discípulos de Cristo, do cego, dos pais, dos fariseus).
– Partilha no grande grupo – oração

Reflexão:
O Cego de Nascença vive seu problema pessoal de forma resignada e acomodada. É acusado por Jesus. Toma consciência do que se passa e de sua identidade: “Sou eu mesmo”. De repente se vê metido num conflito com os fariseus que ameaçam expulsá-lo da sinagoga (comunidade). Tenta fugir do conflito: permanecer cego teria sido até mais fácil. Os pais, de medo, dão jeito de cair fora. O cego vê-se desafiado a se posicionar: ao lado de Jesus, o que lhe traz riscos e perseguições; ou ao lado dos fariseus, que permanecem na cegueira e condenam Jesus. Finalmente assume a fé em Jesus Cristo e dá um corajoso testemunho que lhe vale a expulsão. Embora perseguido, sente-se livre para uma nova dimensão de vida.

Identificar Conflitos Sociais:
– Situações de cegueira, que geram miséria, fome, desemprego, marginalização e morte de grandes grupos sociais. Identificá-los.
– Retomada do texto bíblico (cego de nascença). Leitura dialogada, para maior compreensão.


 

20- COMO ORAR 

Material: Folhas e lápis para cada participante; Bíblias.

Como Fazer:
1. Divida a turma em grupos.
2. Faça folhas e tire cópias do texto em preto abaixo.
3. As respostas sublinhadas são apenas para te ajudar.
4. Dê um tempo para cada grupo ler, responder e conversar sobre cada parte.
5. Depois junte todos, ouça as respostas e faça comentários.

Perguntas:

Como devemos orar?
Mateus 6:5-13
– Não com orações repetidas, mas com orações do coração

O que compõe a oração que Jesus ensinou? O que quer dizer cada parte?
– Pai nosso que estás no céu, santificado seja o teu nome;
Adoramos a Deus
– Venha o teu reino, faça-se a tua vontade, assim na terra como no céu;
Submetemo-nos à Sua vontade
– O pão nosso de cada dia nos dá hoje
Pedimos por nossas necessidades básicas, por coisas materiais que garantam a nossa viva.
– E perdoa-nos as nossas dívidas, assim como nós temos perdoado aos nossos devedores.
Perdão, salvação
– E não nos deixes cair em tentação; mas livra-nos do mal
Pedimos que nos guie, ajude, oriente; por libertação e proteção
– Pois teu é o reino, o poder, e a glória para sempre.
Constatação de que Ele é o Senhor e adoração.

Como conseguir o que pedimos em oração?
Mateus 7: 7-11
a) Mateus 13:58 – Com
b) Lucas 11:5-13 e Lucas 18: 1-7 – Pedir (ou pedindo) em oração
c) Tiago 4:3 – Pedindo com motivos puros – sem más intenções
d) Tiago 5: 16-18 – Seja uma pessoa justa, correta
d) IJo 5:14 – Procure conhecer a vontade de Deus


 

19- LUZ VERSUS MEDO

Material: Uma vela para cada participante, fósforo ou isqueiro e 2 balões.

Como Fazer:
1. Encha os dois balões e deixe escondidos.
2. Você vai precisar de um ajudante para estourá-los no momento combinado, sem que os outros saibam.
3. A sala precisa estar completamente escura.
4. Conduza os participantes a fazerem silêncio e diminuírem a agitação. Quando a sala estiver quieta, o ajudante estoura o balão.
5. Acenda uma vela, mostre a causa do barulho e pergunte quem se assustou e porque.
6. Direcione a conversa para o valor da luz, pois quando estamos nas trevas até mesmo uma coisa simples como um balão estourando nos assusta.
7. Compare com Jesus ser a luz da nossa vida.
8. Chame a atenção dos participantes para a iluminação; quem está em destaque, quem está no escuro, se todos podem ver uns aos outros bem.
9. Converse se no mundo é assim; como as pessoas vêem a presença de cada um dos participantes; como o falar sobre Jesus e a salvação é como ter uma vela acessa.
10. Comece a falar sobre a importância de haver mais luzes acesas (Jesus).
11. Dê a cada um uma vela e a acenda com a sua; fale de como espalhar o evangelho.
12. Assim que a sala estiver toda iluminada, estoure o outro balão.
13. Converse sobre a diferença no susto – maior ou menor que quando estava escuro, e o quanto a luz de Jesus nos afasta e nos ajuda a lidar com medo e sustos da vida.


 

18- PALAVRA QUE TRANSFORMA 

Objetivos: Fazer o grupo refletir de que forma assimilamos a PALAVRA DE DEUS em nossas vidas.

Material: Uma bolinha de isopor, um giz, um vidrinho de remédio vazio, uma esponja e uma vasilha com água.

Descrição:
1. Se explica que a água é a Palavra de Deus e que o objeto somos nós.
2. Depois se coloca a água na vasilha, e alguém mergulha o isopor.
3. Após ver o que ocorre com o isopor, mergulhar o giz, depois o vidro de remédio e por último a esponja.
Explicar que a água é a Palavra de Deus e os objetos somos nós.

Como Fazer:
1. Dê um objeto para cada pessoa.
2. Colocar primeiro a bolinha de isopor na água.
Refletir: o isopor não afunda e nem absorve a água.
a) Como nós absorvemos a Palavra de Deus?
b) Somos também impermeáveis?
3. Mergulhar o giz na água.
Refletir: o giz retém a água só para si, sem repartir.
a) E nós?
4. Encher de água o vidrinho de remédio. Despejar toda toda a água que ele se encheu.
Refletir : o vidrinho tinha água só para passar para os outros, mas sem guardar nada para si mesmo.
a) E nós ?
5. Mergulhar a esponja e espremer a água.
Refletir: a esponja absorve bem a água e mesmo espremendo ela continua molhada.

Iluminação Bíblica:
Is 40,8 ; Mt 7,24 ; 2Tm 3,16


 

17- CARTA DE DESPEDIDA 

Objetivos: Avaliar o momento concreto que esta sendo vivido pelo grupo através da verbalização das emoções.

Material: Papel e caneta para cada um.

Como Fazer:
1- Cada participante escreverá numa folha uma carta de despedida do grupo.
2- Nessa carta, deve comentar:
a) o como está se sentindo em relação ao grupo,
b) o que estava sendo o mais importante,
c) se estava gostando ou não,
d) do que não estava gostando,
e) se vai sentir saudade… por quê?
3- O que mais quiser acrescentar.
4- Depois, as cartas são lidas em voz alta, pela própria pessoa que escreveu ou então, trocando-se os leitores.
5- Lidas todas as cartas, pode-se conversar sobre o rumo que se deve dar ao grupo para resolver o problema que se está enfrentando.


 

16- ORAÇÃO

Leitura Bíblica: Romanos 8:26-27

Material: Bíblias para as crianças.

Como Fazer:
1. Ler em voz alta o texto de Romanos 8:26-27
2. Então peça às crianças que contem momentos em que tiveram dificuldades em saber como (ou o que) orar.
3. Divida o grupo em duplas.
4. Diga a elas que esta passagem nos ajuda a entender que nós sempre podemos orar, mesmo que não saibamos o que dizer.
5. Peça então que cada um diga a sua dupla alguma coisa que o está preocupando.
6. Quem ouviu, então, coloca esta preocupação numa oração (pode ser apenas uma frase – ex.: se o primeiro disse que tem uma prova difícil na escola, o segundo pode orar algo como “Querido Deus, ajude o João a entender o que ele está estudando, e lhe dê calma no momento da prova. Amém”).
7. Depois invertem-se os papéis.
8. Quando as duplas terminaram de orar, pergunte como se sentiram, se acharam fácil orar assim, o que eles podem fazer quando estão inseguros sobre que palavras usar e como orar, etc..
9. Encerre com oração – cada um do grupo deve orar por alguma outra pessoa – pode ser do próprio grupo ou outros conhecidos, família, etc..
10. Você também pode pedir que cada um escreva seu nome e uma preocupação num papel. Depois as crianças sorteiam entre si os papéis e durante a semana devem orar pela pessoa e preocupação cujo nome está no papel.


 

15- QUAIS AS SUAS EXPECTATIVAS NESTE RETIRO?

Duração: Em duas partes – no início de um retiro uns 20 minutos e no encerramento do retiro outros 10 minutos.

Material: Bolas de aniversário e canetas de retro-projetor.

Como Fazer:
1. Conversar rapidamente com o grupo, sem deixar que comentem demais:

- Vocês sabem o tema do nosso retiro?

- Já olharam a programação dos estudos e atividades?

- O que acharam? O que vocês mais gostaram?

- Como vocês se sentiram quando foram convidados para este encontro?

- O que vocês acham que vai acontecer?

- O que vocês gostariam que acontecesse? etc…
2. Ir distribuindo as bolas e pedir que encham e amarrem.
3. Cada um deve escrever sobre a bola, com caneta para retro-projetor uma frase ou palavra que expresse suas expectativas sobre o encontro – o que quer / espera?
4. A medida em que acabam de escrever, levantam-se e brincam entre si com as bolas, sem deixar que estourem.
5. Mande que cada um pegue uma das bolas, qualquer uma, e formem grupos de acordo com a cor.
6. Leiam o que está no balão e conversem rapidamente entre si.
7. Voltar a formar um círculo com todas as pessoas e fazer uma oração, intercedendo pelo encontro e pelas expectativas comentadas.
8. Pendurar os balões num local visível e deixá-los até o fim do encontro.
9. No encerramento do retiro, cada um pega um balão qualquer, e lê para todo o grupo, e diz se na sua opinião aquela expectativa se cumpriu e como.
10. Aproveite para anotar as sugestões!


 

14- CEGOS, SURDOS E MUDOS

Ps.: Ter mural da realidade coberto por um lençol

1.Introdução: Diante de mais um dia da criação que se inicia vamos nos colocar diante da SS. Trindade em nome do Pai…. Cantar o Salmo 51 (50)

2.Recordando o 2º momento da celebração: Temos o anti-gênesis – A desgraça! E nós muitas vezes agimos como: Cegos, Surdos e Mudos, diante dessa situação. Por isso vamos fazer a experiência de Servos: cegos, surdos e mudos – fechando os olhos e ficando em silêncio – vamos tapar completamente os ouvidos. Contamos até 20 bem devagar e destapamos apenas o ouvido.

3- Ouvir o Evangelho – Mc 7,31-35 (em 2 vozes): Procurando perceber o que Jesus diz e faz e nos colocando no lugar do surdo-mudo.

4- De olho Fechados: dizer o que nos impede de vermos a realidade. (deixar colocarem)

5-Ainda sem enxergar: Vamos acompanhar a leitura do Evangelho – nos colocando no lugar de Bartimeu e procurando perceber o que Jesus realiza!

Ler em 4 vozes Mc 10,46-52.

Meditar a música (enquanto isso tirar o lençol da realidade) no final abrir os olhos.

6- Como recém-curado da cegueira vemos só o que é bonito. O que de bonito vemos na Criação (deixar colocar)

7- Com um olhar atento veremos mais coisas – Outra realidade existindo paralelamente. Demos uma volta pelo mundo da realidade (mural)  e destaquemos o que vimos em uma palavra (ter papel e pincel para por  palavra)

8-Temos uma corda (com pregadores e ter um desfiado no meio).

De que lado vai arrebentar?? (Do lado mais fraco) Pede para que 2 pessoas segurem a corda e que o negativo da Realidade (palavras) sejam colocadas na corda – com breve colocação)

9- As curas que Jesus fazia Reintegrava na sociedade e levava o curado a servir. Como Recém-curados: da Surdez, da Mudez, e da Cegueira – vamos nos colocar a Serviço do Reino: colocando o nosso ser em abertura e oferecimento para que aproveitemos este encontro – denunciando a realidade de miséria que nos cerca.

Canto Final.


 

13- CELEBRAÇÃO DA LUZ

Material Necessário: Bíblia, velas para cada participante e um menora ou Círio Pascal. A sala onde se realiza a celebração deve poder escurecer-se completamente. No centro da sala ou um lugar de destaque, coloca-se o menora ou o Círio. Para a leitura e comentário, definir um Celebrante, Leitor 1 e Leitor 2.

Introdução: (A ser em sala separada): divide-se a Assembléia em 6 pequenos grupos. Cada grupo corresponde a um dia da Criação. Cada participante, identificando-se com um determinado dia da Criação, tentará vivenciar ao máximo, a “Sua” criação, o seu nascimento e aparecimento no mundo e no universo. Por exemplo, se no primeiro dia Deus criou a terra, os participantes do grupo 01 procurarão fazer parte da maravilha que é ser Céu ou Terra, etc. Do mesmo modo quando for lido o texto do anti-gênese. O dia da criação representarão os dias de nossa história.

Ambientação: A sala deverá estar escura e acessa somente a vela  central do menora (ou Círio), as outras velas vão  se acendendo (ou apagando) conforme a leitura do Gênesis ou Anti-Gênesis. Cada participante deverá estar já na sala com uma vela na mão (apagada) e ciente do número do dia.

Celebrante: Iniciemos nossa celebração, manifestando que Deus é comunidade e nos reúne en Nome do Pai, do Filho e Do Espírito Santo. Cada um de nós representa um dia da Criação. Mergulhemo-nos nesta maravilhosa realidade de sermos criados no amor de Deus. Á medida em que forem lidos os dias da criação, as pessoas do Nº do dia mencionado aproximar-se-ão do Círio acesso  e ascenderão as velas, em sinal de presença do amor e da luz de Deus em sua vida,  será ascesa também uma vela, a primeira de menora.

Leitor 01 – Gn 1,1 a 2,4 (leitura pausada, devagar, fazendo uma parada depois de cada dia da criação, permitindo que as pessoas ascendam as suas velas. (Depois da Leitura, quando todos já tiverem com as suas velas ascesas, pedir-se-á aos participantes que partilhem o que significou, para eles o dia da Criação que vivenciaram.

Rito da Escuridão:

Celebrante: O amor de Deus, na criação, é podado e sufocado pelo egoísmo do Homem. É  a história do pecado na história dos homens e na nossa história. Vamos agora representar a participação de cada pessoa, na ruptura com o plano de Deus, do mesmo modo que representamos o dia da Criação. Agora tentaremos vivenciar um dia da destruição. Mergulhemos nesta realidade de pecado que destrói e sufoca o amor de Deus. A medida em que forem lidos os dias do anti-Gênese, as pessoas do nº do dia mencionado apagarão as suas velas, em sinal de ruptura com Deus e com os outros homens. Serão as trevas do egoísmo entrando na nossa história e na nossa vida.

Leitura do Texto do Anti-Gênese

Leitor 2: Perto do Fim dos tempos, o homem quis viver só, longe do Deus que o criou. Assumiu-se como absoluto e senhor de toda a terra. A terra era bela e fértil, a luz brilhava nas montanhas e nos mares. A terra estava cheia de vida, o azul do céu resplandecia e o ar  era puro.

Disse então o homem: Dividamos então o céu e a terra… que alguns homens possuam todo o poder sobre o céu e outros sobre a terra. Que a ganância de possuir mais dê origem a discórdia e lutas fratricidas, e assim o sangue humano seja derramado sobre a terra. E assim foi. Foi a Primeira Noite antes do Fim. (o grupo do 1º dia  apaga as velas).

O Homem disse: Tomemos o céu que ele seja cinzento, cheio de fumaças e gases venenosos e que o ar seja poluído. Lancemos nele foguetes, aviões, “Scuds”e bombas “inteligêntes”. E assim se fez. O homem achou que assim era melhor. As pessoas começam a levar mascáras anti-gases. Foi a Segunda Noite, antes do fim ( O grupo do 2º dia apaga as luzes ou seja velas).

O Homem Disse: Que as águas sobre a face da terra se encham de navios de produtos químicos e de lixo das cidades. Que naveguem, nas águas, no fundo dos oceanos, submarinhos atômicos, capazes de poluir e destruir povos sobre a terra. E o homem afirmou: Acabamos com o verde das florestas. Coloquemos no seu lugar plantas que deêm mais lucro, prédios que acumulem riquezas e asfalto, para que não nasçam mais plantas. E assim se fez. Os homens ficaram encantados com o “avanço” conquistado. Foi a Terceira Noite antes do Fim. ( O grupo do 3º dia apaga suas velas).

O Homem Disse: Não nos importemos mais com o sol, com as estrelas e que a Luz perca o seu encanto. Façamos nós mesmos os nossos luzeiros, e que sejam coloridos, para que brilhem nas noites de nossas cidades. E que as bombas sejam lançadas ao céu, para fazer o mesmo clarão das noites de tempestade. E assim se fez.

O homem abafou o encanto da lua e das estrelas e, no seu lugar, colocou satélites espiões. O homem viu tudo o que tinha feito e ficou orgulhoso de sua façanha. Foi a Quarta noite antes do Fim. (o Grupo do 4º dia apaga sua vela)

O Homem disse: Tomemos todos os peixes das águas e os animais das florestas. Que a pesca seja permitida em todos os tempos, por esporte, necessidade ou crueldade. Joguemos petróleo e veneno no mar, para que assim os peixes morram envenenados e as praias fiquem mal cheirosas e poluídas. E disse ainda mais: criemos um esporte entre os homens, para que possamos matar as aves do céu, e que seja o vencedor aquele que mais aves conseguir matar ou abater. E assim se fez. O homem viu que assim era melhor, foi a Quinta Noite Antes do Fim.

Disse o Homem: cacemos à vontade, os animais da floresta, façamos tapetes, calçados e roupas com a sua pele. E aqueles que ainda sobrarem, serão trancados, domesticados, sirvam de lazer e experiências de laboratório. E por fim gritou sem pudor: façamos um grande deus á nossa e semelhança. Que ele abençõe tudo o que nós fizemos, esteja a serviço de nossas ideologias e projetos, sirva de acomodação para homens, tomando várias formas na vida das pessoas. Que cada um possua seu próprio deus, seja o deus do lucro e da ganância, da técnica, do poder ou do prazer. Que estes deuses dominem o homem e o façam cada vez mais egoísta. E assim foi. Foi a Sexta Noite, Antes do Fim.

Na Sétima noite, o homem ficou só, cansado e vazio. Não havia nada sobre a face da terra. Um frio e um tremor o envolveram por toda parte. Só havia, ódio, discórdia e morte. No meio daquela solidão, quase infinita, caiu a peste. Foi o Fim do homem. Veio então a ventania ensurdecedora, arrastando o nada que havia ficado. Uma escuridão espantosa tomou conta de tudo. Era o caos! (pausa) … Depois, muito depois se fez um silêncio encantador, uma brisa suave começava a passar… era o  Espírito de Deus pairando novamente sobre a terra!

Silêncio para meditação

O celebrante faz algum comentário. Em seguida, motiva as pessoas a pedirem perdão, a partir do anti-gênese que vivenciaram. Dá-se um tempo para que cada um possa expressar, orando, o que sente.

Celebrante: Nosso Deus é um Deus rico em misericórdia e bondade. Ele perdoa os nossos pecados. Escutemos a palavra de Deus.

Leitor 01: Is 9,1-6

O Celebrante faz comentário sobre a leitura, ressaltando o amor de Deus. Entoa-se um canto e, a medida que vão cantando, alguém se aproxima do Círio, que ficou acesso, acende a sua vela e vai passando a outros.

A morte só se vence com a solidariedade daqueles que são capazes de ser luz e passar a outros a mesma luz.

Finaliza-se rezando, abraçado, a oração do Pai Nosso.


 

12- A VIDA NO EVANGELHO DE SÃO JOÃO

Motivação:

- Refletir e rezar sobre o valor da vida;

- Perceber como Deus ama e quer muita vida para todos (Jo 10,10)

- Sentir como o pão dá a vida, quando é partilhado (CF85);

- Querer relações de justiça entre pessoas, classes, povos, para que ninguém fique à margem da vida (Jo 10,15)

Introdução:

- Apresentação: Nome – Procedência – por que veio? (Criar ambiente de grupo e de confiança mútua)

- Levar os Jovens a desejaram momentos fortes de diálogo com Deus e de confronto com a sua Palavra. Escutar a resposta de Deus. Sentir a importância do momento que está vivendo.

- O que é mesmo um retiro? Diferenciá-lo de um simples encontro. Clima de silêncio. Ambiente físico favorável. Propostas de caminhada para os dois dias: programação geral do retiro.

Textos Bíblicos:

O cego de nascença (Jo 9,1-41);

Samaritana (Jo 4,1-42);

Nicodemos (Jo 3,1-21);

Bom Pastor (Jo 10,1-21)

Multiplicação dos Pães (Jo 6,1-13 e 35-65)

Desenvolvimento: Convém dar uma breve explicação do texto de Jo 9,1-41: quem pecou – dia e a noite – Siloé – Sábado – a Sinagoga, etc

1º Identificar:

- Cegueiras e conflitos pessoais, na família, no grupo, na comunidade (reflexão pessoal, escrever).

- Iluminação e confronto dessa realidade com o episódio evangélico “O cego de nascença” (em grupos pequenos: preparar um roteiro, atitudes dos discípulos de Cristo, do cego, dos pais, dos fariseus).

- Partilha no grande grupo – oração

Reflexão:

O Cego de Nascença vive seu problema pessoal de forma resignada e acomodada. É acusado por Jesus. Toma consciência do que se passa e de sua identidade: “Sou eu mesmo”. De repente se vê metido num conflito com os fariseus que ameaçam expulsá-lo da sinagoga (comunidade). Tenta fugir do conflito: permanecer cego teria sido até mais fácil. Os pais, de medo, dão jeito de cair fora. O cego vê-se desafiado a se posicionar: ao lado de Jesus, o que lhe traz riscos e perseguições; ou ao lado dos fariseus, que permanecem na cegueira e condenam Jesus. Finalmente assume a  fé em Jesus Cristo e dá um corajoso testemunho que lhe vale a explusão. Embora perseguido, sente-se livre para uma nova dimensão de vida.

2º – Identificar conflitos sociais:

- Situações de cegueira, que geram miséria, fome, desemprego, marginalização e morte de grandes grupos sociais. Identificá-los.

- retomada do texto bíblico (cego de nascença). Leitura dialogada, para maior compreensão 


 

11- A CRIAÇÃO

“O homem é criado para louvar, reverenciar e servir a Deus.” (Santo Inácio de Loyola)

A criação não é algo acabado, mas processo contínuo.

A criação descrita em Gênesis 1 não é algo do passado, mas é o grande sonho e projeto de vida do nosso Deus.

Prever uma grande roda de papel (simbolizando o mundo) e canetinhas.

Prever músicas e/ou salmos que falam da criação.

Primeiro passo: “Refazer a Criação”

1-     Convidar os presentes a ajudar a “refazer a criação”:

-         que todos participem, na medida do possível;

-         participem, não racionalizando, mas vivendo o que se passa.

2-     Começar a narrar o texto da criação (Gn 1):

-         enquanto isso, os participantes escrevem, desenham na roda de papel.

-         Quer-se visualizar aspectos importantes da criação.

-         Criou o céu… escrever ou desenhar estrelas, lua, sol…

-         Criou a terra… desenhá-la.

-         Água – escrever de que gosto na água, que animais…

-         Plantas – de quais gosto (frutas, do mato…)

-         Animais – domésticos, selvagens… Desenhar ou colocar nomes.

·        Colocar músicas que falam da criação ou rezar salmos.

·        Pôr no papel realidades que ressaltem o amor criador de Deus.

Segundo passo: A criação é processual

3-     Somos co-criadores:

-         colocar o que foi criado ao longo da história pela inteligência humana.

Terceiro passo: Criou o Homem e a Mulher

4-     Cria o homem e a mulher: todos põem o seu nome nesta grande roda da vida.

-         o nome é minha vida, história;

-         fomos “criados à imagem e semelhança de Deus”: O que diz isso para nós?

Quarto passo: Aparece o Tentador

5-     Alguém se faz de Adão e Eva: (somos todos nós). Ou…

6-     Um grupo se faz de Adão e outro grupo se faz de Eva:

-         sentam-se sobre a roda da vida e agradecem por tudo, com suas palavras;

-         expressam livremente o que experimentam diante da criação.

7-     Vai tentando Adão e Eva. Resistem por um bom tempo…

-         porém, não resistem ao Tentador e se deixam levar.

Quinto passo: Começaram a ter vergonha

8-     Outro se faz de Deus e vem ao encontro dos dois…

-         O que diz?

Sexto passo: Tirar proveito para a missão

10- Refletir alguns aspectos importantes (pode ser em grupos):

-         Qual o entido verdadeiro da criação para os cristãos?

-         De que forma a criação “do passado” é o grande projeto de vida para os homens?

-         Quem é a serpente? Quem é o tentador? O que é o pecado?

-         Por que o homem peca?

Propiciar uma oração de todos juntos: agradecendo. Louvando, pedindo… comprometendo-se 

“Perguntei à terra, ao mar, à profundezas e, entre os animais, às criaturas que rastejam. Perguntei aos ventos que sopram e aos seres que o mar encerra. Perguntei aos céus, ao sol, à lua e às estrelas e a todas as criaturas à volta da minha carne: Minha pergunta era o olhar que eu lhes lançava. Sua resposta era a tua beleza.” (Santo Agostinho)


 

10- A OVELHA E O PASTOR

Em nossas vidas somos conduzidos e ajudamos a conduzir.

Esta dinâmica visa ajudar a tomar consciência destas nossa vocação.

Vivemos nesta tensão que é salutar: evangelizamos e somos evangelizados.

Não existe atitude neutra: ou interferimos positiva ou negativamente.

Primeiro passo: Clarear os passos

1-     Convidar os participantes a formar duplas, ficando um ao lado do outro.

2-     A dupla define quem deles será a ovelha e quem ser’o pastor:

-         A ovelha fecha livremente os seus olhos e é conduzida pelo pastor.

-         O pastor – olhos abertos – toma a ovelha pelas mãos, ombro… e a conduz

-         Enquanto isso, estar atento aos sentimentos que xperimenta:

-         Como ovelha: enquanto é conduzida – o que sente? (medo, confiança…).

-         Como pastor: enquanto conduz- o que sente? (responsabilidade, medo…)

Segundo passo: Caminhando

3-     As duplas (pastor e ovelha) vão caminhando por diversos caminhos. Deixar um tempo.

4-     Depois, o assessor convida a mudar:

-         quem era a ovelha se torna agora pastor;

-         quem era pastor se torna agora ovelha.

5-     E a dinâmica continua. Deixar um tempo.

Terceiro passo: Partilha

6-     Dar um sinal de parada e as duplas voltam à sala, partilhando a experiência feita.

7-     Favorecer um pequeno plenário:

-         como foi a experiência? O que sentiram como ovelha e como pastor?

-         Na vida diária, quem nos conduz? Onde devemos nos deixar conduzir mais?

-         O que esta dinâmica tem haver com as nossa vida, em nossa missão?

-         Onde esta realidade aparece na Palavra de Deus (Bíblia)?

“Não podemos ser amigos de todos, mas podemos tratar a todos fraternalmente. E esta fraternidade fará surgir novas amizades. Sem fraternidade não há amizades autênticas.” (Segundo Galilea)


 

09- ORAÇÃO DAS SEMENTES

Objetivo: Motivar os participantes de uma reunião ou encontro para o bom aproveitamento do mesmo.

 

Material:  

-             Sementes na quantidade suficiente para todos os participantes (um pouco para cada um)

-             Uma lata de areia

-             Uma lata de galhos (espinhos e folhas)

-             Uma lata de terra

 

Desenvolvimento: Estabelecer um trajeto para uma pequena caminhada. Neste percurso espalhar os diversos terrenos citados na leitura de Marcos 4,2-9. Distribuir um pouco de sementes para cada participante e sair caminhando lentamente ouvindo a leitura feita de maneira bem pausada. De acordo com a leitura os participantes deverão ao passar por cada terreno deixar um pouco das suas sementes. Ao chegar ao ponto final, no último terreno conclui-se a leitura e antes que os participantes depositem suas sementes lê-se um texto com a explicação do sentido que se quer dar a leitura de acordo com a ocasião. Para o curso de dinâmicas foi elaborado este texto: “muitos jovens foram para Brodwski participar do curso de dinâmicas da P.J. . Dentre eles, alguns passaram pelo curso, mas não estavam lá para aprender novas dinâmicas, voltarão para suas comunidades da mesma maneira como quando saíram. Alguns participaram do curso com alegria e entusiasmo, porém não conseguiram desenvolver criatividade, chegando às suas comunidades não souberam como aplicar e adaptar as dinâmicas ã sua realidade. Outros participaram do curso com intensidade fizeram mil planos, voltarão para as suas comunidades e começarão logo a aplicar as dinâmicas, porém as dificuldades e oposições fizeram que aos poucos abandonassem seus planos. Outros porém fizeram o corso aproveitando-o ao máximo, participaram, anotaram, vivenciaram as dinâmicas. Chegando às suas comunidades usaram de criatividade, adaptaram as dinâmicas à realidades de seus grupos enfrentaram todas as dificuldades e de quarenta dinâmicas fizeram sessenta, outros oitenta e outros até cem.”

Lido o texto convida-se os participantes a colocarem suas sementes na terra (último terreno) enquanto isto pode-se cantar o canto “Cio da Terra”.

 

Comentários: Esta dinâmica quando realizada em grupos pequenos, pode-se colocar os terrenos próximos uns dos outros, com o grupo ao redor, abolindo-se assim a caminhada

 


 

08- ORAÇÃO: NOVO SOL

Objetivo: Motivar a participação para uma oração dinâmica e criativa, conhecer e assumir os valores cristãos.

Materiais: 1 pedaço de papel recortado em forma de sol com 1 m de diâmetro; 1 vela grande

Desenvolvimento: Coloca-se o papel em forma de sol no centro da sala e o grupo senta-se ao redor dele. O animador faz uma interiorização e logo após coloca uma vela grande no centro do sol (acesa) simbolizando Jesus Cristo. Em seguida, lê-se a letra do canto “Un Nuevo Sol” depois, um de cada vez, escreve no sol uma palavra um valor que o canto apresenta. Logo após ler o texto de João 1, 1 – 14. Terminada a leitura do texto, convidar a todos para fazer suas preces espontâneas tendo presente que Jesus Cristo é a luz que Deus deseja felicidade para todos. Concluindo-se as preces; Canta-se o canto “Un Nuevo Sol”


 

07- A VIDA PROVÊM DE DEUS

Objetivo: Valorizar a vida lembrando que ela tem sempre sua origem em Deus.

Material:  

- uma vela grande

- velas pequenas(uma para cada participante)

- ambiente silencioso, escuro ou penumbra

Desenvolvimento:  

Convida-se os participantes a ficarem ao redor ou próximos da vela grande acesa. Todos devem Ter em uma das mãos uma vela pequena apagada. O animador faz uma pequena          reflexão sobre a vida, podemos usar essas palavras: ”fiquemos um momento em silêncio e vamos refletir sobre a vida, os momentos tristes, os momentos alegres, tudo aquilo que construímos, e tudo aquilo que deixamos de fazer.

Vamos lembrar dos nossos sonhos e das nossas desilusões.

Coloquemos nossa mão(direita) sobre nosso coração… Vamos sentir as suas mãos batidas…

É a vida que pulsa dentro de nós e que por si só tem valor, por que nos foi dada por Deus.”

O animador convida a todos para ascenderem, um a um, suas velas na vela grande pra simbolizar que a nossa vida(vela pequena) provém de Deus(vela grande).

Quando todas as velas estiverem acesas todos rezam junto esta oração:

Ó Deus, fonte de vida! Pela ressurreição de Jesus tu nos conduzes das trevas a claridade da tua luz, da morte para a vida, da escravidão para a liberdade. Santifica-nos pelo teu espírito para que possamos nos dedicar toda a nossa vida a ti, como fez Jesus Cristo teu filho, nosso senhor. Amém

O Deus fonte da luz afastastes de nos toda a escuridão e fique conosco, agora e para sempre. Amém.

Comentários: Esta oração pode ser usada para a conclusão de reuniões que tem como tema a questão da vida frente a ameaça da morte. Exemplo: aborto, eutanásia, pena de morte, etc.


 

06- SENTINDO O OUTRO

Objetivo: Sentir e trabalhar o corpo do outro e ser sentido e trabalhado pelo outro.

Materiais: Música de fundo tranqüila

Desenvolvimento: O animador explica o que é um oleiro (pessoa que faz artefatos de barro) e o carinho com que ele maneja o barro, moldando-o e dando as mais variadas formas ao barro.

Dividindo o grupo em duplas (já poderá estar dividido) orienta que agora um será o barro e o outro o oleiro (depois inverte-se), orienta também que o oleiro deverá trabalhar o barro moldando-o com tranqüilidade e criando com ele uma imagem.

Enquanto se desenvolve a dinâmica é importante uma música de fundo tranqüila.

Depois de prontas as duas “peças” o grupo poderá se reunir e conversar sobre por exemplo:

-                  O que foi mais fácil ser, “oleiro” ou o “barro”.

-                  O que sentiu enquanto manejava o “barro”.

-                  Como se sentiu sendo o “barro”.

Comentários: Esta dinâmica pode ser usada nos assuntos de afetividade e sexualidade, trabalhando preconceito de contato corporal.

 


 

05- REFLETINDO A VIA SACRA

Objetivo: Momento de oração pessoal refletindo o sofrimento de Jesus.

Materiais:  

-             quadros ou desenhos da Via Sacra

-             tiras de papel com as estações (1 estação em cada tira e uma tira para cada participante).

-             Música de fundo que facilite a reflexão

Desenvolvimento: Reúne-se os participantes no ambiente preparado (onde estiverem os quadros), convida-os para refletirem sua vida, sua caminhada de jovem comparando com o sofrimento de Jesus, retratando a Via Sacra. Feito o convite cada um recebe ou pega uma tira de papel com a  sua estação, e caminhando pelo ambiente começa a sua reflexão até encontrar a estação marcada na sua tira, onde observando o quadro deverá concluir sua reflexão. Durante todo o momento de reflexão, deverá haver uma música de fundo facilitando assim a mesma. Esta música poderá ser usada também para definir o período de reflexão, quando a música terminar todos retornam para o encerramento.

Comentários: O encerramento pode ser feito de várias formas; por exemplo com um canto, uma partilha das reflexões, uma oração, outra dinâmica, dependendo da sua situação em que ela for usada, ex.: reunião, encontro, retiro, etc.

Estações:

1a: Jesus é condenado a morte.

2a: Jesus carrega a cruz às costas.

3a: Jesus cai pela primeira vez.

4a: Jesus se encontra com a sua mãe.

5a: Simão de Sirene ajuda Jesus a carregar a cruz.

6a: Verônica enxuga o rosto de Jesus.

7a: Jesus cai pela segunda vez.

8a: Jesus consola as mulheres de Jerusalém.

9a: Jesus cai pela terceira vez.

10a: Jesus é despojado de suas vestes.

11a: Jesus é pregado na cruz.

12a: Jesus morre na cruz.

13a: Jesus é descido da cruz.

14a: Jesus é enterrado.

15a: Jesus ressuscitou para a vida plena.


 

04- ORAÇÃO DEUS  PRESENTE NA NATUREZA

Objetivo: Motivar a oração contemplando DEUS em sua criação

Desenvolvimento: O animador convida os participantes para andarem por um local ao ar livre, campo, jardim, etc. Todos devem andar observando a natureza em todos os seus elementos, terra, ar, água, plantas, insetos, etc. E tentarem sentir a presença de DEUS nestes elementos. Depois de algum tempo de observação o animador reúne  todo o grupo para encerrar a oração com o Cântico das Criaturas.

OBS: A oração pode começar com a leitura do livro dos Gênesis sobre a Criação.

 

Comentários: Esta dinâmica pode ser usada em orações de encerramentos de reuniões que tratam do tema Ecologia ou relacionados. Também pode ser usada em encontros ou retiros como oração da manhã.

 


 

03- RECORDANDO A VIDA

Objetivo: Criar um momento agradável para recordar a vida do grupo, um encontro,  etc.

Material: fita com músicas suaves

Desenvolvimento: O animador convida o grupo para recordar o momento passado ao grupo ao som da música sai andando e o animador vai dizendo um texto. (no curso de dinâmicas foi usado este texto: “vamos iniciar andando pela sala, olhando para o chão que nós pisamos durante estes três dias, e vamos recordando os momentos que passamos juntos, as dinâmicas que vivenciamos, as orações que fizemos, as gargalhadas, enfim todos os momentos. Foram três dias conhecendo novos amigos, partilhando a nossa fé, aprendendo, ensinando, sendo companheiro dos outros jovens, comprometendo-se mais ainda como os cristãos. Compromisso que se transforma sempre com a alegria dos jovens. Jovens que estão sempre em festa, festa como este nosso curso, que não poderia terminar diferente se não com um presente, que talvez não seja para gente…”).

 

Comentários: Ao final do texto a dinâmica pode ser concluída de diversas maneiras: um abraço da paz, as mãos dadas para uma oração, etc. De acordo com o conteúdo do texto e o objetivo da dinâmica. 


 

02- DINÂMICA DA FLOR

Objetivo: Transmitir uma mensagem de forma criativa.

Materiais: pratos com água (de acordo com o número de participantes); papel dobradura, cortados em forma de flor

Desenvolvimento: Reunir os participantes em torno de uma mesa ou sentados no chão em forma de círculo, tendo a sua frente um prato com água. Distribuir a todos a flor dobrada e dar uma explicação de acordo com a situação em que a dinâmica for usada (mensagem, felicitação, encorajamento, etc). Podem ser usadas as seguintes palavras “recebemos flores em diversas oportunidades, elas sempre nos trazem emoções, alegria, são portadoras de sentimento que alguém quer nos expressar. Vamos colocar nossas flores na água e descobrir o que elas querem nos dizer”. Todos colocam sua flor no prato com água e aguardam a sua abertura para ler o seu conteúdo.

(Obs.: As flores devem ser colocadas na água com as pétalas voltadas para cima).

Comentários: Esta dinâmica pode ser usada como oração, no final ou início de uma reunião e pode ser complementada com um canto ou uma poesia, de acordo com a situação ou mensagem que se quer transmitir.


 

01- ORAÇÃO DE ANIVERSÁRIO

Objetivo: Fazer com que todos rezem manifestando seus desejos e pedidos a Deus.

Material: 1 vela de aniversário

Desenvolvimento: O animador motiva o grupo para que cada um faça sua oração. Pode-se dar a seguinte explicação: em um aniversário antes de apagar as velinhas fazemos o nosso pedido, nosso desejo. Hoje por ser um dia importante para nós cada um deve apresentar seu pedido em forma de uma prece e em seguida soprar simbolicamente a velinha mesmo apagada.

O animador passa a vela e cada um faz sua prece e assopra a velinha.

Comentários: Esta dinâmica pode ser usada em um momento de oração no aniversário do grupo, na comemoração de alguma realização importante, etc.

 

36- PERFUME – ROSA E POMBA

Objetivo: celebração penitencial e compromisso.

Material: não há material, usar a imaginação.

Desenvolvimento: o grupo deve estar em círculo.

Colocados imaginariamente sobre a mesa. Estão o perfume, a rosa e a bomba.

Um dos participantes pega inicialmente o vidro de perfume, faz o que quiser com ele e passa para o colega do lado. Faz-se o mesmo com a rosa e por último com a bomba.

Palavra de Deus: Mt 7, 7-12 Sl 101


 

35- A VELA E O BARBANTE

Participantes: 7 a 15 pessoas

Tempo Estimado: 20 minutos

Material: uma Bíblia, barbante, velas para todos os integrantes e mais uma para ser colocada no centro do grupo.

Descrição: Todos deverem estar na forma de um círculo, e no centro do círculo, numa mesa, coloca-se a Bíblia, junto com uma vela acesa. A Bíblia deve estar amarrada com o barbante, e este, deve ter sobra suficiente para amarrar as velas de todos. Cada pessoa, com uma vela vai ao centro do círculo, passa o barbante em volta de sua vela, acendendo-a, e em seguida, entrega à ponta do barbante para outra pessoa, que circulará sua vela, também acendendo-a, e assim sucessivamente. Quando todos estiverem enlaçados pelo barbante, lê-se a passagem do Evangelho de João, capítulo 8, versículo 12 – “Eu sou a luz do mundo, quem me segue não andará nas trevas, mas possuirá a luz da vida”. Ao final, todos partilham o sentido da dinâmica, tentando relacioná-la com o texto bíblico proposto.


 

34- A VELA E COPO

Participantes: Indefinido.

Tempo Estimado: 10 minutos.

Material: Uma vela, fósforos e um copo de vidro transparente.

Descrição: Colocar uma vela sobre a mesa e acende-la cuidadosamente. Deixar que se queime por alguns segundos.

Em seguida, pegar um como transparente e, cuidadosamente e lentamente, colocar sobre a vela. Aos poucos, ela se apagará.

Deixá-la assim e pedir que as pessoas falem o que sentiram ou observaram, quando viram a experiência.


 

33- CRISTO NO IRMÃO

Participantes: Indefinido.

Tempo Estimado: 20 minutos.

Material: Uma cruz com o Cristo em destaque, em um tamanho onde de para definir claramente as partes do corpo do Cristo.

Descrição: O animador pede para que o pessoal forme uma fila ou circulo, onde cada um fique do lado do outro.

O animador motiva as pessoas dizendo:

Agora vocês vão beijar no Cristo à parte que vocês acham que ele mais fala com você, à parte que ele mais demonstrou seu amor para com você.

OBS: Não se pode repetir o local onde o outro já beijou.

O animador passa o Cristo de um em um, até que todos o tenha beijado.

Após todos terem beijado o animador pergunta: qual o principal mandamento que Jesus nos deixou? (Amar a Deus sobre todas as coisas e ao irmão com a ti mesmo).

O animador faz o desfecho da história dizendo: Então à parte que vocês beijaram no Cristo, vocês irão beijar no irmão do lado.

Obs: Caso alguém não queria beijar, mostre a ele quem está de frente com ele é Jesus Cristo.

Mensagem: Cristo na pessoa do meu irmão.


 

32- ESPELHO

Participantes: 10 a 20 pessoas

Tempo Estimado: 30 minutos

Material: Um espelho escondido dentro de uma caixa, de modo que ao abri-la o integrante veja seu próprio reflexo.

Descrição: O coordenador motiva o grupo: “Cada um pense em alguém que lhe seja de grande significado. Uma pessoa muito importante para você, a quem gostaria de dedicar a maior atenção em todos os momentos, alguém que você ama de verdade… com quem estabeleceu íntima comunhão… que merece todo seu cuidado, com quem está sintonizado permanentemente… Entre em contato com esta pessoa, com os motivos que a tornam tão amada por você, que fazem dela o grande sentido da sua vida…” Deve ser criado um ambiente que propicie momentos individuais de reflexão, inclusive com o auxílio de alguma música de meditação. Após estes momentos de reflexão, o coordenador deve continuar: “… Agora vocês vão encontrar-se aqui, frente a frente com esta pessoa que é o grande significado de sua vida”.Em seguida, o coordenador orienta para que os integrantes se dirijam ao local onde está a caixa (um por vez). Todos devem olhar o conteúdo e voltar silenciosamente para seu lugar, continuando a reflexão sem se comunicar com os demais. Finalmente é aberto o debate para que todos partilhem seus sentimentos, suas reflexões e conclusões sobre esta pessoa tão especial. É importante debater sobre os objetivos da dinâmica.


 

31- PALAVRA ILUMINADA

Participantes: 7 a 15 pessoas

Tempo Estimado: Indefinido

Material: Uma vela e trechos selecionados da Bíblia que tratem do assunto a ser debatido.

Observação: Para grupos cujos integrantes já se conhecem, a parte relativa à apresentação pode ser eliminada da dinâmica.

Descrição: A iluminação do ambiente deve ser serena de modo a predominar a luz da vela, que simboliza Cristo iluminando os nossos gestos e palavras. Os participantes devem estar sentados em círculo de modo que todos possam ver a todos. O coordenador deve ler o trecho bíblico inicial e comentá-lo, sendo que a pessoa a sua esquerda deve segurar a vela. Após o comentário do trecho, a pessoa que estava segurando a vela passa a mesma para o vizinho da esquerda e se apresenta ao grupo. Em seguida esta pessoa realiza a leitura de outro trecho da bíblia indicado pelo coordenador e faz seus comentários sobre o trecho. Este processo se realiza sucessivamente até que o coordenador venha a segurar a vela e se apresentar ao grupo. Então, o coordenador lê uma última passagem bíblica que resuma todo o conteúdo abordado nas passagens anteriores. Após a leitura desta passagem, os integrantes do grupo devem buscar a opinião do grupo como um todo, baseado nos depoimentos individuais, sobre o tema abordado. Quando o consenso é alcançado apaga-se à vela. Por último pode-se comentar a importância da Luz (Cristo) em todos os atos de nossas vidas.


 

30- SALMO DA VIDA

Participantes: 10 a 20 pessoas

Tempo Estimado: 45 minutos

Material: Lápis e papel para os integrantes.

Descrição: Cada integrante deve escrever a história de sua vida, destacando os acontecimentos marcantes. O coordenador deve alertar o grupo de que experiências de dor e sofrimento podem ser vistas como formas de crescimento e não simples acontecimentos negativos. Em seguida, os integrantes devem se perguntar qual foi à experiência de Deus que fizeram a partir dos acontecimentos descritos ou no decorrer de suas vidas. Depois devem escrever o salmo da vida, da sua vida, uma oração de louvor, agradecimento, pedido de perdão e/ou clamor. O desenvolvimento dos salmos deve-se realizar em um ambiente de paz e reflexão. Então, os integrantes devem ser divididos em subgrupos de três ou quatro pessoas onde cada integrante deve partilhar sua oração. Depois o grupo é reunido e quem quiser pode apresentar sua oração ao grupo. Por último é realizado um debate sobre os objetivos da dinâmica e a experiência que a mesma trouxe para os integrantes. Algumas questões que podem ser abordadas: Como se sentiu recordando o passado? O que mais chamou a atenção? Qual foi a reação para com acontecimentos tristes? Como tem sido a experiência com Deus? Qual a importância Dele em nossas vidas? Pode-se ainda comparar os salmos redigidos com os salmos bíblicos.


 

29- SEMEANDO A AMIZADE

Participantes: 7 a 15 pessoas

Tempo Estimado: 30 minutos

Material: Três vasos, espinhos, pedras, flores e grãos de feijão.

Descrição: Antes da execução da dinâmica, deve-se realizar a leitura do Evangelho de São Mateus, capítulo 13, versículos de 1 a 9. Os espinhos, as pedras e as flores devem estar colocados cada qual em um vaso diferente. Os vasos devem estar colocados em um local visível a todos os integrantes. Nesta dinâmica, cada vaso representa um coração, enquanto que grãos de feijão, representam as sementes descritas na leitura preliminar. Então, cada integrante deve semear um vaso, que simboliza uma pessoa que deseje ajudar, devendo explicar o porquê de sua decisão. Pode-se definir que as pessoas citadas sejam outros integrantes ou qualquer pessoa. Além disso, se o tempo permitir, pode-se utilizar mais que uma semente por integrante.


 

28- SENTINDO O ESPÍRITO SANTO

Participantes: indefinido.

Tempo Estimado: 15 minutos.

Material: Uvas ou balas .

Descrição: O coordenador deve falar um pouco do Espírito Santo para o grupo. Depois o coordenador da dinâmica deve mostrar o cacho de uva e perguntar a cada um como ele acha que esta o sabor destas uvas.

Obviamente alguns irão descordar a respeito do sabor destas uvas, como: acho que esta doce, que esta azeda, que esta suculenta etc.

Após todos terem respondido o coordenador entrega uma uva para cada um comer. Então o coordenador deve repetir a pergunta (como esta o sabor desta uva?).

Mensagem: Só saberemos o sabor do Espírito Santo se provarmos e deixarmos agir em nos.


 

27- SER IGREJA

Participantes: Indefinido.

Tempo Estimado: 10 a 15 minutos.

Material: Uma folha em branco para cada um.

Descrição: Entregar uma folha de papel ofício para os participantes.

Pedir para todos ao mesmo tempo, movimentar as folhas e observar; todos unidos formarão uma sintonia alegre, onde essa sintonia significa nossa caminhada na catequese, e quando iniciam alguma atividade estaremos alegres e com isso teremos coragem de enfrentar tudo, quando catequizar é nossa salvação.

Mas no decorrer do tempo, as dificuldades aumentaram, ficamos desmotivados por causa das fofocas, reclamações, atritos etc. Com isso surgem as dificuldades, os descontentamentos.

Juntos vamos amassar a nossa folha para que não rasque, e voltaremos a movimentar a folha movimente todos juntos, verificando que não existe a sintonia alegre, agora só resta silêncio.

Pegaremos essa folha, colocando-a no centro da mão e fechando a mão, torcendo o centro da folha, formará uma flor.

Essa flor será nossa motivação, nossa alegria daqui pra frente dentro da catequese.

Comentário: É um convite para uma esperança, para que assumamos a responsabilidade de realizar a vida. Todos nós apenas uma parcela pessoal e social, nessa construção de uma humanidade nova? Cheia de esperança e realizações. (leitura  MC 3, 31 – 35).


 

26- O BARCO

Participantes: Indefinido.

Tempo Estimado: 10 a 15 minutos.

Material: Uma folha em branco para cada um.

Descrição: Somos chamados por Deus à vida, e esta nossa vida nós podemos representar como um barco que navega em alto mar. (fazer o barco de papel).

Há momentos da nossa vida que este mar se mostra calmo, mas em muitos momentos nós navegamos por entre tempestades que quase nos leva à naufragar. Para não corrermos o risco de naufragar precisamos equilibrar bem o peso de nosso barco, e para isso vejamos o que pode estar pesando dentro desse barco.

O barco pesa do lado direito. São as influências do mundo. Ex: Ambição, drogas, televisão, inveja, etc.

Vamos tirar de dentro do nosso barco tudo isso para que ele se equilibre novamente. (Cortar a ponta do lado direito do barco)

Navegamos mais um pouco e de repente percebemos que o outro agora é que está pesado, precisamos tirar mais alguma coisa deste barco. Deste lado do barco está pesando: Egoísmo, infidelidade, impaciência, desamor, falta de oração, etc. (Cortar a ponta do lado esquerdo do barco)

Percebemos agora que existe uma parte do barco que aponta prá cima, é a nossa fé em Jesus que nós queremos ter sempre dentro do nosso barco, esta nossa fé nós vamos guardar e cuidar com carinho para nos sustentar na nossa jornada. (Cortar a ponta de cima do barco e colocar em algum lugar visível)

Vamos abrir este nosso barco e ver como ficou (Abrindo parece uma camisa)

Está é a camisa do Cristão, somos atletas de Cristo, e como bom atleta que somos temos que usar muito essa camisa para que nosso time sempre vença (colocar alguma coisa sobre o nosso dever de ser cristão)

Depois de suarmos esta camisa, nós podemos ter certeza disto (Abrir a camisa e mostrar a cruz sinal da certeza da nossa Salvação)

Só conseguiremos esta salvação se assumir-mos a proposta de Cristo (Olhando através da cruz podemos ver nosso próximo e entender suas necessidades)

Como vamos nos manter firmes nesta caminhada de cristão não deixando que nosso barco afunde. Temos que nos alimentar, e aqui está o único e verdadeiro alimento para nossa alma, que nos faz fortes e perseverantes (Esta pontinha do barco que guardamos – mostrar e perguntar o que é, resposta: eucaristia – está é a certeza que Jesus estará sempre dentro do nosso barco para enfrentar conosco qualquer tempestade).

Obs.: Os quatro pedaços de papel que retiramos da ponta do barco são os remos. Nós usamos dois remos e os outros dois remos são de Jesus que está sempre em toda nossa caminhada nos ajudando.

(leitura  Mt 8, 23 – 27

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~ por qualasuavocacao em 12 de março de 2010.

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