Apostila Temática dos Despertares e Retiros Vocacionais

•31 de julho de 2011 • Deixe um comentário

Apostila Temática dos Despertares e Retiros Vocacionais

“Vinde após mim e vos farei pescadores de homens” (Mt 4,19)

- instrumento de trabalho -

(material original da Diocese de São José dos Campos – SP)

APRESENTAÇÃO

É com muito carinho que apresentamos a apostila que contém o roteiro dos encontros vocacionais da Congregação dos Padres do Sagrado Coração de Jesus. Foi um trabalho intenso, mas muito frutuoso. A atualização dos nossos encontros faz-se necessária para o trabalho vocacional ser eficaz e eficiente.

Os nossos jovens, sujeitos número 1 do processo vocacional, merecem de nós o melhor, com muita qualidade.

Os encontros vocacionais têm as finalidades diversas: ajudar os jovens a se descobrirem, se encontrarem, e terem claro o que querem.

Os encontros vocacionais Despertar I, II e III querem chamar a atenção dos jovens, que somos todos chamados: A vocação humana. Deus conta com cada um para a concretização do seu Reino, e da Vida. O Encontro Discernimento é direcionado para os que começam a terem uma luz acesa para a vocação consagrada. É o ato de discernir: conhecer, perceber claro por qualquer dos sentidos, o que Deus quer de mim. “Para onde irei, Senhor?”

O Encontro Retiro I e II é um momento de oração, relacionamento da minha interioridade com Deus que é o autor da minha vocação. É ele quem chama. É no silêncio e no barulho, que vai ouvi-lo e dar a resposta para amá-lo, segui-lo e servi-lo. Ter certeza do que eu quero para melhor servir a Deus e fazer a sua glória brilhar a ser muito feliz. Ter claro a chamado de Deus. Contamos com o entusiasmo de cada agente de Pastoral Vocacional, para a realização gostosa e frutuosa dos encontros; aproveitando dos diversos recursos audiovisuais, cantos vocacionais, encenação vocacional, gincanas vocacionais, orações e esporte.

Que os encontros sejam realizados com muitos amor; preparados com antecedência, visitar os jovens, preocupar com os mínimos detalhes e sempre pedir a Deus esteja presente para conduzir-nos.

É nosso intuito que, ao ler estas páginas, o agente de Pastoral Vocacional possa sentir mais segurança em seu trabalho, visto que traçamos um roteiro bem explicado e desenvolvido para melhor compreensão e cumprimento do trabalho vocacional, que vemos, ser um desafio para os agentes de hoje, devido ao secularismo e a superficialidade que nossa sociedade está mergulhada.

Fizemos apenas uma revisão e aperfeiçoamento da temática já existente na Congregação dos Padres do Sagrado Coração de Jesus.

Caro agente, faça desta apostila seu “guia” e siga a mesma, para que haja uniformidade no trabalho geral da Dimensão Vocacional em nossa Diocese. A união de forças nos levará a criar uma Pastoral Vocacional mais dinâmica e frutuosa, e assim estaremos atendendo ao mandato do Senhor que nos diz: “Rogai ao Pai da messe que mande operários à sua messe”. Eis o nosso desafio e a nossa missão de agentes de Pastoral Vocacional perante a Igreja, a Diocese e principalmente perante Deus.

Este trabalho foi fruto de muito esforço e estudo da Comissão Provincial de Pastoral Vocacional e está chegando até você para orientá-lo e colocá-lo em unidade com o trabalho vocacional da Diocese.

Peçamos a Deus a graça e a perseverança para continuarmos juntos neste trabalho tão lindo pelas vocações, e que o Senhor recompense a cada um pela doação na Pastoral Vocacional. Nós sabemos que é exigente, mas é para isso que o Senhor nos chama. Vamos juntos, sempre avante, trilhando o caminho do amor e da unidade, levar os nossos jovens à um discernimento eficaz, a uma vida digna e feliz dentro da vontade de Deus.

Desejo a todos um trabalho vocacional bem consciente, sabendo que é missão de todos nós, conquistas operárias para a messe do Senhor.

Pe. Jairson Hellmann, scj

Coordenador da Comissão de Pastoral Vocacional

da Congregação dos Padres do Sagrado Coração de Jesus

A PASTORAL VOCACIONAL NA PROVÍNCIA BM

A. ESTRUTURAÇÃO:

1. Equipe de cada região Pastoral tem sua equipe composta de: Padre, Leigos, Religiosas, Diáconos, jovens; reuniões mensais.

2. Equipe Paroquial: composta de elementos representativos de todos os movimentos e pastorais da paróquia, o quanto possível reuniões mensais.

3. Equipe de Comunidade do mesmo modo composta de vários elementos que representam a comunidade e mais um elemento da equipe paroquial para ligação entre as equipes. Cada equipe de qualquer dos níveis possui coordenador, secretário, tesoureiro, escolhidos pela própria equipe.

B. ÁREAS DE ATIVIDADES DAS EQUIPES:

1. Espiritualidade e Oração: Missas, Horas Santas, Terços, Orações especiais, Dias de Retiro. A espiritualidade abrange: toda a comunidade, os agentes de PV, os jovens.

2. Formação vocacional, para os agentes de PV, os jovens e aberta para membros de outras pastorais.

A Formação Vocacional se faz através de: Cursos de PV, Dias de Formação, Encontros e Retiros.

3. Apoio Material: o apoio material ao seminário e às Casas de Formação é feito através de festas que envolvem a Província BM inteira. Festas nas Colinas

4. Atendimento aos Jovens: a formação vocacional dos jovens é feita através de 8 encontros em dois anos: despertar I, despertar II (de um só dia, realizado nas comunidades, Paróquias ou Regiões), despertar III (de dois dias, realizados em âmbito de Diocese, em casa de Retiro, reunindo os jovens de todas as paróquias que fizeram o I e o II) – Retiro Vocacional I; estes quatro primeiros compreende o 1º ano. Discernimento (neste são apresentadas todas as congregações, seus carismas; são distribuídos panfletos congregacionais, etc.). Opção I, Retiro Vocacional II, Opção II (completam o 2º ano). A partir do Retiro Vocacional I os encontros começam na 6ª feira e terminam no Domingo. Nos encontros recebem Formação Vocacional, Orientação e são encaminhados.

5. Engajamento Pastoral dos Jovens: os jovens são encaminhados para serem comprometidos nas suas comunidades de origem para atuarem nos campos de PV, PJ, Catequese e outros.

6. Atendimento aos Agentes: os agentes de PV recebem a formação através de Cursos de PV dados nas Regiões, Paróquias e Comunidade, conforme a solicitação da Equipe. Uma vez ao ano participação Ativa nos Encontros dos Jovens na sua Organização, Coordenação, cozinha arrecadando gêneros alimentícios para os encontros. Atuam em todos os eventos vocacionais da Diocese, ajudam no acompanhamento e discernimento vocacional com os jovens, visitas às suas famílias, distribuição das fichas para os encontros, seleção dos que vão participar, etc…

7. Por quem é dada a formação: a formação, tanto dos jovens como dos agentes é dada por pessoas escolhidas que já possuem um certo grau desta formação.

8. Como se sustentam os encontros: cada jovem participante contribui com uma taxa e os agentes das equipes paroquiais arrecadam um pouco de gêneros nas suas comunidades. O mini mercado nos encontros.

9. Fichas dos encontros: os agentes de PV recebem nas suas equipes as fichas dos encontros, divulgam na Paróquia, encaminham aos jovens, e devolvem à equipe coordenadora. A idade é 15 anos para fazer o despertar I.

10. Nos encontros devem haver o ‘Bazar Vocacional’ para os jovens adquirirem livros vocacionais, objetos de devoção e alimentos.

11. As fichas do despertar I devem ser entregues para o Pároco, para ele aproveitar os jovens na paróquia. As do despertar II devem ser entregues imediatamente após o encontro para o responsável pelas fichas da comissão Provincial.

C. OS AGENTES:

Os agentes de pastoral vocacional devem estar atentos às etapas do processo vocacional:

DESPERTAR

DISCERNIR

CULTIVAR E

ACOMPANHAR

01. Para os futuros candidatos para a vida religiosa ou sacerdotal os agentes de Pastoral Vocacional devem estar bem atentos às dimensões da Formação, que são as seguintes:

1. Humana-Afetiva

2. Comunitária

3. Espiritual

4. Intelectual

- Pastoral

02. A PV de cada Paróquia tem que, juntamente com o pároco, vocacionalizar as outras pastorais. Vocação é missão de todos. Isto é, falar sobre vocações em todas as pastorais

03. Rezar, rezar, ação, ação e confiar no Espírito Santo.

SEQÜÊNCIA DOS ENCONTROS VOCACIONAIS

NA CONGREGAÇÃO DOS PADRES DO SAGRADO CORAÇÃO DE JESUS

1º ANO DE ENCONTRO:

1. Despertar I – Realizado nas regiões pastorais, paróquias e comunidades (duração de um dia)

2. Despertar II – realizado nas regiões pastorais, paróquias e comunidades, em continuação ao despertar I (duração de um dia, como o despertar I)

3. Despertar III – realizado em casa de retiros, duração de três dias, temas em continuação ao despertar I e II (jovens que fizeram o despertar I e II)

4. Retiro vocacional I – para os que fizeram o despertar I, II e III, juntando então as turmas do ano todo.

Encerra-se aqui o 1º ano de caminhada vocacional. Continuarão no ano seguinte, formando uma nova turma.

Obs.: estes encontros são para todos. Vocação humana.

2º ANO DE ENCONTRO:

1. Encontro discernimento – continuação da turma do ano anterior, agora os encontros já vão se direcionando mais para as vocações consagradas como o sacerdócio, o diaconato, as leigas consagradas e vida religiosa

2. Retiro vocacional II – para os que fizeram o discernimento

3. Encontro vocacional opção I – continuação do discernimento e do retiro II

4. Encontro vocacional opção II – para aqueles que perseveraram, concluindo os encontros da Província BMe assim tomando uma decisão

5. São ao todo 8 encontros que a Província BMoferece aos jovens na seqüência acima. Fica claro que os encontros despertar I e II que são realizados nas regiões, nas paróquias e nas comunidades são numerosos, acontecendo mais ou menos dois despertar I e dois despertar II.

ENCONTRO DESPERTAR I

TEMA: “QUEM SOU EU?”

INTRODUÇÃO:

* Dinâmica introdutória ao tema

* Oração com símbolos (profetas, personalidades…)

01 – FILME OU SLIDES

- o rio

- além das ilusões

- outros

1.1 – PARTILHA DO FILME: QUEM SOU EU?

* SER IMAGEM E SEMELHANÇA

- Gen 1,26

De onde vim? Para onde vou?

Vim de Deus e vou para Deus, nunca descobriremos quem realmente somos se não descobrirmos nosso princípio e o nosso termo.

Existe em meu ser, que sou eu,

Pessoa -> exterior

-> interior

Nós não somos coisas, somos pessoas

Pessoa: amada

Coisa: usada

A diferença entre pessoa e coisa é clara,

Coisa Pessoa

- matéria – espírito

- irracional – razão = inteligência

- ser bruto – sensível = vontade

- estático – faz história

- imóvel – capaz de crescer

* SER ÚNICO E IRREPETÍVEL

Deus não repete, não enjoa, não esgota, não cansa nem se cansa.

Deus é sempre novo e presente, ontem hoje e sempre. Ele é Deus.

Somos imagem d’Ele, por isso somos únicos e irrepetíveis e o amor d’Ele por nós é único e irrepetível. Deus ama cada um com 100% do seu amor. Ele não precisa dividir seu coração porque Ele é infinito.

* DIMENSÕES: BIOLÓGICAS, FÍSICAS, ESPIRITUAIS…

Não podemos olhar alguém somente pela aparência física, pois a pessoa é mais que o físico que ela possui; nem somente pela inteligência, pois a pessoa é mais que o raciocínio que possui; nem somente pela afetividade, pois a pessoa é muito mais que os sentimentos que possui. A pessoa é um todo.

Como tratar e olhar a pessoa?

Coisa Pessoa

- Aparência – interior

- quantidade – qualidade

- produção – valor pessoal

- raciocínio – amor

- forças – liberdade

- experiências – diálogo

- tamanho – coração

- problema – mistério

- provas – conclusão – sinais – revelação

* BUSCA DO SENTIDO DA VIDA

Em nós existe as supremas necessidades de

- conhecer-se

- aceitar-se

“Para tornar-se pessoa!”

Conhecer-se: limites e capacidades físicas, intelectuais e afetivas. A história passada a família.

Aceitar-se: sabendo-se limitado e terreno, conhecendo e amando a história pessoal.

Janela de Johary

EU

PÚBLICO

SECRETO

CEGO

DESCONHECIDO

Através desta janela podemos perceber que possuímos em nosso eu algumas faces:

- O eu público é o que você demonstra ser aos outros, é o que você sabe e o outro também sabe sobre o seu eu. Ex.: alguém que tem um temperamento difícil.

- O eu secreto já não é conhecido pelo outro, somente você sabe que o possui, por isso é secreto, só você o conhece. Ex.: alguém que parece ser durão, e todos pensam que ele é durão, mas no seu íntimo é muito sensível, ninguém sabe, somente a pessoa.

- O eu cego somente o outro enxerga em mim. Este eu não percebo. Ex.: alguém que é muito chato e não percebe que suas atitudes incomodam, até que alguém o diga.

- O eu desconhecido nem a pessoa sabe, nem o outro sabe, somente Deus perscruta o íntimo desconhecido de alguém e lá Deus executa a cura, sem que nunca a pessoa saiba.

02 – CHAMADO A SER PESSOA E SENHOR DA PRÓPRIA VIDA

* NA BÍBLIA: Gên 1,26-31

1º Deus chama à existência todos os homens, animais e coisas

2º Deus escolhe, convida e chama o seu povo

O sim ao chamamento de Deus é livre e é este o marco da História humana. Sempre há um “antes” e um “depois”, do sim ou do não. Deus entra na História pessoal do homem e faz a diferença e deixa o seu marco.

* VALORIZAR, CONHECER, PROMOVER E CULTIVAR A VIDA

É obrigação do homem, pois é ele o responsável pelo planeta que Deus lhe deu. Ser promotor da vida e ser portador da eterna vida que é Deus.

Que nada nem ninguém impeça o progresso de sua vida pessoal e de seu crescimento espiritual.

Jesus é o caminho, a verdade e a vida.

* RELACIONAMENTO INTERPESSOAL (FAMÍLIA, AMIGOS…)

O homem não se realiza sozinho, pois, o homem é um ser essencialmente social.

Nesse esforço conjunto, chamado de “sociedade”, é importante o trabalho exercido pelo homem, para colocar a natureza a serviço dos homens.

“Nenhum homem é uma ilha”.

Deus é comunidade, comunidade Trinitária.

Jesus viveu em comunidade, na infância com Maria, José e seus pastores próximos. Participava ativamente da comunidade judaica. E depois na vida adulta, em sua vida pública, junto de seus discípulos e das multidões.

Foi morto ao lado de dois ladrões e ao ressuscitar voltou ao seio da Trindade e permanecerá em meio a nós até o fim dos tempos.

* VALORES (HONESTIDADE, VERDADE, JUSTIÇA…)

Só nos voltamos e nos esforçamos para adquirir valores quando percebemos o verdadeiro sentido de estarmos vivos e assim podermos redecidir sobre nossas escolhas. Assim quando fazemos um encontro pessoal com Deus em nossa caminhada de jovens, vamos deixando que os “fantasmas”, do medo, da insegurança, da dúvida, da rebeldia, que nos assustam se diluam com ilusões que alimentamos. Somente a verdade e o amor são valores consistentes. Este processo ocorre se deixarmos, com liberdade, que Deus trabalhe em nós, que Ele nos modelo e nos forme.

Então nossos olhos se abriram para as necessidades do outro, pois saímos do “Berço”, deixamos o nosso egoísmo infantil, e nos atiramos na caminhada em busca da maturidade, da santidade. Aquilo que era para nós impossível de enxergar se torna claro. O outro precisa de mim e eu preciso do outro. A justiça e o amor serão o único caminho para a fraternidade e a felicidade que seu coração procura.

O encontro com Deus, o encontro com o outro e o encontro consigo mesmo se torna o anseio do seu coração. Assim você poderá responder à pergunta chave deste encontro: “Quem sou eu?”

03 – ADORAÇÃO

* Maria, a primeira vocacionada do Pai, modelo de Igreja

HORÁRIO DO DESPERTAR I

07:30 h – Acolhida – 1ª parte

07:45 h – Oração inicial – bem preparada

08:45 h – Dinâmica introdutória ao tema

09:00 h – filme ou slide

1ª colocação: Quem sou eu?

09:50 h – Cafezinho

10:10 h – Plenário/Partilha

11:00 h – Adoração dirigida ou missa

12:00 h – Almoço e recreação

14:00 h – Animação

14:15 h – 2ª parte: “Chamado a ser pessoa”

16:00 h – Lanche

16:30 h – Missa ou adoração dirigida

17:00 h – Avisos e término

- Oração Vocacional

- Oração do Pai Nosso (mãos dadas)

- Bênção do diácono

AVALIAÇÃO DO DESPERTAR I

1. Cite três pontos do encontro que você mais gostou.

2. O que precisa ser melhorado em sua vida

- família

- escola

- igreja

3. O que você deseja para seu futuro?

4. Você exerce alguma atividade na paróquia?

( ) sim ( ) não Qual? ……………………………………………………..

Qual gostaria de exercer? ……………………………………………………………………

5. Fale sobre você

Nome: idade (Data nasc.:) ___/___/___

Reg. Past.:

End.:

Telefone:

Paróquia:

ORIENTAÇÕES – DESPERTAR I

1. Jovens com a idade mínima de 15 anos

2. Encontro alegre e juvenil

3. Dinâmicas, cartazes e local agradável

4. Músicas vocacionais para o encontro e músicas litúrgicas para a missa; com violão ou guitarra, pandeiros e chocalhos.

5. As palestras devem ser administradas pelos membros da PVD, padre, diácono, religiosos ou seminaristas. Todos devem pegar os temas com 15 dias de antecedência com a coordenação da Região Pastoral.

6. As fichas dos jovens que não querem continuar devem ser entregues para o pároco, para que sejam engajados nas pastorais paroquiais

7. O evento é organizado pela RP, acompanhado pelo(a) coordenador(a) da Região Pastoral

8. A Comissão Provincial deve estar por dentro do despertar e marcar presença

9. O convite para os jovens deverá ser feito 30 dias antes do encontro, atingindo todos os jovens, independente de querer ser padre ou religiosa

10. Atingir os jovens dos grupos, crisma, coroinhas, perseverança, movimentos e outros

11. O encontro tem que ser vocacional

12. O coordenador da RP deve mandar para a Comissão Provincial um relatório do encontro

13. A Região pastoral deve ter um arquivo com as fichas dos jovens que participarem e depois acompanhá-los

14. Quando for um profissional, por exemplo um psicólogo, ele tem que ser bem esclarecido a respeito da filosofia, dos passos e do espírito do encontro

15. As fichas têm que ser devolvidas com 10 dias de antecedência e com a taxa paga

16. Deverá Ter uma livraria e banca para vender artigos religiosos e doces, para manutenção da PVD. Isto será a cargo da Comissão Provincial. A (o) coordenador(a) do encontro deve comunicá-los.

17. O encontro deve dispor de equipes: Liturgia, secretaria, coordenação, animação, música, limpeza e um motorista.

18. Deve ser exigido respeito e silêncio no encontro

19. É proibido ao jovem levar para o encontro: cigarros, bebidas, celular e aparelho de som

20. O horário deve ser respeitado. Chegar na hora marcada e sair na hora marcada. Qualquer exceção deve ser feita somente com a organização do encontro, e na evidência de um motivo justo.

——————————————————————————————————————————-

Cidade, / de

Caro Jovem,

A Pastoral Vocacional vem por meio desta fazer a você um convite muito especial.

Participe conosco de mais um

RETIRO VOCACIONAL

É o Senhor que o chama e convida para participar deste encontro:

VEM E VÊ! DEPOIS DECIDA!!!

è LOCAL:

è IMPORTANTE:

- trazer caderno, caneta e a Bíblia

- trazer o coração bem aberto

- querer conhecer Jesus e saber qual é a sua vocação

è INÍCIO

è TÉRMINO

è TAXA:

Até lá! Esperamos por você!

_ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _

Coordenador

FICHA DE INSCRIÇÃO

Nome:

Data Nasc.:

Rua:

Bairro:

Telefone:

Local Nasc.:

Você trabalha?

Onde?

Qual sua função?

Você estuda?

Onde?

Qual é o seu grau de escolaridade?

Nome do Pai

Idade

Profissão

Nome da mãe

Idade

Profissão

Assinatura do pai ou responsável

Assinatura do pároco

Qual é a sua região pastoral

Qual sua participação na paróquia

ENCONTRO DESPERTAR II

TEMA: “QUEM SOMOS NÓS?”

INTRODUÇÃO:

* Dinâmica introdutória ao tema

* Oração com símbolos (profetas, personalidades…)

01 – FILME OU SLIDES

- o país dos poços

- boneca de sal

- outros

1.1 – PARTILHA DO FILME: QUEM SOU EU?

* VER O OUTRO COMO IMAGEM E SEMELHANÇA DE DEUS

O homem foi criado à imagem e semelhança do Criador.

Em Cristo, Redentor e Salvador, a imagem divina, alterada homem pelo primeiro pecado, foi restaurado em sua beleza original e enobrecida pela graça de Deus.

A imagem divina está presente em cada pessoa. Resplandece na comunhão das pessoas à semelhança da união das pessoas divinas entre si.

Dotada de alma “espiritual imortal” a pessoa humana é a “única criatura na Terra que Deus quis por si mesma”. A pessoa humana participa da luz e da força do Espírito Divino; pela razão é capaz de compreender a ordem das coisas estabelecidas pelo Criador, por seu Amor da verdade e do bem”.

Em virtude de sua alma, poderes espirituais, inteligência e vontade, o homem é dotado de liberdade, sinal eminente da imagem de Deus. Ainda pela razão o homem conhece a voz de Deus que o insta a fazer o bem e evitar o mal.

Esta lei que ressoa na consciência e se cumpre no Amor a Deus e ao próximo.

* ENTENDER O MISTÉRIO DO OUTRO

O homem é “ontologicamente mistério. Em última análise, tem raiz no mistério”.

Quem sou? De onde vim? Para que existo?

De fato os jovens têm dificuldades de entender o sentido do mistério que pervade a vida. Perderam a capacidade de interpretar com profundidade suas próprias relações. A tensão ou inquietação, mais do que nunca presentes, permanece um estado de ansiedade, deixando a pessoa desconcertada e perplexa em um presente incapaz de assumir o passado pessoal e cultural, e de orientar para um projeto, e na expectativa para um futuro. A vocação é um dar espaço para Deus na própria vida, a fim de que o próprio mistério pessoal se torne decifrável.

O caminho para entender o mistério do outro na busca do “sentido” e a “descoberta de si”, como profundas da pessoa, amadurecem, se aprofundam no exercício da oração, seja pessoal ou comunitária.

Só assim, o homem é definido na sua capacidade de ser interpelado por Deus e de responder a este apelo (o da vocação se situa entre a graça, o amor de Deus que chama e a liberdade do homem, que no amor responde a Deus).

* AMAR O PRÓXIMO

Todos os homens são chamados ao mesmo fim, o próprio Deus. Existe certa semelhança entre a união das pessoas divinas e a fraternidade que os homens devem estabelecer entre si, na verdade e no amor. O amor ao próximo é inseparável do Amor a Deus. Cada pessoa humana é um ser social que vive em comunidade, que se define por seu fim e obedece, por conseguinte, as regras específicas, mas “a pessoa humana é e deve ser o princípio, sujeito e fim de todas as instituições sociais”. (Na caridade e no amor).

* SENTIR-SE IGREJA

Na linguagem cristã a palavra “Igreja” designa a assembléia litúrgica, mas também a comunidade local ou universal dos crentes. Na verdade estes três significados são inseparáveis, “a Igreja” é o povo que Deus reúne no mundo inteiro. A palavra “Igreja” significa “convocação”.

Assembléia daqueles que a palavra de Deus convoca para formarem o Povo de Deus e que alimentados pelo corpo de Cristo se tornem Corpo de Cristo.

A Igreja é ao mesmo tempo caminho e finalidade do desígnio de Deus. Configurada na Criação, preparada na antiga aliança, fundada pelas palavras e atos de Jesus Cristo, realizada pela sua cruz redentora e ressurreição, ela é manifestada como mistério de salvação pela efusão do Espírito Santo. Será consumada na glória do céu como assembléia de todos os resgatados da terra. A Igreja é ao mesmo tempo visível e espiritual, sociedade hierárquica e Corpo Místico de Cristo. Ela é formada de um elemento humano e divino, somente a Fé pode acolher este mistério. A Igreja é no mundo presente o sacramento da salvação, o sinal e o instrumento da comunhão de Deus e dos homens.

02 – CHAMADO A SER CRISTÃO

* O BATISMO

O santo Batismo é o fundamento de toda vida cristã, o pórtico da vida no Espírito e a porta que abre o acesso aos demais sacramentos. Pelo Batismo somos libertados do pecado e regenerados como filhos de Deus; tornamo-nos membros de Cristo e somos incorporados à Igreja e feitos participantes de sua missão.

Ele é denominado Batismo com base no ritual central pelo qual é realizado, batizar – “Baptizem” – em grego significa “mergulhar, imergir”. O mergulho na água simboliza o sepultamento do catecúmeno na morte de Cristo, da qual Ele ressuscita como “nova criatura”. (2Cor 5,17/ Gl 6,15).

O batismo é o mais belo e magnífico Dom de Deus. Chamamos de Dom, Graça, Unção, Iluminação, veste de incorruptibilidade, banho de regeneração, zelo e tudo que existe de mais precioso. Dom porque é conferido àqueles que nada trazem; graça porque é dado até a culpados; batismo porque o pecado é sepultado na água; unção porque é sagrado e régio (tais são os ungidos); iluminação porque é luz resplandecente; veste porque é o sinal do Senhorio de Deus.

* A EUCARISTIA

Na última ceia, na noite em que ia ser entregue, nosso Salvador instituiu o Sacrifício Eucarístico de seu Corpo e Sangue; por ele perpetua pelos séculos até que volte o sacrifício da cruz, confiado destarde à Igreja, sua dileta esposa, o memorial de sua morte e ressurreição. Sacramento do amor, sinal de unidade, vínculo da caridade, banquete pascal em que Cristo é recebido como alimento, o espírito é acumulado de graça e nos é dado o penhor da Glória futura (Cat. Igreja Católica nº 1323).

“É fonte e ápice de toda a vida cristã”. Os demais sacramentos, assim como todos os ministérios eclesiásticos e tarefas apostólicas, se ligam à Sagrada Eucaristia e a ela se ordenam, pois a Santíssima Eucaristia contém todo o bem espiritual da Igreja, a saber, o próprio Cristo, nossa páscoa. A comunhão de vida com Deus e a unidade do povo de Deus, pelas quais a Igreja é ela mesma, a Eucaristia as ssignifica e realiza. Nela está o clímax, tanto da ação pela qual, em Cristo, Deus Santifica o mundo, quanto do culto que no Espírito Santo os homens prestam a Cristo, por Ele ao Pai”.

* A PESSOA HUMANA É CHAMADA A AMAR (DOAÇÃO)

Amor doação: é gratuito, profundo, produz a comunhão e se traduz em atitudes de proximidade, disponibilidade, serviçalidade.

“O meu é teu, o teu é meu”. Aquele que ama não cansa nem se cansa, não se entristece nem entristece, pelo contrário, irradia claridade, vida, energia, compreensão, acolhida. A pessoa amada se sente confiante, segura e calma”.

O amor cristão é manifestado por Cristo, converte ao nome em alguém capaz de amar “ao divino, ao cristão” no Espírito. O Espírito de Cristo, no Filho, cria no coração do crente o “amor filial”; torna – o “Filho no Filho” e o autoriza a chamar a Deus ABBA (pai). (Rm 5,5; Rm 5,22; Rm 15, 30). A partir desse amor surge o amor fraterno, de igual, a todos os amador por Deus em Cristo (Gl 4,9; Rm 8,37; Jo 13,34; 1Jo 4,21). No Cristão este amor de Deus derramado no seu coração pelo Espírito Santo, leva-o a aceitar, incondicionalmente, a todos os homens e a servir aos mais necessitados (Benevolência, beneficência), como na parábola do Samaritano, com quem Cristo se identifica (Mt 5,43ss; Lc 7,47; Ef 4,31-32; 6,31-38; 5,1-14; Jo 13,34-35; 15,10-15). – Maturidade afetiva Pe. Vicente IPV.

* SERVIR A EXEMPLO DE JESUS

O diácono do Pai, o servo por excelência. O amor de Jesus se manifesta na sua acolhida aos pobres, pecadores, enfermos, estrangeiros, marginalizados (Lc 6,36; Mt 18,33). A expressão máxima é o perdão aos inimigos na cruz (Lc 23,34) e a entrega da vida por aqueles que Ele amava (Mc 14,24-41; Rm 5,8; 8,35) e pelos injustos (2Cor 5,18) (Maturidade afetiva Pe. Vicente – IPV).

HORÁRIO DO DESPERTAR II

07:30 h – Acolhida – 1ª parte

07:45 h – Oração inicial – bem preparada

08:45 h – Dinâmica introdutória ao tema

09:00 h – filme ou slide

1ª colocação: Quem somos nós?

09:50 h – Cafezinho

10:10 h – Plenário/Partilha

11:00 h – Adoração dirigida ou missa

12:00 h – Almoço e recreação

14:00 h – Filme – 2ª parte

- 2ª colocação: “Chamado a ser cristão”

16:00 h – Lanche

16:30 h – Missa ou adoração dirigida

17:00 h – Avisos e término

- Oração Vocacional

- Oração do Pai Nosso (mãos dadas)

- Bênção do diácono

AVALIAÇÃO DO DESPERTAR II

1. Descreva-se: quem é você?

Nome: idade (Data nasc.:) ___/___/___

Reg. Past.:

End.:

Telefone:

Paróquia:

ORIENTAÇÕES – DESPERTAR II

1. Somente os jovens que fizeram o Despertar I

2. Encontro alegre e juvenil

3. Dinâmicas, cartazes e local agradável

4. Músicas vocacionais para o encontro e músicas litúrgicas para a missa; com violão ou guitarra, pandeiros e chocalhos.

5. As palestras devem ser administradas pelos membros da PVD, padre, diácono, religiosos ou seminaristas. Todos devem pegar os temas com 15 dias de antecedência com a coordenação da Região Pastoral.

6. As fichas e a avaliação final devem ser passadas para o coordenador da Região Pastoral, o mesmo passará para a Comissão Provincial.

7. O evento é organizado pela RP, acompanhado pelo(a) coordenador(a) da Região Pastoral

8. A Comissão Provincial deve estar por dentro do despertar e marcar presença

9. O convite para os jovens deverá ser feito 30 dias antes do encontro, atingindo todos os jovens, independente de querer ser padre ou religiosa

10. Atingir os jovens que já fizeram o Despertar I em anos anteriores

11. O encontro tem que ser vocacional

12. O coordenador da Região Pastoral deve mandar para a Comissão Provincial um relatório do encontro

13. A Região pastoral deve ter um arquivo com as fichas dos jovens que participarem e depois acompanhá-los

14. Quando for um profissional, por exemplo um psicólogo, ele tem que ser bem esclarecido a respeito da filosofia, dos passos e do espírito do encontro

15. As fichas têm que ser devolvidas com 10 dias de antecedência e com a taxa paga

16. Deverá ter uma livraria e banca para vender artigos religiosos e doces, para manutenção da PVD. Isto será a cargo da Comissão Provincial. O (a) coordenador(a) do encontro deve comunicá-los.

17. O encontro deve dispor de equipes: Liturgia, secretaria, coordenação, animação, música, limpeza e um motorista.

18. Deve ser exigido respeito e silêncio no encontro

19. É proibido ao jovem levar para o encontro: cigarros, bebidas, celular e aparelho de som

20. O horário deve ser respeitado. Chegar na hora marcada e sair na hora marcada. Qualquer exceção deve ser feita somente com a organização do encontro, e na evidência de um motivo justo.

Cidade, / de

Caro Jovem,

A Pastoral Vocacional vem por meio desta fazer a você um convite muito especial.

Participe conosco de mais um

RETIRO VOCACIONAL

É o Senhor que o chama e convida para participar deste encontro:

VEM E VÊ! DEPOIS DECIDA!!!

è LOCAL:

è IMPORTANTE:

- trazer caderno, caneta e a Bíblia

- trazer o coração bem aberto

- querer conhecer Jesus e saber qual é a sua vocação

è INÍCIO

è TÉRMINO

è TAXA:

Até lá! Esperamos por você!

_ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _

Coordenador

FICHA DE INSCRIÇÃO

Nome:

Data Nasc.:

Rua:

Bairro:

Telefone:

Local Nasc.:

Você trabalha?

Onde?

Qual sua função?

Você estuda?

Onde?

Qual é o seu grau de escolaridade?

Nome do Pai

Idade

Profissão

Nome da mãe

Idade

Profissão

Assinatura do pai ou responsável

Assinatura do pároco

Qual é a sua região pastoral

Qual sua participação na paróquia

ENCONTRO DESPERTAR III

TEMA: “CHAMADOS A SER LIVRES PARA AMAR”

INTRODUÇÃO:

* ver no item 1.0

01 – DINÂMICA DE INTRODUÇÃO ESPECÍFICA

Sugestão: acorrentar alguns jovens, e vendar-lhes os olhos. Oferecer a eles uma fruta azeda, um doce, um pedaço de papel (não deixar que ele coma), um sapato, uma pedra. Depois fazer um paralelo com a realidade do jovem de hoje, dominado pela moda e pelos meios de comunicação.

02 – FILME OU SLIDES

* LIBERDADE DE VOAR

* OUTROS

* A LIBERDADE

É o poder, baseado na razão e na vontade de agir ou não, de fazer isto ou aquilo, portanto de praticar atos deliberados.

Por livre arbítrio – cada qual dispõe sobre si mesmo.

A liberdade é nos homens uma força de crescimento e amadurecimento na verdade e na bondade. A liberdade alcança sua perfeição, quando está ordenada para Deus (Catecismo da Igreja Católica 1731).

* OS IMPEDIMENTOS

Ou condicionamentos são vários, entre eles:

- a ignorância, o medo, o pecado, doenças mentais, vítimas de violência exterior, pressões sociais, desvios de personalidade, vícios, maus hábitos arraigados e adquiridos, uma educação repressiva e outros.

Tudo isto impede a pessoa de ser livre.

* COMO SER LIVRE HOJE?

A liberdade é uma propriedade essencial do homem. Tem – se liberdade e “é – se livre”.

A liberdade é uma graça humana e cristã, mas também é tarefa.

Temos de chegar a ser livres, ser livre hoje é “estar livre” e estar se libertando continuamente, sendo você mesmo, libertando-se de tudo o que oprime e escraviza.

* COMO SER CRISTÃO, LIVRE, HOJE?

A liberdade alcança sua perfeição quando está ordenada para Deus.

Quanto mais uma pessoa pratica o bem, mais a pessoa se torna livre.

Quanto mais dóceis formos aos impulsos da graças, mais crescem nossa liberdade íntima e nossa firmeza mais provas e diante das pressões e coações do mundo externo.

O cristão livre é o que vive na amizade com Jesus Cristo, guiados pelo Espírito Santo (2 Cor 3,17)

Pela obra da graça, o Espírito Santo nos educa na liberdade espiritual para fazer de nós livres colaboradores da sua obra na Igreja e no mundo.

03 – CONCLUSÃO – SOMENTE UMA PESSOA LIVRE É CAPAZ DE AMAR VERDADEIRAMENTE A DEUS E AO PRÓXIMO

04 – TEXTOS BÍBLICOS SOBRE A LIBERDADE DE JESUS

- Rm 7, 1-6

- II Cor 3,17

- Gál 2,4; 4,1-11, 21-31

- Rm 6, 17-23

- Gál 5,1-13

- I Pe 2,16

- Rm 8,2; II Cor 3,17

05 – O AMOR

* O QUE É O AMOR?

Há muitas definições de amor, mais simples, é a de que quaisquer circunstâncias, “amar é cuidar bem do outro. Isto é amor”.

O amor procede de Deus e quem ama nasce de Deus e conhece a Deus. Se nos amarmos uns aos outros, Deus permanece em nós e seu amor em nós é perfeito. (1Jo 4,7-8.12).

O amor verdadeiro é graça, Dom gratuito de Deus. (Frei Teylor J. Tonin). Abertura para o outro, dedicação ao próximo sem interesse.

* O AMOR EROS, PHILOS E ÁGAPE

EROS: amor possessivo, paixão instável, satisfação sexual, tipo de relacionamento marcado pelo ciúme e

egoísmo. Valoriza-se mais as virtudes da pessoa humana, sua beleza, seu status…

PHILOS: amizade, amor, sentimento de afeição, estima e admiração. É um amor – amizade.

ÁGAPE: modelo deste amor é o próprio Cristo.

É o amor ideal. Abertura para o outro é doar-se aos outros. Confiar no outro. Um amor desinteressado, seu egoísmo, sem possessão.

* O AMOR DE DEUS EM NÓS – COR 13,1-13

O amor de Deus em nós nos impele para o amor ao próximo.

Ainda que eu falasse a língua dos anjos e a dos homens, se eu não tivesse a caridade seria como um bronze que soa ou como um címbalo que retine.

Conclusão- nisto consiste o amo de Deus: não fomos nós que amamos a Deus, mas foi Ele que nos amou primeiro e enviou-nos o seu Filho.

- Rm 8,2; II Cor 3,17

06 – TRABALHO EM GRUPO

COMO É NOSSO RELACIONAMENTO NA FAMÍLIA, NA ESCOLA, NO TRABALHO, NA COMUNIDADE?

07 – O AMOR MISERICORDIOSO DE DEUS

* MISERICÓRDIA

Uma coisa aparece claramente no Evangelho: Jesus odeia o pecado, mas não o pecador.

A atitude de Jesus com a mulher adúltera é significativa, mostra o que é misericórdia e também a misericórdia de Jesus: “Não te condeno, vai e não tornes a pecar!” (Jo 8,11).

O Evangelho é a revelação em Jesus Cristo, da misericórdia de Deus para com os pecadores. (Lc 15)

* NOÇÃO DE PECADO

É uma falta contra a razão, a verdade e a consciência reta.

É uma falta para com o amor verdadeiro, uma ofensa a Deus e ao próximo. (Catecismo da Igreja 1849).

* CONSEQÜÊNCIAS DO PECADO

Ø desequilíbrio pessoal, familiar e social (Neri Feitosa)

Ø angústia ruptura com Deus, traz o mal-estar para a pessoa, fortalece os vícios

08 – VOCAÇÃO: EXPERIÊNCIA DO AMOR DE DEUS

* NOÇÃO DE VOCAÇÃO, SUJEITO, CENTRO E MEDIAÇÕES NA VOCAÇÃO

Vocação é o chamado de Deus, é iniciativa Dele, que tem como finalidade a realização plena da pessoa humana.

O sujeito de toda vocação é Deus, é Ele que chama.

O centro da vocação é a Missão, e não a pessoa humana.

As mediações são muitas: as pessoas, a Igreja, as necessidades dos irmãos.

* A PARTIR DE TEXTOS BÍBLICOS DE VOCACIONADOS QUE FIZERAM A EXPERIÊNCIA DO AMOR DE DEUS, FAZER UM PARALELO DO ANTES E DEPOIS DA EXPERIÊNCIA:

- Abraão – Gn 12,1-3 construir um grande povo

- Moisés – missão libertadora Ex 3,7-12

- João Batista – preparar o povo Jo 1,23

- Maria – Lc 1,38 mãe de Jesus

- Os Apóstolos – Mt 4,19-20 anunciadores do reino de Deus

Todos que fizeram experiência do amor de Deus mudaram radicalmente sua vida podendo perceber um antes e um depois, uma vida nova (cf. os textos acima citados).

Aqueles que são chamados sentem-se perdidos e dá-lhes sua força, os capacita para a missão.

* PLENÁRIO

09 – HORA SANTA VOCACIONAL MARIANA

* MARIA, MODELO DE VOCAÇÃO

* SUA FORTE EXPERIÊNCIA DE DEUS (Lc 1,26ss)

É nesta passagem bíblica que vemos Maria receber a mensagem trazida pelo anjo, da parte de Deus, que a escolheu entre todas as mulheres para ser a mãe de Jesus e por isso será abençoada mais que todas, porque nos deu o Salvador.

A experiência da anunciação foi forte e mudou a vida de Maria.

* MODELO DE DOAÇÃO

É um modelo para nós. Ela nos ensina a dizer sim para Deus em todas as circunstâncias da vida. Doou-se totalmente a Deus e aos irmãos.

“Eis aqui a serva do Senhor, faça-se em mim segundo a tua palavra” (Lc 1,38).

* MARIA E ISABEL: EXPERIÊNCIA DA PARTILHA E APOIO DIANTE DO CHAMADO

(Lc 1,39)

Maria foi às pressas à montanha de Judá, servir sua prima Isabel que estava grávida.

Maria e Isabel – exemplo de partilha e apoio mútuo.

Eis uma lição de Maria: ajudar o próximo em suas necessidades.

10 – A SEXUALIDADE E O SER HUMANO

* A SEXUALIDADE FEMININA E MASCULINA

Somos homem ou mulher.

Assim como meu corpo define o ser no mundo, a diferenciação sexual define a minha maneira de ser. Não existe ser humano neutro.

Somos sexuados na totalidade do nosso ser.

O ser humano não é um ser fechado em si mesmo – ser para o outro e ser para a outra.

Ser homem ou mulher não é a mesma coisa. É uma diferença que abre portas diversas de realização, tendo como fim a complementaridade dos dois sexos.

Por sermos homem ou mulher, corpo masculino ou feminino, temos características próprias de cada sexo, que devem ser conhecidas, valorizadas e integradas na construção de um homem feliz e uma mulher feliz, no plano físico, psicológico e espiritual.

* USO CORRETO DA SEXUALIDADE

A sexualidade está ordenada para o amor conjugal entre o homem e a mulher.

A sexualidade, mediante a qual o homem e a mulher se doam um ao outro com os atos próprios e exclusivos dos esposos, não é em absoluto algo puramente biológico, mas diz respeito ao núcleo íntimo da pessoa humana como tal. Ela só se realiza de maneira verdadeiramente humana se for parte do amor com o qual homem e mulher se empenham totalmente um para com o outro até a morte.

No casamento a intimidade corporal dos esposos se torna um sinal de comunhão espiritual. Entre os batizados os vínculos do matrimônio são santificados pelo sacramento (Catecismo da Igreja 2360 e 2361).

O uso correto da sexualidade se dá dentro do matrimônio, do amor conjugal entre o homem e a mulher.

* NOÇÕES BÁSICAS FUNDAMENTAIS NA MORAL CRISTÃ

Ø homem e mulher são iguais, com a mesma dignidade pessoal, nenhum é superior ao outro.

Ø o valor da pessoa humana, que não pode ser utilizada como instrumento de produção de propaganda ou de prazer, é contrair o projeto de Deus.

Ø o sexo é um Dom de Deus, a sexualidade é a nossa maneira de ser homem ou de ser mulher. A sexualidade faz as pessoas crescerem no plano de Deus é a abençoada.

Ø Casamento: para Jesus o amor humano que se compromete no casamento exige um sim definitivo para toda vida. “Portanto, não separe o homem o que Deus uniu” (Mt 19,5-6).

* OS ABUSOS DO SEXO E SUAS CONSEQÜÊNCIAS

Principais abusos que podem desvirtuar a verdadeira finalidade do sexo:

1º – a fornicação

2º – o adultério

3º – a masturbação

4º – o homossexualismo

5º – relações matrimoniais anti-naturais

O prazer sexual é moralmente desordenado quando é buscado por si mesmo; isolado das finalidades do matrimônio cristão.

Conseqüências dos abusos sexuais:

- pecado, angústia, desequilíbrio pessoal, perigo de contágio de doenças venéreas entre elas a AIDS

10.1 – GRUPOS E PLENÁRIO

11 – A VOCAÇÃO MATRIMONIAL

É uma maneira de viver a vocação laical.

É o chamado para formar família: ser pai, ser matrimônio como Dom. A família é a imagem de Deus que em seu mistério mais íntimo não é solidão e sim família (João Paulo II).

12 – A VOCAÇÃO CONSAGRADA

São pessoas que vivem de maneira radical sua consagração a Deus, são testemunhas de Cristo, vivendo os votos de pobreza, castidade e obediência. A consagração a um carisma específico: educação, saúde, missões, pobres… numa comunidade fraterna.

BIBLIOGRAFIA

- Catecismo da Igreja Católica

- Evangelho

HORÁRIO DO ENCONTRO DESPERTAR III

Sexta-feira

18:00 h – Recepção

19:00 h – Dinâmica de entrosamento

19:30 h – Jantar

20:30 h – Filme/Debate – 1ª Colocação

21:30 h – Oração da Noite

22:00 h – Recolher-se

Sábado

07:00 h – Levantar

07:30 h – Oração da manhã com textos bíblicos sobre a liberdade de Jesus

08:00 h – Café

08:30 h – 2ª Colocação: “O Amor”

- Grupos

10:00 h – Cafezinho

10:15 h – 3ª Colocação: “Vocação: experiência do amor de Deus”

11:00 h – Deserto

12:00 h – Almoço

13:15 h – Terço em grupos

14:30 h – 4ª Colocação: “A sexualidade e o ser humano”

16:00 h – Lanche e oração pessoal

18:00 h – Missa, Celebração ou Adoração

19:00 h – Jantar

20:00 h – 5ª Colocação: “A vocação matrimonial”

21:30 h – Oração da noite

22:00 h – Recolher-se

Domingo

07:00 h – Levantar

07:30 h – Oração da Manhã

08:00 h – Café

08:30 h – 6ª Colocação: “A vocação consagrada”

09:00 h – Oração pessoal

10:00 h – Cafezinho

10:15 h – Grupos/plenário

11:00 h – Adoração Mariana ou Missa

12:30 h – Almoço

13:30 h – Recreação

14:30 h – Avaliação/Avisos

15:30 h – Lanche/arrumar as malas

16:00 h – Missa de encerramento ou adoração Mariana

17:00 h – Avisos e encerramento

- Oração Vocacional

- Oração do Pai Nosso

- Bênção do Diácono

AVALIAÇÃO DO RETIRO DESPERTAR III

1. Fazer uma dissertação do encontro. Um resumo já há uma luz vocacional

Nome: idade (Data nasc.:) ___/___/___

Reg. Past.:

End.:

Telefone:

Paróquia:

ORIENTAÇÕES – DESPERTAR III

1. Somente os jovens que fizeram o Despertar II

2. Encontro alegre e juvenil

3. Dinâmicas, cartazes e local agradável

4. Músicas vocacionais para o encontro e músicas litúrgicas para a missa; com violão ou guitarra, pandeiros e chocalhos.

5. As palestras devem ser administradas pelos membros da PVD, padre, diácono, religiosos ou seminaristas. Todos devem pegar os temas com 15 dias de antecedência com a coordenação da Região Pastoral.

6. As fichas da avaliação final devem ser passadas para a Comissão Provincial.

7. O evento é organizado pela Comissão Provincial

8. A Comissão Provincial deve marcar presença

9. O convite para os jovens deverá ser feito 30 dias antes do encontro

10. Atingir os jovens que já fizeram o Despertar II em anos anteriores

11. O encontro tem que ser vocacional

12. O coordenador do encontro deve mandar para a Comissão Provincial um relatório do encontro

13. A Região pastoral deve ter um arquivo com as fichas dos jovens que participarem e depois acompanhá-los

14. Quando for um profissional, por exemplo um psicólogo, ele tem que ser bem esclarecido a respeito da filosofia, dos passos e do espírito do encontro

15. As fichas têm que ser devolvidas com 10 dias de antecedência e com a taxa paga

16. Deverá ter uma livraria e banca para vender artigos religiosos e doces, para manutenção da PVD. Isto será a cargo da Comissão Provincial. O (a) coordenador(a) do encontro deve comunicá-los.

17. O encontro deve dispor de equipes: Liturgia, secretaria, coordenação, animação, música, limpeza e um motorista. Quando houver pernoite, deve ter 4 senhoras para ficar com as meninas e 4 senhores para ficar com os meninos à noite.

18. Deve ser exigido respeito e silêncio no encontro

19. É proibido ao jovem levar para o encontro: cigarros, bebidas, celular e aparelho de som

20. O horário deve ser respeitado. Chegar na hora marcada e sair na hora marcada. Qualquer exceção deve ser feita somente com a organização do encontro, e na evidência de um motivo justo.

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Cidade, / de

Caro Jovem,

A Pastoral Vocacional vem por meio desta fazer a você um convite muito especial.

Participe conosco de mais um

RETIRO VOCACIONAL

É o Senhor que o chama e convida para participar deste encontro:

VEM E VÊ! DEPOIS DECIDA!!!

è LOCAL:

è IMPORTANTE:

- trazer caderno, caneta e a Bíblia

- trazer o coração bem aberto

- querer conhecer Jesus e saber qual é a sua vocação

è INÍCIO

è TÉRMINO

è TAXA:

Até lá! Esperamos por você!

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Coordenador

FICHA DE INSCRIÇÃO

Nome:

Data Nasc.:

Rua:

Bairro:

Telefone:

Local Nasc.:

Você trabalha?

Onde?

Qual sua função?

Você estuda?

Onde?

Qual é o seu grau de escolaridade?

Nome do Pai

Idade

Profissão

Nome da mãe

Idade

Profissão

Assinatura do pai ou responsável

Assinatura do pároco

Qual é a sua região pastoral

Qual sua participação na paróquia

RETIRO VOCACIONAL I

TEMA: “A EXPERIÊNCIA DE DEUS”

INTRODUÇÃO:

* dinâmica introdutória ao tema

01 – ESCUTA DE DEUS

* O QUE É RETIRO?

É um tempo de graça, Dom da benevolência de Deus, tempo de afastamento interno e externo das pessoas e atividades, a fim de que possa haver um possível reconhecimento de nossa vida interior, de nossos relacionamentos conosco mesmos, com Deus e com o próximo. Estar só nos leva ao deserto, lugar de purificação (Lc 4, 1; Mc 1,35).

* O VALOR DO SILÊNCIO

Silenciar, meio para voltar-se ao interior e descobrir a essência de nossa existência. Deus costuma revelar-se no silêncio e somente no silêncio somos capazes de fechar os olhos e a mente a tudo o que é relativo e deixar-nos tocar pelo essencial (I Reis 18)

O Silêncio que nos leva a estar a sós na presença de Deus nos proporciona condição de escuta, desejo de Deus, participação ativa e consciente nos projetos comunitários.

* FRUTOS DO SILÊNCIO

- capacidade de escuta e acolhida do outro

- desejo de comunhão

- boa convivência consigo mesmo

- convivialidade com Deus

- gratuidade e gratidão

- desejo de estar só, para o encontro íntimo com Deus, porém sem se isolar.

02 – O PECADO E A CONSCIÊNCIA DE SER PECADOR

* NOÇ ÃO DE PECADO

O pecado é uma recusa obstinada ao amor de Deus. Para compreender o que é o pecado, é preciso antes de tudo reconhecermos a ligação profunda do homem com Deus.

* O NÃO ESCUTAR A DEUS

Como fruto do pecado original o homem continua muitas vezes e de muitos modos não escutando, não acolhendo o projeto de Deus, pensando bastar-se a si próprio repetindo a recusa à voz de Deus.

* FILME

- Sugestão: “O amor do Pai”(ou outros relacionados ao tema)

- Textos bíblicos sobre o pecado, para o estudo em grupos

03 – FÉ E VOCAÇÃO

* O QUE É FÉ?

Um ato pessoal: a resposta livre do homem a iniciativa de Deus que se revela. Porém não é um ato isolado, nós a recebemos dos que creram antes de nós (nossos pais na fé) e a transmitimos aos que virão.

* FÉ: ESTRUTURA INTERNA PARA ACOLHER, ENVOLVE RISCOS

Embora a fé seja um Dom de Deus, o qual recebemos no batismo, inclui a necessidade de uma liberdade para responder aos seus apelos, neste sentido é que falamos de uma estrutura interna, uma capacidade de deixar-se conduzir por Deus.

* VOCAÇÃO ENVOLVE RISCOS. PARA ACOLHÊ-LA É PRECISO TER FÉ

A vocação é um chamado de Deus ao homem, que exige uma resposta consciente e livre, sendo que também envolve as capacidades humanas da pessoa chamada. Nesse sentido as inseguranças humanas se não reconhecidas e superadas pela fé, podem impedir a realização do projeto de Deus (Gn 22,1-18).

* ESTUDOS DE TEXTOS BÍBLICOS EM GRUPOS (Abraão, Moisés, Samuel, Amós, Isaías, Maria e Jesus)

04 – A MANIFESTAÇÃO DE DEUS NA VOCAÇÃO

* COMO DEUS FALA? COMO DEUS NOS CHAMA?

Deus nos fala de vários modo, mas a maneira mais comum pela qual costuma chamar seus escolhidos é pelos acontecimentos e pelas pessoas, que são mediações, instrumentos através dos quais Deus nos dá a perceber sua vontade.

* EXIGÊNCIA DA EXPERIÊNCIA DE DEUS

É preciso durante a caminhada fazer uma sólida e verdadeira experiência de Deus, “conhecer a Jesus de um modo autêntico, aprofundar no seu conhecimento para encontrar sua amizade”.

* A IMPORTÂNCIA DA MANIFESTAÇÃO DE DEUS EM NOSSA VIDA, MOTIVANDO-NOS, ANIMANDO-NOS, DANDO-NOS MAIS CONFIANÇA

Lembramos novamente o fato das mediações, dos “anjos” através dos quais, Deus costuma se manifestar em nossa caminhada. Somente uma vida alicerçada na fé e vivificada pela oração pode nos animar, nos motivar.

* A BUSCA PESSOAL DO ENCONTRO COM DEUS

* DEUS “QUEBRA O SILÊNCIO” E O CAMINHO PARECE FICAR MAIS DIFÍCIL – NÃO HÁ COMO DIZER “NÃO” E AÍ ENTRA A NECESSIDADE DA FÉ

05 – A RESPOSTA HUMANA NA VOCAÇÃO

* TER POR BASE: JEREMIAS, ISAÍAS, JONAS E OUTROS

* O PROBLEMA NÃO É RESPONDER, MAS SIM DAR AS RESPOSTAS DIÁRIAS, ADEQUADAS A DEUS

“A verdadeira resposta a toda vocação é obra do amor” (João Paulo II)

* AS RESPOSTAS COMUNS: FUGA, MEDOS, INSEGURANÇAS

Somente a fé é capaz de fazer com que o vocacionado supere seus limites humanos e se deixe guiar por Deus (Ef 1,18)

* RESPONDER É SER RESPONSÁVEL = ESTA DIMENSÃO ESTÁ PRESENTE NO CHAMADO

A responsabilidade implica a liberdade humana, a qual permite ao homem assumir seus atos, sua resposta que vai se fazendo dia-a-dia na caminhada vocacional. A vocação respondida livremente dá unidade aos atos e faz o vocacionado “mais pessoa”.

* A DEUS NÃO SE DÁ QUALQUER RESPOSTA OU UMA RESPOSTA COMUM

A Deus se responde de tal forma não a aumentar a sua glória, mas a manifestá-la e comunicá-la, pois Ele nos criou para manifestar a sua perfeição pelos bens que prodigaliza às criaturas.

* A BUSCA PESSOAL/MEDITAR Lc 9,23-26

Sugestão: escrever a própria história e as manifestações de Deus na mesma.

5.1 – TESTEMUNHOS

* VIDA E VOCAÇÃO: CONVIDAR PESSOAS QUE TESTEMUNHEM DE FORMA MADURA E LIVRE O DESENVOLVIMENTO GRADUAL E CONTÍNUO DO CHAMADO DE DEUS EM SUAS VIDAS.

06 – MARIA, MODELO DE RESPOSTA A DEUS

* O SIM DE MARIA

O Sim da Virgem Santíssima foi fruto de uma escuta acolhedora do Senhor, de uma resposta total e plena, que levou-a a entregar todo seu ser e a colocar-se imediatamente a serviço (Lc 1,1-45).

* A CONFIANÇA A FÉ E A ESPERANÇA

Só confia aquele que sente-se amado, assim aconteceu com a Virgem Maria, entregando-se a seu projeto de amor, vivendo sempre mais as virtudes teologais que fundamentam, animam e caracterizam o agir moral do cristão. Informam e vivificam todas as virtudes morais.

* TEXTO BÍBLICO

- Lc 1,26-38; Is 7,14; Mq 5,2; Ap 12,1; Gl 4,4

* OS PROBLEMAS A ENFRENTAR, AO DAR O SIM

Ao dar seu sim, admitir que é chamado por Deus, o vocacionado é chamado a enfrentar os obstáculos, que vão desde a mentalidade da sociedade em geral, que vem sendo marcada pelos contravalores até as pequenas renúncias aos projetos pessoais, chegando ao ponto mais alto da vocação que é a resposta ao apelo de Jesus, “Se alguém me quer seguir, renuncie-se a si mesmo, tome a sua cruz e siga-me” (Mc 8,34).

* O APOIO DE DEUS – “E O ANJO SE AFASTOU”

Deus costuma dar à pessoa chamado os meios e as condições para responder livremente, mas após dar as condições conta com o empenho humano natural e auto transcendente da pessoa chamada (Lc 1,38)

* FÉ, RENÚNCIAS, SOFRIMENTOS E ALEGRIAS, AS RECOMPENSAS

A entrega incondicional da Virgem Maria em atitude de fé operante, levou-a a lançar-se no projeto de Deus. Com sua capacidade de renunciar-se e sofrer pela realização da vontade Divina, acolheu com fé a Palavra e a praticou, sendo esta sua alegria.

6.1 – FILME DE MARIA

07 – CONSEQÜÊNCIAS DO ASSUMIR UMA VOCAÇÃO

Ter por base Jesus Cristo e sua resposta ao Pai.

Conhecemos o amor de Deus, porque Jesus Cristo deu sua vida por nós (1Jo 3, 16; 4,9). Ele é a grande palavra de amor. Deu-nos seu amor dando sua vida por nós (Jo 15,13). A exemplo de Jesus é nos dado abrir-se à revelação do amor de Deus e responder a este amor pela fé.

* RENÚNCIA PERSEGUIÇÃO

Quando Jesus fala-nos sobre as Bem-aventuranças, mostra-nos claramente seu projeto de vida, o que nos dá sentido a toda as contrariedades vividas pelo Reino de Deus (Mt 5,1-12).

* SER E PERMANECER FIEL AO CHAMADO

Todos os filhos da Igreja, chamados pelo Pai a “escutar” Cristo, não podem deixar de sentir uma profunda exigência de conversão e santidade. Somente o caminho da conversão em profunda intimidade com o Pai, pode dar-nos a graça da perseverança e fidelidade.

* IR CONTRA A CORRENTEZA

Tomar a direção contrária a que nos impele a correnteza, implica uma personalidade madura e integrada que possa ser verdadeiro sinal de Jesus no mundo.

* AS RECOMPENSAS

Jesus promete que aos que seguirem o Reino, assim como o Pai dispôs para si (LC 22,28-30)

N.B: propomos que o grupo levante novas questões a respeito do tema para partilha, promovendo assim um enriquecimento pessoal e comunitário.

BIBLIOGRAFIA

- catecismo da Igreja Católica

- Vita Consecrata

- Cadernos de cursos vocacionais CVC

- Jesus Cristo – Luz da Vida Consagrada – Luciano Mendes de Almeida, SJ – Ed. Loyola

- Vaticano Itemas Vocacionais da Congregação dos Padres do Sagrado Coração de Jesus

- A vocação explicada pelo Papa 31, cadermos prumo

HORÁRIO DO RETIRO VOCACIONAL I

Sexta-feira

18:00 h – Recepção

19:00 h – Dinâmica de entrosamento

19:30 h – Jantar

20:30 h – 1ª Colocação: “A escuta de Deus

21:30 h – Oração da Noite

22:00 h – Recolher-se

Sábado

07:00 h – Levantar

07:30 h – Oração da Manhã

08:00 h – Café

08:30 h – 2ª Colocação: “O pecado e a consciência de ser pecador”

09:30 h – Deserto e confissões

11:00 h – 3ª Colocação: “Fé e vocação”

12:00 h – Almoço

13:00 h – Terço em grupos

14:00 h – 4ª Colocação: “Manifestação de Deus na Vocação”

15:00 h – Lanche e Oração pessoal

16:15 h – 5ª Colocação: “A resposta humana na Vocação

18:00 h – Tempo Livre

19:00 h – Jantar

20:30 h – Adoração

21:30 h – Oração da Noite

22:00 h – Recolher-se

Domingo

07:00 h – Levantar

07:30 h – Oração da Manhã – Jr. 1, 4-10

08:00 h – Café

08:30 h – 6ª Colocação: “Maria, modelo de resposta a Deus”

10:00 h – Cafezinho/Oração pessoal

11:00 h – Missa

12:00 h – Almoço

13:00 h – 7ª Colocação: “Conseqüências do assumir uma vocação”

14:00 h – Deserto

15:00 h – Adoração Eucarística

16:30 h – Avaliação

17:00 h – Avisos e Encerramento

- Oração Vocacional

- Oração do Pai Nosso

- Bênção do Diácono

AVALIAÇÃO DO RETIRO VOCACIONAL I

1 – Como está o seu processo vocacional? Há vocação definida?

2 – Fale sobre a experiência de Deus

3 – Quais são as suas dúvidas e impedimentos. O que causa insegurança em sua decisão vocacional?

Nome: idade (Data nasc.:) ___/___/___

Reg. Past.:

End.:

Telefone:

Paróquia:

ORIENTAÇÕES – RETIRO VOCACIONAL I

1. Somente os jovens que fizeram o Despertar III

2. Encontro alegre e juvenil, porém silencioso

3. Dinâmicas, cartazes e local agradável

4. Músicas vocacionais para o encontro e músicas litúrgicas para a missa; com violão ou guitarra, pandeiros e chocalhos.

5. As palestras devem ser administradas pelos membros da PVD, padre, diácono, religiosos ou seminaristas. Todos devem pegar os temas com 15 dias de antecedência com a coordenação do Retiro.

6. A comissão Provincial deve preencher a ficha do candidato(a) e anotar nessa ficha o progresso vocacional do(a) jovem. Deve haver o parecer da Comissão Provincial sobre sua vocação.

7. O evento é organizado pela Comissão Provincial

8. A Comissão Provincial deve estar por dentro e marcar presença

9. O convite para os jovens deverá ser feito 30 dias antes do encontro atingindo todos os jovens interessados

10. O encontro tem que ser vocacional

11. O coordenador do retiro deve mandar para a Comissão Provincial um relatório do retiro

12. A Comissão Provincial deve ter um arquivo com as fichas dos jovens que participarem e depois acompanhá-los

13. Quando for um profissional, por exemplo um psicólogo, ele tem que ser bem esclarecido a respeito da filosofia, dos passos e do espírito do encontro

14. As fichas têm que ser devolvidas com 10 dias de antecedência e com a taxa paga

15. Deverá ter uma livraria e banca para vender artigos religiosos e doces, para manutenção da PVD. Isto será a cargo da Comissão Provincial. O (a) coordenador(a) do encontro deve comunicá-los.

16. O encontro deve dispor de equipes: Liturgia, secretaria, coordenação, animação, música, limpeza e um motorista. Quando houver pernoite, deve ter 4 senhoras para ficar com as meninas e 4 senhores para ficar com os meninos à noite.

17. Deve ser exigido respeito e silêncio no encontro

18. É proibido ao jovem levar para o encontro: cigarros, bebidas, celular e aparelho de som

19. O horário deve ser respeitado. Chegar na hora marcada e sair na hora marcada. Qualquer exceção deve ser feita somente com a organização do encontro, e na evidência de um motivo justo.

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Cidade, / de

Caro Jovem,

A Pastoral Vocacional vem por meio desta fazer a você um convite muito especial.

Participe conosco de mais um

RETIRO VOCACIONAL

É o Senhor que o chama e convida para participar deste encontro:

VEM E VÊ! DEPOIS DECIDA!!!

è LOCAL:

è IMPORTANTE:

- trazer caderno, caneta e a Bíblia

- trazer o coração bem aberto

- querer conhecer Jesus e saber qual é a sua vocação

è INÍCIO

è TÉRMINO

è TAXA:

Até lá! Esperamos por você!

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Coordenador

FICHA DE INSCRIÇÃO

Nome:

Data Nasc.:

Rua:

Bairro:

Telefone:

Local Nasc.:

Você trabalha?

Onde?

Qual sua função?

Você estuda?

Onde?

Qual é o seu grau de escolaridade?

Nome do Pai

Idade

Profissão

Nome da mãe

Idade

Profissão

Assinatura do pai ou responsável

Assinatura do pároco

Qual é a sua região pastoral

Qual sua participação na paróquia

ENCONTRO DE DISCERNIMENTO

TEMA: “LIBERDADE VOCACIONAL”

INTRODUÇÃO:

* dinâmica introdutória ao tema

Através de uma dinâmica envolver os participantes, ajudando-os no conhecimento pessoal e recíproco.

01 – FILME OU SLIDES

* SUGESTÕES

- o homem que não era homem

- liberdade de voar

- minha vida

- jardim secreto

- outros

02 – LIBERDADE

- O que é liberdade?

Capacidade de conhecer, enfrentar e fazer opções ante as qualidades e limites pessoais, respondendo com responsabilidade aos apelos que a vida nos proporciona.

- Liberdade interior e exterior

A liberdade interior consiste na capacidade de posicionar-se, de tomar atitudes prudentes e refletidas, fruto de um verdadeiro discernimento. Esta pode ser facilitada pelo ambiente externo (liberdade exterior)

- Capacidade/Dom de Deus

O homem foi criado por Deus e dotado de livre arbítrio, sendo ele mesmo o dono e possuidor de seus atos, sendo chamado a assumi-los, embora hoje nos seja claro que esta capacidade pode ser limitada pelos condicionamentos e má formação da personalidade.

- O mundo moderno e a liberdade pessoal

A realidade é muito propícia a alienação ou a repetição instintiva daquilo que nos causa mais prazer ou promove-nos à “auto-realização”, o que dificulta a descoberta de um sentido único e verdadeiro da liberdade, como capacidade de dispor-se de si para doar-se, onde o homem encontra-se conseqüentemente com a sua realização pessoal.

- Opção, escolha; fatores que exigem liberdade.

É importante que o jovem seja dotado de uma verdadeira liberdade, a fim de que suas opções e escolhas não sejam também um condicionamento ou uma fuga das exigentes responsabilidades que derivam da vocação.

03 – O PLANO DE DEUS

- Salvação, comunhão plena com Deus

Todo plano de salvação se deu no sentido que o homem fosse mergulhado na realidade de Deus, porém esse plano foi sendo revelado aos poucos desde o antigo testamento até culminar na pessoa de Jesus Cristo.

- Dimensão pessoal do plano de Deus

Cada pessoa está incluída de modo único e pessoal no plano da salvação, salva pelo precioso sangue de Jesus e também chamada a colaborar nesse mesmo plano manifestando-o a todas as pessoas.

- Houve um plano desde o início

Ao criar o homem em um desígnio de pura bondade, Deus criou-o livremente para fazê-lo participar da sua vida bem-aventurada. Chama-o e ajuda-o a procurá-lo, a conhecê-lo e a amá-lo com todas as forças.

- O homem deve voltar a ser homem

O aspecto mais sublime da dignidade humana está na vocação do homem à comunhão com Deus. Em comunhão com Deus o homem é unificado e cumpre a missão e a essência de sua vocação “Ser”.

- Divinização do homem

O homem a medida que se torna mais íntimo com Deus, vai descobrindo sua interioridade. Abrindo-se a Deus percebe sinais de sua alma espiritual. Como “semente de eternidade que leva dentro de si, irredutível a só matéria”, sua alma não pode ter sua origem senão em Deus.

- Ser um homem de fé, a exemplo de Abraão para acolher o plano de Deus

A fé levou Abraão a deixar tudo e por-se a caminho, rumo a uma terra desconhecida, mas acreditada, pois Abraão creu.

- Dimensão comunitária do plano de Deus

Toda vocação implica uma missão que em geral está ligada a história e a vida de um povo. Assim o plano de Deus implica além da salvação e da resposta pessoal do chamado, a resposta da comunidade, que freqüentemente é chamada à conversão.

- Construir um homem fraterno, solidário, que assuma sua missão no mundo.

A oração que se torna vida é o meio por excelência para que o homem se torne fraterno e devorado pelo desejo sincero de Deus, desejo de anunciá-lo aos demais já que depois de uma longa busca o encontrou.

04 – FILME

- Vida de santos/mártires

- Testemunhos

05 – PARTILHA EM GRUPOS

- Identificar os elementos a serem cultivados para o exercício da liberdade na resposta à vocação

- Identificar as reais motivações que estão presentes no vocacionado e levá-lo a percebê-las

- constatar a presença dos ideais e objetivos, se são voltados a satisfações pessoais ou se são bons em si (valores)

- em que nível se encontram as buscas do jovem, se são apenas naturais ou se também de cunho auto transcendente

- cultivar o hábito de refletir, partilhar em grupo os próprios pensamentos e sentimentos a respeito do chamado.

Trabalhar o conteúdo da colocação.

Testemunho de uma vocação específica.

06 – ADORAÇÃO

Maria, modelo de resposta livre

07 – OS CARISMAS NA IGREJA

- Finalidade dos carismas/critérios

Todo carisma dado é em vista de uma missão, pois se assim não fosse este se tornaria estéril. É um Dom, uma auto-revelação de Deus. É nesta manifestação divina que o homem descobre-se a si mesmo.

O critério usado para verificar a autenticidade do carisma é o surgimento de seus frutos na comunidade.

- Carismas e ministérios

Os carismas como já citamos acima são dons que permitem ao vocacionado a realização de uma missão através dos diferentes ministérios (ou serviços). Há na Igreja variadas maneiras de aplicá-los, de colocá-los a serviço. (I Cor 12,1ss).

- A Vida Religiosa é uma vocação na Igreja que trás seu carisma específico de testemunhar o Absoluto de Deus em suas mais variadas formas, mas sobretudo pelo seu próprio “Ser” presença, sinal de Deus no meio do mundo.

- Carismas Funcionais (dos fundadores)

Com o passar do tempo, surgiram de acordo com as necessidades dos tempos e a ação do Espírito Santo, diferentes formas e maneiras de interpretar e aplicar o espírito evangélico, assim surgiram diferentes famílias religiosas, ou Congregações, cujos fundadores fizeram profunda experiência de Deus e consequentemente surgiram as Obras Caritativas. Outros foram unindo seus carismas pessoais ao carisma funcional e assim continuou o crescimento das congregações religiosas.

- Sugestões: usar recursos áudio-visuais: transparências, cartazes, fotos, testemunhos, etc.

08 – CRITÉRIOS HUMANOS PARA O DISCERNIMENTO

I BLOCO

- A graça supõe a natureza apta

Podemos citar como aptidão para receber a graça, a abertura para o processo e libertação interior.

- Aceitação de si – eu ideal e eu real

Capacidade e desejo de entrar em um processo de conhecimento pessoal, no qual possa perceber sempre mais seus limites “eu real”, podendo aproximá-lo da possibilidade de realizar os ideais.

- Atitude de escuta de Deus, dos outros e de si.

Para haver escuta é necessário busca, abertura, acolhida. Assim, abertos aos apelos de Deus pela Palavra e pelas mediações vai se fortalecendo e crescendo o chamado.

- Capacidade para amar e perdoar

Toda pessoa humana é em sua liberdade essencial capaz de amar e perdoar, mas as circunstâncias e um conjunto de fatores que formam a personalidade podem limitar a liberdade efetiva, o que pode vir a influir de forma muito negativa na vivência da vida comunitária, impossibilitando a vivência da vocação, que é sempre uma doação de si, na liberdade.

- Valores espirituais, morais e humanos

Os valores são ideais duradouros que impulsionam a ação da pessoa, inclinando-a a sair de si para realizá-los, são eles naturais, naturais/auto transcendentes. Os dois primeiros são mais de ordem física e psíquica e os auto transcendentes são do nível mais profundo da pessoa, nível racional espiritual.

- Equilíbrio afetivo-psicológico

Ter uma real capacidade de amar, o que deve ser percebido na prática de sua vida, a partir dos relacionamentos familiares, aceitando a própria família, suas origens, sua história, aceitando a si mesmo, como homem ou mulher, percebendo a riqueza e o valor dos próprios sentimentos. Sendo alguém que tenha cultivado amizades duradouras e lhes dê um justo valor.

- Capacidade para viver em comunidade

A capacidade de viver em comunidade refere-se a capacidade de crescer a partir das relações interpessoais, que têm como base aceitar-se a si mesmo para aceitar o outro como é, amá-lo, o que inclui: respeitar, adaptar-se, perdoar, aceitar, comunicar, acolher, dialogar, assumi-lo como é.

BLOCO II

- valores espirituais

- atitude de escuta a Deus

- oração e fé

- piedade e responsabilidade

- vocação é um Dom de Deus

09 – APRESENTAÇÃO DAS CONGREGAÇÕES

- Confeccionar “banners de acordo com o livro Profetas do Reino”, para propagar os carismas existentes na Diocese. Exemplo: padre diocesano, padres religiosos de várias congregações, principalmente os da nossa diocese; o mesmo com as religiosas, diáconos permanentes, leigos consagrados, comunidades de vida consagrada e o coordenador da comissão de leigos.

BIBLIOGRAFIA

- Catecismo da Igreja Católica

- Temas Vocacionais

- Suba comigo

- Vita Consecrata

- Vida Consagrada – Amedeo Cencini

- Amarás o Senhor teu Deus – Carismas – Amedeo Cencini

HORÁRIO DO DISCERNIMENTO

Sexta-feira

18:00 h – Recepção

19:00 h – Dinâmica de entrosamento

19:30 h – Jantar

20:30 h – 1ª Colocação: “Filme ou slide”

21:30 h – Oração da Noite

22:00 h – Recolher-se

Sábado

07:00 h – Levantar

07:30 h – Oração da Manhã

08:00 h – Café

08:30 h – 2ª Colocação: “Liberdade”

09:30 h – Deserto e cafezinho

10:00 h – Cafezinho

11:00 h – 3ª Colocação: “O plano de Deus”

12:00 h – Almoço

13:00 h – Terço em grupos

14:00 h – 4ª Colocação: “Filme”

15:00 h – Lanche

16:00 h – Tempo Livre

17:00 h – Adoração: “Maria, modelo de resposta livre”

18:00 h – Oração pessoal

19:00 h – Jantar

20:00 h – Animação/Cantos

20:15 h – 5ª Colocação: “Os carismas na Igreja”

21:45 h – Oração da noite

22:00 h – Recolher-se

Domingo

07:00 h – Levantar

07:30 h – Oração da Manhã

08:00 h – Café

08:30 h – 6ª Colocação: “Critérios Antropológicos (humanos) para o discernimento”

I Bloco

09:45 h – Oração pessoal

10:00 h – II Bloco

11:00 h – Missa

12:00 h – Almoço

13:00 h – Recreação

13:45 h – Apresentação das Congregações

16:00 h – Avaliação

17:00 h – Avisos e Encerramento

- Oração Vocacional

- Oração do Pai Nosso

- Bênção do Diácono

AVALIAÇÃO DO DISCERNIMENTO

1 – Como está o seu processo vocacional? Há vocação definida?

2 – Você está recebendo orientação pelos agentes vocacionais de sua paróquia ou por outra pessoa? Quem?

3 – Deixe aqui sua mensagem: Liberdade, Carismas e critérios humanos para o discernimento.

Nome: idade (Data nasc.:) ___/___/___

Reg. Past.:

End.:

Telefone:

Paróquia:

ORIENTAÇÕES PARA O DISCERNIMENTO

1. Somente os jovens que fizeram o Despertar III

2. Encontro alegre e juvenil

3. Dinâmicas, cartazes e local agradável

4. Músicas vocacionais para o encontro e músicas litúrgicas para a missa; com violão ou guitarra, pandeiros e chocalhos.

5. As palestras devem ser administradas pelos membros da PVD, padre, diácono, religiosos ou seminaristas. Todos devem pegar os temas com 15 dias de antecedência com a coordenação do Retiro.

6. A comissão Provincial deve preencher a ficha do candidato(a) e anotar nessa ficha o progresso vocacional do(a) jovem. Deve haver o parecer da Comissão Provincial sobre sua vocação.

7. O evento é organizado pela Comissão Provincial

8. A Comissão Provincial deve estar por dentro e marcar presença

9. O convite para os jovens deverá ser feito 30 dias antes do encontro atingindo todos os jovens interessados

10. Os jovens que concluíram os Retiros em anos anteriores, com o parecer da Comissão Provincial podem freqüentar novamente os retiros

11. O encontro tem que ser vocacional

12. O coordenador do encontro deve mandar para a Comissão Provincial um relatório do encontro

13. A Comissão Provincial deve ter um arquivo com as fichas dos jovens que participarem e depois acompanhá-los

14. Quando for um profissional, por exemplo um psicólogo, ele tem que ser bem esclarecido a respeito da filosofia, dos passos e do espírito do encontro

15. As fichas têm que ser devolvidas com 10 dias de antecedência e com a taxa paga

16. Deverá ter uma livraria e banca para vender artigos religiosos e doces, para manutenção da PVD. Isto será a cargo da Comissão Provincial. O (a) coordenador(a) do encontro deve comunicá-los.

17. O encontro deve dispor de equipes: Liturgia, secretaria, coordenação, animação, música, limpeza e um motorista. Quando houver pernoite, deve ter 4 senhoras para ficar com as meninas e 4 senhores para ficar com os meninos à noite.

18. Deve ser exigido respeito e silêncio no encontro

19. É proibido ao jovem levar para o encontro: cigarros, bebidas, celular e aparelho de som

20. O horário deve ser respeitado. Chegar na hora marcada e sair na hora marcada. Qualquer exceção deve ser feita somente com a organização do encontro, e na evidência de um motivo justo.

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Cidade, / de

Caro Jovem,

A Pastoral Vocacional vem por meio desta fazer a você um convite muito especial.

Participe conosco de mais um

RETIRO VOCACIONAL

É o Senhor que o chama e convida para participar deste encontro:

VEM E VÊ! DEPOIS DECIDA!!!

è LOCAL:

è IMPORTANTE:

- trazer caderno, caneta e a Bíblia

- trazer o coração bem aberto

- querer conhecer Jesus e saber qual é a sua vocação

è INÍCIO

è TÉRMINO

è TAXA:

Até lá! Esperamos por você!

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Coordenador

FICHA DE INSCRIÇÃO

Nome:

Data Nasc.:

Rua:

Bairro:

Telefone:

Local Nasc.:

Você trabalha?

Onde?

Qual sua função?

Você estuda?

Onde?

Qual é o seu grau de escolaridade?

Nome do Pai

Idade

Profissão

Nome da mãe

Idade

Profissão

Assinatura do pai ou responsável

Assinatura do pároco

Qual é a sua região pastoral

Qual sua participação na paróquia

RETIRO VOCACIONAL II

TEMA: “O ESPÍRITO SANTO E A VOCAÇÃO”

INTRODUÇÃO:

* dinâmica introdutória ao tema

Lê-se passagens bíblicas que falam sobre a “sombra” (ex. Natanael na sombra da árvore, Maria “e a sombra do Altíssimo a cobrirá”, Jonas que sentou-se à sombra e a árvore secou, etc…) Explicar que a sombra é um símbolo bíblico que nos mostra a ação do Espírito Santo. Depois cada jovens deve se colocar na sombra do Espírito Santo durante todo o Retiro. Sairão de dois em dois, um caminhando atrás (sombra) do outro e imitando todos os gestos que o da frente faz, enquanto isso, tocam-se várias músicas em vários ritmos, em um determinado momento o dirigente falará bem alto: “SOMBRA” e o da frante se voltará para a sua sombra e perguntará tudo o que puder para ela, alguns minutos de conversa serão dados e então começará de novo a dinâmica, só que com os personagens trocados.

01 – A PESSOA DO ESPÍRITO SANTO

* O ESPÍRITO SANTO NO NOVO E NO ANTIGO TESTAMENTO

A sua personalidade divina não se nos mostra desde o primeiro instante. Discretamente, o Espírito Santo chama primeiro a nossa atenção para fenômenos naturais; fenômenos estes, que nos deixam entrever já a atividade d’Ele sobre o mundo. Depois o Espírito Santo se revelará na ação que exerce sobre os homens inspirados por Ele. Enfim sua personalidade será revelada por Jesus Cristo e pela atividade que este Espírito exercerá a partir do Pentecostes.

A palavra: ruah e a palavra pneuma, que significam espírito, uma em hebraico e outra grega, carregam-se de um sentido cada vez mais intenso que mais tarde designará o Espírito de Deus, a terceira pessoa da Santíssima Trindade. O sopro que vai e vem pelas narinas, o vento que sacode a face da terra, essas palavras aparecem nos textos mais antigos da Sagrada Escritura (assinalar o Pentateuco) e significa na maioria dos casos, o vento, o sopro do ar.

* O ESPÍRITO SANTO – VIDA, ENVIO, FORÇA/UNÇÃO

A Igreja professa a sua fé no Espírito Santo, como “naquele que é o Senhor e dá a vida”. É o que proclama no símbolo da fé, chamado Niceno-Constantinopolitano, do nome dos dois Concílios: de Nicéia (a 325) e de Constantinopla ( a 381).

Jesus anuncia e promete no dia solene da Festa dos Tabernáculos: “quem tem sede, venha a mim; e beba quem crê em mim. Como diz a Escritura, do seu seio fluirão rios de água viva” (Jo 7,37s). e o Evangelista explica: “Jesus dizia isso referindo-se ao Espírito, que haveriam de receber os que nele acreditassem” (Jo 7,39s). Também fala da água viva com a Samaritana, no diálogo com Nicodemos, quando anuncia a necessidade de um novo nascimento “pela água e pelo Espírito” para “entrar no Reino de Deus”.

A Igreja, portanto, instruída pelas palavras de Cristo, indo beber a experiência de Pentecostes e da própria, “história apostólica”, proclama, desde o início, a sua fé no Espírito Santo, como naquele que dá vida, aquele no qual o imperscrutável Deus uno e Trino se comunica com os homens, constituindo neles a nascente da vida eterna.

Então nos perguntamos como Jesus envia o Espírito a nós se ele já age desde os primórdios? Se Ele é parte integrante da família divina? Se Ele é Deus?

Parece que as palavras pronunciadas por Jesus no discurso de despedida devem ser relidas em comparação com aquele princípio tão longínquo, mas fundamental, que conhecemos pelo livro do Gênesis, “se eu não for, o Consolador não virá a vós; mas se eu for eu vo-lo enviarei”. Este, antes de mais nada, é um novo princípio. Ao começar pela queda original – se interpôs o pecado, que está em contradição com a presença do Espírito de Deus na criação e está, sobretudo, em contradição com a comunicação salvífica de Deus ao homem. A “partida” de Cristo mediante a cruz tem potência da Redenção; e isto significa também uma nova presença do Espírito de Deus ao homem no Espírito Santo. “Porque vós sois seus filhos Deus enviou aos vossos corações o Espírito do seu Filho que clama: Abbá! Pai!”. No fato de enviar o Espírito “aos nossos corações” começa a realizar-se o que “a própria criação aguarda ansiosamente”, a revelação dos filhos de Deus. E vem para permanecer com os apóstolos desde o dia de Pentecostes, para permanecer com a Igreja e na Igreja, mediante ela no mundo.

A missão do Messias, isto é, daquele que recebera a plenitude do Espírito Santo, em favor do povo eleito por Deus e de toda a humanidade. Messias literalmente significa “Cristo”, isto é “Ungido”, e na história da salvação significa “ungido pelo Espírito Santo”. Simão Pedro, na casa de Cornélio disse: “Vós conheceis o que aconteceu por toda a Judéia… depois do batismo pregado por João: como Deus ungiu com seu Espírito Santo e com poder Jesus de Nazaré” (At 10,37s).

O “sacramento” do Espírito de santidade e do consagração, era já desde os tempos do sacerdócio antigo, “um perfume composto segundo a arte do perfumador” (Ex 30,34-38). Assim é ainda agora na Igreja. Um perfume ou o santo óleo do batismo e da confirmação; perfume que serve igualmente para a consagração dos vasos sagrados e, em certas Igrejas do Oriente, dos recém casados.

* O ESPÍRITO SANTO E JESUS

Jesus de Nazaré é aquele que vem com o Espírito Santo e o traz como peculiar de sua própria pessoa, para infudi-lo através de sua humanidade: “Ele vos batizará no Espírito Santo”. Jesus anuncia sua vinda como de um “outro Consolador”, o qual, sendo o Espírito da Verdade, guiará os Apóstolos e a Igreja “a toda a verdade”. Isto se realizará em virtude da particular comunhão entre o Espírito Santo e Cristo: “receberá do que é meu para vo-lo anunciar” (Jo 16,14). É Ele o Espírito da verdade, o Paráclito enviado por Cristo ressuscitado para nos transformar e fazer de nós a sua própria imagem de ressuscitado.

* É ELE QUE NOS LEVA AO FILHO, AO PAI

“Consumada a obra que o Pai tinha confiado ao Filho sobre a terra” (Jo 17,4), no dia de Pentecostes foi enviado o Espírito Santo para santificar continuamente a Igreja, e, assim os que viessem a acreditar tivesse, mediante Cristo, acesso ao Pai num só Espírito” (Ef 2,18).

Existe uma oração na Igreja que se chama: Veni Creator. Esta oração contém o seguinte trecho: “Revelai-nos o Pai, o Filho e também vós, Espírito comum aos dois, fazei-nos sempre crer em vós”. A missão do Paráclito é justamente a de revelar aos fiéis o Mistério Trinitário.

Alguns trechos de Mercenier das pág. 361 a 379 nos dizem o seguinte: “A força do Espírito Santo que desceu sobre nós confirmou os fiéis no conhecimento da Trindade que nos fortifica…”

“O Pai é luz; o Verbo é luz; também é luz o Espírito Santo que foi enviado sobre os Apóstolos sob a forma de línguas de fogo; é por meio dele que o Pai é conhecido, que o Filho é glorificado, e que a todos os homens se torna conhecido um só poder, uma só substância, uma só adoração da Santíssima Trindade”.

02 – O ESPÍRITO SANTO REVELA O PECADO

* NOÇÃO DE PECADO

O pecado é uma falta contra a razão, a verdade, a consciência reta; é uma falta ao amor verdadeiro para com Deus e para com o próximo, por causa de uma apego perverso a certos bens. Fere a natureza do homem e ofende a solidariedade humana. Foi definido como “uma palavra, um ato ou um desejo contrários à lei eterna”.

É uma ofensa contra Deus, ergue-se contra o amor de Deus por nós e desvia Dele os nossos corações.

“Amor de si mesmo até o desprezo de Deus”.

* O PERDÃO PELA FORÇA DO ESPÍRITO SANTO

“Se dissermos: ‘Não temos pecado’, enganamo-nos a nós mesmos, e a verdade não está em nós. se confessarmos nossos pecados, Ele, que é fiel e justo, perdoará nossos pecados e nos purificará de toda injustiça” (1Jo 1,8-9).

Em Deus, o espírito que é amor faz com que a consideração do pecado humano se traduza em novas dádivas do amor salvífico. Se o pecado, rejeitando o amor, gerou o “sofrimento” do homem que, de algum modo, se estendeu a toda a criação, o Espírito Santo entrará no sofrimento humano e cósmico com uma nova efusão de amor, que redimirá o mundo.

* A CONVERSÃO

O “converter quanto ao pecado, por parte do Espírito Santo, torna-se um manifestar-se diante da criação” submetida à caducidade e, sobretudo no mais íntimo das consciências humanas, que o pecado é vencido pelo sacrifício de Jesus.

A conversão é o caminho de volta para o Pai.

A CONVERSÃO REQUER QUE SE LANCE LUA SOBRE O PECADO, CONTÉM EM SI MESMA O JULGAMENTO INTERIOR DA CONSCIÊNCIA. Pode-se ver nisso a prova da ação do Espírito de verdade no mais íntimo do homem, e isso se torna ao mesmo tempo o início de um novo Dom da graça e do amor. “Recebei o Espírito Santo”. Assim, nesta ação de “lançar luz sobre o pecado” descobrimos um duplo Dom: o Dom da verdade da consciência e o Dom da redenção. O espírito de verdade é Consolador.

03 – OS DONS DO ESPÍRITO SANTO EM SUAS MANIFESTAÇÕES NA VOCAÇÃO

* O ESPÍRITO SANTO – FONTE DE DEUS

Os dons do Espírito Santo são sete: sabedoria, entendimento, conselho, fortaleza, ciência, piedade e temor de Deus.

“Como podemos pensar no Espírito Santo sem pensar imediatamente no Ser Supremo… no Ser Infinito, imutável, com quem nenhuma criatura pode comparar?” (S. Basílio).

Deus é amor (1Jo 4,8), amor essencial. Podemos dizer que no Espírito Santo a vida íntima de Deus Uno e Trino se torna totalmente Dom, permuta de amor recíproco entre as pessoas divinas. O Espírito Santo é o Amor e Dom enquanto dádiva em relação às criaturas (Dom criado).

“O amor de Deus foi derramado em nossos corações pelo Espírito Santo que nos foi dado” (Rom 5,5).

* OS DONS NA VOCAÇÃO PESSOAL

Em plenitude pertencem a Cristo, Filho de Davi. Completam e levam à perfeição as virtudes daqueles que os recebem. Tornam os fiéis dóceis ‘as inspirações divinas’.

“Que teu bom espírito me conduza por uma terra bem aplanada” (Sl 143,10).

“Todos os que são conduzidos pelo Espírito de Deus são filhos de Deus… Filhos, portanto, herdeiros; herdeiros de Deus e co-herdeiros de Cristo”(Rom 8,14-17)

* OS DONS ESTÃO A SERVIÇO DO OUTRO E DA IDENTIFICAÇÃO PESSOAL E EDIFICAÇÃO DA IGREJA

Abrem-se as portas do Cenáculo e os Apóstolos dirigem-se aos habitantes peregrinos, que tinham vindo a Jerusalém por ocasião da festa, para dar testemunho de Cristo com o poder do Espírito Santo. E assim disse realiza o anúncio de Jesus: “Ele dará testemunho de mim: e também vós dareis testemunho de mim, porque estivestes comigo desde o princípio”(Jo 15,26).

“Sem dúvida que o Espírito Santo já agia no mundo, antes ainda que Cristo fosse glorificado. Contudo, foi no dia de Pentecostes que desceu sobre os discípulos, para permanecer com eles eternamente” (Jo 14,16); e a Igreja já apareceu publicamente diante da multidão e teve o seu início a difusão do Evangelho entre os pagãos, através da pregação” (Ad Gente).

* A VIVÊNCIA DA CARIDADE

A caridade é a virtude teologal pela qual amamos a Deus sobre todas as coisas, por si mesmo, e ao próximo como a nós mesmos, por amor de Deus.

Jesus fez da caridade o novo mandamento. Amando os seus “até o fim” (Jo 13,1), manifesta o amor que recebe do Pai. Fruto do Espírito Santo e plenitude da lei a caridade guarda os mandamentos de Deus e de seu Cristo: “permanecei em meu amor. Se observais os mandamentos, permanecereis no meu amor” (Jo 15,9-10). O Senhor exige que amemos como ele as crianças e os pobres.

O Apóstolo São Paulo traçou um quando incomparável da caridade em I Cor 13,4-7, e ainda “se não tivesse caridade, nada seria…” e tudo o que é privilégio, serviço e mesmo virtude…” “Se não tivesse caridade, isso nada me adiantaria” (I Cor 13,1-4).

* O ESPÍRITO E A MISSÃO

Não existe envio do Espírito Santo (depois do pecado original) sem a cruz e a ressurreição: “Se eu não for, não virá a vós o Consolador” (Jo 16,20). Estabelece-se também uma íntima ligação entre a missão do Espírito Santo e a missão do filho na Redenção. Esta missão do filho, num certo sentido, tem o seu “cumprimento” na Redenção. A missão do Espírito Santo “vai haurir” algo da Redenção: “Ele receberá do que é meu para vo-lo anunciar” (Jo 16,15). A Redenção é totalmente operada pelo Filho, como o Ungido, que veio e agiu com o poder do Espírito Santo, oferecendo-se por fim em sacrifício supremo no madeiro da cruz. E esta Redenção, ao mesmo tempo, é constantemente operada nos corações e nas consciências humanas na história do mundo – pelo Espírito Santo, que é o “outro Consolador”.

04 – OS FRUTOS DO ESPÍRITO SANTO

* A VIDA SEGUNDO O ESPÍRITO SANTO

A vida moral dos cristãos é sustentada pelos dons do Espírito Santo.

A vocação da humanidade consiste em manifestar a imagem de Deus e ser transformada à imagem do Filho único do Pai pelo Espírito Santo.

É grato para nós tomar consciência cada vez mais viva do fato de que, dentro da ação desenvolvida pela Igreja na história da salvação, inscrita na história da salvação da humanidade, está presente e a agir o Espírito Santo, aquele que anima com o sopro da vida divina, a peregrinação terrana do homem faz convergir toda criação, toda História, para o seu terno último no oceano infinito de Deus.

* O QUE INTERESSA NA VIDA CRISTÃ É DAR FRUTOS

A pessoa humana tem necessidade de vida social. Esta não constitui para ela algo acrescentado, mas é uma exigência de sua natureza. Mediante o intercâmbio com seus irmãos, o homem desenvolve as próprias virtualidades; responde assim a sua vocação.

Uma sociedade é um conjunto de pessoa ligadas de maneira orgânica por um princípio de unidade que ultrapassa cada uma delas. Assembléia ao mesmo tempo visível e espiritual, uma sociedade perdura no tempo: ela recolhe o passado e prepara o futuro. Por ela cada homem é constituído “herdeiro”, recebe “talentos” que enriquecem sua identidade e com os quais deve produzir frutos. Com justa razão deve cada qual dedicar-se às comunidades encarregadas do bem comum.

* OS FRUTOS DO ESPÍRITO – Gl. 5,22 e 55

Os frutos do Espírito são perfeições que o Espírito Santo modela em nós como primícias da glória eterna. A Tradição da Igreja enumera doze: “caridade, alegria, paz, paciência, longanimidade, bondade, benignidade, mansidão, fidelidade, modéstia, continência e castidade”.

05 – O ESPÍRITO SANTO E A ORAÇÃO

* O QUE É ORAÇÃO? POR QUE? COMO?

A oração é um Dom de Deus, mantém nossa união com Ele.

A oração é a elevação da alma a Deus ou a pedido de Deus dos bens convenientes (S. João Damasceno). De onde falamos quando rezamos? Das profundezas da nossa vontade própria, do nosso orgulho, ou das profundezas de um coração humilde e contrito? Quem se humilha será exaltado.

* O ESPÍRITO SANTO – MESTRE INTERIOR

O sopro da vida divina, o Espírito Santo, exprime-se e faz-se ouvir, da forma mais simples e comum, na oração. É belo e salutar pensar que onde quer que no mundo se reze, aí está presente o Espírito Santo sopro vital da oração. É belo e salutar reconhecer que, se a oração se encontra difundida por todo o universo, igualmente difundida é a presença e a ação do Espírito Santo, que “insufla” a oração no coração do homem. A oração é a revelação do abismo que é o coração do homem, apesar das proibições e das perseguições, e mesmo malgrado as proclamações oficiais. A oração leva o homem à profundidade que somente Deus pode preencher, precisamente pelo Espírito Santo!

“Espírito Santo, vem em auxílio da minha fraqueza, pois eu não sei orar como deve ser. Mas vem orar em mim com gemidos inefáveis, e tu ó Pai que perscruta os corações, tu sabes que é o Espírito que ora em nós, e que essa oração corresponde aos teus desígnios. Amém!” (Jean Lafrance)

“Para mim a oração é um impulso do coração, é um simples olhar lançado ao céu, um grito de reconhecimento e amor no meio da provação ou no meio da alegria” (Sta. Teresinha do Menino Jesus)

* PREDISPOSIÇÕES PARA REZAR

No sermão da montanha Jesus insiste na conversão do coração: a reconciliação com o irmão antes de apresentar uma oferenda no altar, o amor aos inimigos e a oração pelos perseguidos, orar ao Pai em segredo, não multiplicar as palavras, perdoar do fundo do coração e a busca do Resino.

A primeira e principal disposição para orar é a humildade para que o homem possa receber gratuitamente o Dom da oração; o homem é um mendigo de Deus.

* JESUS ENSINA O PAI NOSSO

“Estando num certo lugar, orando, ao terminar, um de seus discípulos pediu-lhe: ‘Senhor, ensina-nos a orar, como João ensinou seus discípulos’” (Lc 11,1). É em resposta a este pedido que o Senhor confia a seus discípulos e à sua Igreja a oração cristã fundamental. S. Lucas traz uma narração que contém 5 pedidos; S. Mateus traz uma que contém 7 pedidos; a tradição litúrgica da Igreja conservou o texto de S. Mateus.

Esta oração também é chamado de Oração Dominical ou Oração do Senhor.

Obs.: caro palestrante, você encontrará uma fonte riquíssima sobre este assunto no Catecismo da Igreja Católica.

06 – MARIA, O “SIM” À AÇÃO DO ESPÍRITO SANTO

* PLENA DO ESPÍRITO SANTO

A vida de Maria sobre a terra é um maravilhoso conjunto de todos os privilégios da natureza e da graça, de todas as prerrogativas e dignidades. Foi o Espírito Santo que lhe deu a graça, a formosura e a nobreza que a adornam e que depositou em seu coração os tesouros da ciência e bondade para que o Salvador encontra-se nela uma mãe. A vida de Maria é incontestavelmente a maior maravilha que podemos admirar em uma simples criatura; e toda essa maravilha é um Dom, uma prova do poder e bondade do Espírito Santo (Pe. Maurício Mescler – “O Dom de Pentecostes”).

* ACHASTE GRAÇA DIANTE DE DEUS

Maria é cheia de graça porque o Senhor está com ela. A graça com ela é cumulada é a presença daquele que é a fonte de toda graça. “Alegra-te filha de Jerusalém… o Senhor está no meio de ti” (Sf. 3,14s). Maria em quem vem habitar o próprio Senhor, é em pessoa a filha de Simão, a Arca da Aliança, o lugar onde reside a glória do Senhor: ela é a morada de Deus entre os homens” (Ap 21,3). “Cheia de graça” e toda dedicada àquele que nela vem habitar a que ela vai dar ao mundo.

* A SOMBRA DO ALTÍSSIMO TE COBRIRÁ

O Concílio no-lo diz: “A Santíssima Virgem… envolvida pela sombra do Espírito Santo… deu à luz o Filho, que Deus estabeleceu como primogênito entre muitos irmãos” (Rom 8,29), isto é entre os fiéis, em cuja regeneração e formação ela coopera com amor materno”. Ela, pelas suas graças e funções singulares… está intimamente unida à Igreja, contemplando a sua misteriosa santidade e imitando sua caridade… torna-se também ela mãe”.

* E ELA CONCEBEU DO ESPÍRITO SANTO

Maria é convidada a conceber àquele que habitará “corporalmente a plenitude da divindade” (Cl 2,9).

A resposta divina à sua pergunta “como se fará isto, se não conheço homem algum?” (Lc 1,34) é dada pelo poder do Espírito Santo: “O Espírito Santo virá sobre ti” (Lc 1,35).

O Espírito Santo é enviado para santificar o seio da Virgem Maria. Com efeito, o nascimento de Cristo “não lhe violou, mas sagrou a integridade virginal da sua mãe”.

* BENDITA ENTRE AS MULHERES, DA ANUNCIAÇÃO À CRUZ

O papel de Maria com a Igreja é inseparável de sua união com Cristo, decorrendo diretamente dela. “Esta união de Maria com seu Filho na obra da salvação manifesta-se desde a hora de sua concepção virginal até a sua morte” (LG 57).

A virgem avançou na sua peregrinação de fé, manteve fielmente sua união com o Filho até a cruz, onde esteve presente não sem desígnio divino, sofreu intensamente junto com seu unigênito. E com ânimo materno se associou ao seu sacrifício, consentindo com amor na imolação da vítima por ela gerada.

07 – O ESPÍRITO SANTO MOVENDO PARA A AÇÃO E O SERVIÇO

* A IGREJA/PREPARAÇÃO É ORIGEM

O tempo da Igreja teve início com a “vinda”, isto é com a descida do Espírito Santo sobre os Apóstolos, reunidos no Cenáculo com Maria.

“Sem dúvida que o Espírito Santo já agia no mundo, antes ainda que Cristo fosse glorificado. Contudo, foi no dia de Pentecostes que ele desceu sobre os discípulos, para permanecer com eles eternamente (Jo 14,16); e a Igreja apareceu publicamente diante da multidão e teve o seu início a difusão do Evangelho entre os pagãos, através da pregação (Ad Gentes, 4).

* O ESPÍRITO SANTO – QUEM MOVE

Com a vinda do Espírito Santo, eles sentiram-se capazes de cumprir a missão que lhes fora confiada. Sentiram-se cheio de fortaleza. Foi isso precisamente que o Espírito Santo operou neles; e é isto que ele continua a operar na Igreja, mediante os seus sucessores.

* ANÚNCIO * ESCOLHA

Meditar e explanar At 2,1-23 Meditar e explanar At 1,15-26

* SERVIÇO * COMUNHÃO

Meditar e explanar At 6,1-7 Meditar e explanar At 2,42s

BIBLIOGRAFIA

- Catecismo da Igreja Católica

- Carta Encíclica: Dominum et vivificantem – João Paulo II

- O sopro do Espírito de Deus – D. T. Maertens, OSB

- O Dom de Pentecostes – Maurício Meschler, SJ

HORÁRIO DO RETIRO VOCACIONAL II

Sexta-feira

18:00 h – Recepção

19:00 h – Dinâmica de entrosamento

19:30 h – Jantar

20:30 h – 1ª Colocação: “A pessoa do Espírito Santo”

21:30 h – Oração da Noite

22:00 h – Recolher-se

Sábado

07:00 h – Levantar

07:30 h – Oração da Manhã

08:00 h – Café

08:30 h – 2ª Colocação: “O Espírito Santo revela o pecado”

09:30 h – Deserto e confissões

11:00 h – 3ª Colocação: “Os dons do Espírito Santo e sua manifestação na vocação”

12:00 h – Almoço

13:00 h – Terço em grupos

14:00 h – 4ª Colocação: “Os frutos do Espírito Santo”

15:00 h – Lanche e oração pessoal

17:30 h – 5ª Colocação: “O Espírito Santo e a Oração”

18:30 h – Tempo Livre

19:30 h – Jantar

20:30 h – Adoração

21:30 h – Oração da noite

22:00 h – Recolher-se

Domingo

07:00 h – Levantar

07:30 h – Oração da Manhã

08:00 h – Café

08:30 h – 6ª Colocação: “Maria o ‘sim’ à ação do Espírito Santo”

09:00 h – Oração pessoal

10:00 h – Cafezinho

10:15 h – Filme ou Slide: “O Espírito Santo movendo para a ação

11:00 h – Missa

12:30 h – Almoço

13:30 h – Oração do terço

14:30 h – Adoração silenciosa

15:30 h – Avaliação

16:30 h – Lanche

17:00 h – Avisos e encerramento

- Oração Vocacional

- Oração do Pai Nosso

- Bênção do Diácono

AVALIAÇÃO DO RETIRO VOCACIONAL II

1 – Como você se sente em relação à sua decisão vocacional?

2 – O que significou para você este Retiro?

3 – Deixe uma mensagem.

Nome: idade (Data nasc.:) ___/___/___

Reg. Past.:

End.:

Telefone:

Paróquia:

ORIENTAÇÕES PARA O RETIRO VOCACIONAL II

1. Somente os jovens que fizeram o Encontro de Discernimento

2. Encontro alegre e juvenil, porém silencioso

3. Dinâmicas, cartazes e local agradável

4. Músicas vocacionais para o encontro e músicas litúrgicas para a missa; com violão ou guitarra, pandeiros e chocalhos.

5. As palestras devem ser administradas pelos membros da PVD, padre, diácono, religiosos ou seminaristas. Todos devem pegar os temas com 15 dias de antecedência com a coordenação do Retiro.

6. A comissão Provincial deve preencher a ficha do candidato(a) e anotar nessa ficha o progresso vocacional do(a) jovem. Deve haver o parecer da Comissão Provincial sobre sua vocação.

7. O evento é organizado pela Comissão Provincial

8. A Comissão Provincial deve estar por dentro do retiro e marcar presença

9. O convite para os jovens deverá ser feito 30 dias antes do encontro atingindo todos os jovens interessados

10. O Retiro tem que ser vocacional

11. O coordenador do Retiro deve mandar para a Comissão Provincial um relatório do encontro

12. A Comissão Provincial deve ter um arquivo com as fichas dos jovens que participarem e depois acompanhá-los

13. Quando for um profissional, por exemplo um psicólogo, ele tem que ser bem esclarecido a respeito da filosofia, dos passos e do espírito do encontro

14. As fichas têm que ser devolvidas com 10 dias de antecedência e com a taxa paga

15. Deverá ter uma livraria e banca para vender artigos religiosos e doces, para manutenção da PVD. Isto será a cargo da Comissão Provincial.

16. O Retiro deve dispor de equipes: Liturgia, secretaria, coordenação, animação, música, limpeza e um motorista. Quando houver pernoite, deve ter 4 senhoras para ficar com as meninas e 4 senhores para ficar com os meninos à noite.

17. Deve ser exigido respeito e silêncio no Retiro

18. É proibido ao jovem levar para o encontro: cigarros, bebidas, celular e aparelho de som

19. O horário deve ser respeitado. Chegar na hora marcada e sair na hora marcada. Qualquer exceção deve ser feita somente com a organização do encontro, e na evidência de um motivo justo.

—————————————————————————————————————————–

Cidade, / de

Caro Jovem,

A Pastoral Vocacional vem por meio desta fazer a você um convite muito especial.

Participe conosco de mais um

RETIRO VOCACIONAL

É o Senhor que o chama e convida para participar deste encontro:

VEM E VÊ! DEPOIS DECIDA!!!

è LOCAL:

è IMPORTANTE:

- trazer caderno, caneta e a Bíblia

- trazer o coração bem aberto

- querer conhecer Jesus e saber qual é a sua vocação

è INÍCIO

è TÉRMINO

è TAXA:

Até lá! Esperamos por você!

_ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _

Coordenador

FICHA DE INSCRIÇÃO

Nome:

Data Nasc.:

Rua:

Bairro:

Telefone:

Local Nasc.:

Você trabalha?

Onde?

Qual sua função?

Você estuda?

Onde?

Qual é o seu grau de escolaridade?

Nome do Pai

Idade

Profissão

Nome da mãe

Idade

Profissão

Assinatura do pai ou responsável

Assinatura do pároco

Qual é a sua região pastoral

Qual sua participação na paróquia

ENCONTRO OPÇÃO I

TEMA: “OPÇÃO POR JESUS”

INTRODUÇÃO:

* dinâmica introdutória ao tema

01 – JESUS CRISTO

* QUEM É JESUS

O Filho do Pai Eterno fez-se homem para nos salvar. Nascendo criança por obra do Espírito Santo, o Filho quis Ter um nome como todo homem tem: Chamou Jesus.

Este mistério de o Filho de Deus fazer-se homem e peregrinar na terra, como Deus e como homem ao mesmo tempo, chamamos mistério da encarnação. Jesus nasceu no tempo do Império Romano, na Judéia, na mesma cidadezinha onde nascera o Rei Davi, criou-se em Nazaré, na Galiléia, e pregou o Evangelho na Palestina toda (Judéia, Galiléia e Samaria) e no território da Decápode.

ENCONTRO OPÇÃO II

TEMA: “NÃO SOU EU QUE VIVO,

É CRISTO QUE VIVE EM MIM”

INTRODUÇÃO:

* dinâmica introdutória ao tema

01 – OBJETIVO

Concretizar o processo de discernimento para uma escolha fiel a Cristo, uma opção fundamental para servir o reino com radicalidade.

02 – MINHA VIDA PARA SERVIR O REINO

- filme – “O sonho de Dom Bosco”

- por que o nome do filme? Qual é o seu sonho?

- Como você analisa o espírito de luta pela vocação do jovem João?

- Você é de acordo que a alegria é fundamental para a opção pelo reino?

- Como você analisa as palavras da mãe de Dom Bosco?

- Você tem “certeza” do que quer, é este o caminho?

03 – ORAÇÃO: REVISÃO DE VIDA

· cantos, ambientes e cartazes

· texto Rm 12,9-21

· meditação

· slide = parábolas do Séc. XX

· oração pessoal

· canto final

04 – VIDA EM COMUNIDADE

* O que é comunidade? Conceito

A comunidade é o lugar teológico do Dom

* Textos bíblicos

- At 1,12-14 – A primeira comunidade

- At 2,42-47 – 1º retrato da comunidade

- At 4,32-37 – 2º retrato da comunidade

- At 5,1-16 – A comunidade e o Sacramento do Espírito

* Elementos necessários para uma vida comunitária no Seminário ou no Convento

a) Oração

b) Estudos

c) Trabalhos

d) Esportes/Lazer

e) Fraternidade

* Dinâmica

- conhecer a casa

05 – OS VOTOS RELIGIOSOS

Os votos religiosos de Pobreza, Castidade e Obediência foram considerados sempre como elemento fundamental da vida religiosa na Igreja.

Cân. 1191/1 – O voto, é promessa deliberada e livre de um bem possível, feita a Deus, deve ser cumprida em razão da virtude de religião.

Cân 654 – pela profissão religiosa os membros assumem como voto público a observância dos três conselhos evangélicos, pobreza, obediência e castidade, consagrando-se a Deus pelo ministério da Igreja e são incorporados ao Instituto com os direitos e deveres definidos pelo direito.

* SENTIDO TEOLÓGICO

A vida religiosa é um modo de existência cristã, um estado eclesial, um estado teológico com anterioridade e independência a respeito da legislação canônica e das diversas formas contingentes e hoje institucionalizadas de viver os conselhos evangélicos que foram surgindo no curso da história da Igreja.

O estado religioso, ou vivência comprometida e fraterna dos conselhos evangélicos é na Igreja e por vontade de Cristo uma situação objetiva, uma doação permanente de graça, um modo estável de vida cristã, ou seja uma vocação e uma resposta que não pode faltar nela.

O estado teológico provém da entidade mesma do Dom comunicado por Deus.

Cristo entregou-se irrevogavelmente à sua Igreja, vivendo na totalidade para Deus e para os homens. E sua virgindade, pobreza e obediência é a expressão visível e real dessa auto-doação absoluta e sem reservas, definitiva e irrevogável. A virgindade, a pobreza e a obediência, são historicamente, as três dimensões mais profundas e significativas do viver humano de Cristo.

A vida religiosa consiste no seguimento mais perfeito possível deste modo de viver de Cristo.

* CASTIDADE

É a virtude que regula a sexualidade, segundo os valores do Evangelho. É necessária a todas as pessoas, tanto para sua integridade pessoal como para o crescimento e desenvolvimento harmônico.

Na vida religiosa faz-se o voto de castidade consagrada, por causa do Reino de Deus ou Celibato consagrado.

* CELIBATO É O ESTADO DE NÃO MATRIMÔNIO

Celibato consagrado é o não matrimônio e observância perfeita da abstinência sexual, por causa do reino dos céus.

O celibato consagrado é um Dom de Deus. Nos textos evangélicos, o celibato aparece sempre ao lado do matrimônio e é contemplado como anúncio e realização, já desde agora, da realidade da ressurreição (Mt 22), como vocação e graça (Mt 19), como abandono e disponibilidade (Lc 18).

O fundamento, a causa e o efeito da castidade no celibato religioso é o melhor elemente de discernimento para a virtude, com maior vazão quando a finalidade de uma vocação ao celibato se situa “em um mundo em que o amor está sendo esvaziado de sua plenitude, em que a desunião acrescenta distâncias por toda parte e o prazer se erige em ídolo e os que pertencem a Deus, pela castidade consagrada serão presença do amor com que Cristo amou sua Igreja e se entregou a si mesmo por ela (Cl 5,26). Será finalmente para todos sinal luminoso da libertação escatológica vivida na entrega a Deus e a nova e universal solidariedade com os homens.

Só o amor de Deus, importa acentuá-lo, chama de forma decisiva à castidade religiosa. Este amor, de resto, exige de modo tão imperioso a caridade fraterna, que o religioso viverá mais profundamente com os seus contemporâneos no coração de Cristo. Desta forma, o Dom de si mesmo feito a Deus e aos outros, será fonte de uma paz profunda. Sendo nitidamente positiva, a castidade testemunha o amo preferencial para com o Senhor e simboliza, de maneira mais eminente e absoluta, o mistério da união do corpo místico com sua cabeça, da esposa com seu eterno esposo. Quando esta é realmente vivida por causa do Reino dos céus, a castidade consagrada liberta o coração do homem, tornando-o assim “como que sinal e incentivo do amor e, ainda, fonte privilegiada de fecundidade espiritual no mundo”. Embora este último nem sempre a reconheça, ela permanece, não obstante, misticamente eficaz, no meio dele.

* CONSAGRAÇÃO

Palavra derivada do verbo consagrar – tornar sagrado – reservado ao sagrado Consagrar por parte de Deus é tomar posse plena, reservar para si especialmente, invadir e penetrar com a própria santidade. Por parte do homem é entregar-se a Deus sob o impulso de sua graça. Deixar-se transformar por dentro, renovar-se interiormente e sobretudo, deixar-se configurar com Jesus Cristo que é o Consagrado.

A consagração no sentido teológico implica a relação estritamente pessoal, de tu a Tu, com Deus. é referência direta e imediata a Ele, aplicável só a pessoa. Porque só a pessoa pode relacionar-se de modo íntimo, intranhável com Deus.

A consagração religiosa é graça. E, por isso, ação divina transformadora do homem, no seu ser e no seu agir. Toca e renova o mais íntimo da pessoa humana, porém, não pode ficar num ambiente ontológico.

06 – GRUPOS DE DIÁLOGO/APRESENTAÇÃO

07 – PERSEVERANÇA E FIDELIDADE

O que importa é caminhar, completar a fé, responder a Deus que chama.

I – CAMINHAR COM A IGREJA

Como?

Para seguir alguém é preciso amá-lo e para tanto é necessário conhecê-lo.

Você conhece a sua Igreja?

A Constituição Conciliar “Lumen Gentium” do Vaticano II contém a doutrina sobre a Igreja. Foi promulgada por Paulo VI a 21 de novembro de 1964.

Com o arcebispo de Milão queremos repetir resumindo os oito capítulos desse documento conciliar com oito bem-aventuranças da Igreja.

- Bem-aventurada és tu, Igreja, porque mistério!

- Bem-aventurada és tu, Igreja, porque povo de Deus!

- Bem-aventurada és tu, Igreja, por tua Hierarquia!

- Bem-aventurada és tu, Igreja, por teu laicato!

- Bem-aventurada és tu, Igreja, por tua santidade!

- Bem-aventurada és tu, Igreja, por teus religiosos e religiosas!

- Bem-aventurada és tu, Igreja, por teu destino eterno!

- Bem-aventurada és tu, Igreja, por tua Mãe Maria!

O MISTÉRIO DA IGREJA – a Igreja de Cristo. Sacramento da unidade dos homens em Deus, é um Mistério sobrenatural; nela se atua um desígnio do Pai celeste, que é o de convocar os homens para uma grande comunidade de irmãos do Cristo Jesus.

Prenunciada desde o princípio do mundo, ela foi concretizada pela ação redentora do Filho de Deus, e consumada pela missão do Espírito Santo, desde Pentecostes.

Sendo uma presença germinal do reino de Deus no mundo e na história, constitui o Corpo Místico de Cristo, onde a humanidade é vivificada sobrenaturalmente.

Ao mesmo tempo que realidade espiritual e mística, é também possuidora de uma estrutura visível e hierárquica, que subsiste na Igreja Católica, Apostólica, Romana.

Peregrinando na história até o dia de sua consumação, é chamada a prolongar a imagem e a missão do Cristo Servidor e Redentor.

O POVO DE DEUS – Enquanto povo de Deus no Cristo Jesus, a Igreja, a Igreja consta dos homens que crêem em Cristo e exprimem no Batismo sua adesão a Ele.

Todos os fiéis participam do sacerdócio, do profetismo e da realeza do Cristo Jesus. Destinando-se a abrigar o inteiro e variegado gênero humano, o povo de Deus tem, plenamente incorporados a si, os fiéis católicos (e em desejo os catecúmenos) quando, além dos sinais da fé (e comunhão eclesiástica), possuem o Espírito Santo. Os cristãos não-católicos estão imperfeitamente incorporados, do ponto de vista dos sinais da fé. Os não-cristãos estão ordenados, por diversas razões, ao mesmo povo de Deus.

Sendo do desígnio divino que todos os homens se incorporem perfeitamente ao povo de Deus em marcha, compete à Igreja Católica uma tarefa essencialmente missionária de atração dos homens à plenitude dos sinais da fé.

CONSTITUIÇÃO HIERÁRQUICA DA IGREJA – Cristo instituiu a Igreja visível ordenada de ministérios. Instituiu o Colégio Apostólico (sob Pedro), que se prolonga, de certo modo, no Colégio dos Bispos (sob o Papa).

O Episcopado é conferido através de um sacramento, o qual não é outro senão a plenitude do sacramento da Ordem.

Cada Bispo, singularmente, só preside a uma Igreja particular, mas deve Ter solicitude pelos interesses de toda a Igreja. Em seu ministério, devem e podem os bispos ensinar, santificar e pastorear.

Cooperadores da Ordem episcopal são os presbíteros, que embora não possuam o ápice do pontificado, participam da mesma dignidade sacerdotal.

No seu grau inferior da Hierarquia estão os Diáconos, que servem ao povo de Deus na liturgia, na pregação e na ação caritativa.

OS LEIGOS – Os fiéis que vivem no mundo, sem serem clérigos, nem religiosos, são os leigos. Cabe-lhes realizar um apostolado não só de participação na evangelização dos homens, mas também de inauguração cristã da vida temporal.

Obedeçam e colaborem com os pastores, dentro da obra comum que empreendem.

VOCAÇÃO UNIVERSAL À SANTIDADE – Todos na Igreja são chamados à santidade, a qual, porém, há de desenvolver segundo modalidades diferentes, conforme os diferentes carismas, encargos, estados de vida.

A santidade consiste essencialmente na perfeição da caridade à disposição muitos meios sobrenaturais, na Igreja.

OS RELIGIOSOS – Os cristãos que abraçam estavelmente os conselhos evangélicos de castidade, pobreza e obediência, chamam-se religiosos. Querem colher abundantemente frutos da graça batismal e devotar-se bem da Igreja.

Sua existência é feita para manifestar de modo especial a figura de Cristo e a ação do Espírito Santo, e para preludir uma visão da escatologia.

ÍNDOLE ESCATOLÓGICA DA IGREJA PEREGRINANTE E SUA UNIÃO COM A IGREJA CELESTE – A Igreja, na terra, está em caminho, não atingiu sua perfeição. Desde já, porém, comunga com os fiéis da Igreja celeste, aos quais venera como exemplares e amigos; e também com os defuntos que morreram em Cristo, e ainda necessitam de sufrágios.

A BEM AVENTURADA VIRGEM MARIA, MÃE DE DEUS, NO MISTÉRIO DE CRISTO E DA IGREJA – A Virgem Maria está no âmago do mistério de Cristo e da Igreja, pois Deus quis que Cristo, Cabeça da Igreja, nascesse de suas entranhas.

Prenunciada no Antigo Testamento, a Virgem é apresentada, no Novo Testamento, como aquela que aceitou ser a cooperadora do desígnio divino da Redenção, e como a perene ordem da graça, experimentando a Igreja sua contínua intercessão materna.

Maria se deve ser dita ainda, por todo o mistério que nela se realizou. E por sua vida evangélica, o tipo da Igreja e o exemplar dos fiéis.

A Maria se deve um culto especial, embora essencialmente distinto da adoração que se presta a Deus e a Cristo.

Nela a Igreja vê sempre seu sinal de esperança e conforto.

Conhecer a Igreja nos leva a amá-la e consequentemente a servi-la com todo o nosso ardor, com todo o nosso entusiasmo e todas as nossas forças.

2 – BUSCA DA VERDADE

Para vivermos uma vida autenticamente humana, tempo de amar muito a verdade, que é, de certo modo, um valor sagrado e requer, portanto, que seja tratada com respeito e amor. A verdade fica às vezes tão obscurecida pelo pecado, pelas paixões e pelo materialismo que, se não a amássemos, não nos seria possível reconhecê-la. É tão fácil aceitar a mentira quando vem em ajuda da preguiça, da vaidade, da sensualidade, do falso prestígio.

O Senhor ama tanto esta virtude que declarou a respeito de si mesmo: Eu sou a Verdade. (Jo 14,6). O demônio é mentiroso e pai da mentira (Jo 17,17).

SINCERIDADE – Hoje fala-se muito de sermos sinceros, autênticos; não obstante, os homens tendem a ocultar-se no anonimato e, com freqüência, disfarçam os verdadeiros motivos dos seus atos diante de si próprios e dos outros. Tentam também passar anonimamente diante de Deus e recusam o encontro pessoal com Ele na oração e no exame de consciência. E, no entanto, não poderemos ser bons cristãos se não houver sinceridade conosco próprios, com Deus e com os outros.

A sinceridade conosco próprios leva-nos a reconhecer as nossas faltas sem dissimulá-las, sem procurar falsas justificações; faz-nos estar sempre alerta diante da tentação de “fabricar” a verdade. De pretender que seja verdade aquilo que nos convém, como é o caso daqueles que pretendem enganar-se a si próprios dizendo que, “para eles”, não é pecado isto ou aquilo que é proibido pela lei de Deus. O subjetivismo, as paixões e a tibieza podem contribuir para a insinceridade conosco próprios. A pessoa que não vive essa sinceridade radical deforma com facilidade a sua consciência e chega à cegueira interior a respeito das coisas de Deus.

Outro modo freqüente de nos enganarmos é não querer chegar às últimas conseqüências da verdade para não Ter que enfrentá-las ou não dizer toda a verdade: “Nunca queres esgotar a verdade para não passares um mau bocado. Algumas, para evitá-lo aos outros. E, sempre, por covardia – com esse medo de aprofundar, jamais serás homem de critério”.

Para sermos sinceros, o primeiro meio que temos de empregar é a oração; pedir ao Senhor que nos ajude a ver os erros, os defeitos do caráter…, que nos dê fortaleza para reconhecê-los como tais, e valentes para pedir ajuda e lugar. Em segundo lugar, o exame de consciência diário, breve mas eficaz, para nos conhecermos. Depois, a direção espiritual e a confissão, abrindo de verdade a alma, dizendo toda a verdade, com desejo de que reconheçam a nossa intimidade para que possam ajudar no nosso caminho para Deus. “Não permitais que se aninhe na vossa alma um foco de podridão, por muito pequeno que seja. Falai. Quando a água corre, é límpida; quando se estanca, forma um charco de porcaria repugnante, e de água potável converte-se em caldo de bichos”. Com freqüência, dizer em primeiro lugar aquilo que mais nos custa é o propósito que nos ajudaria a ser sinceros.

Se afastarmos esse demônio mudo com a ajuda da graça, verificamos que um dos frutos da sinceridade é a alegria e a paz da alma. Por isso pedimos a Deus essa virtude, para nós e para os outros.

Sinceros com Deus, conosco próprios e com os outros. Se não o formos com Deus, não podemos amá-lo nem servi-lo; se não formos conosco próprios, não poderemos Ter uma consciência bem formada, que ame o bem e rejeite o mal; se não formos com os outros, a convivência tornar-se-á impossível e não agradaremos a Deus.

Os que nos rodeiam devem saber que somos pessoas verazes, que nunca mentem ou enganam. A nossa palavra de cristãos e de homens e mulheres honrados deve Ter um grande valor diante dos outros. Dizei “sim” se for sim; “não” se for não, pois tudo o que a passa disso vem do Maligno (Mt 5,37). O Senhor quer realçar a palavra do homem de bem que se sente bem que se sente comprometido pelo que diz.

O amor à verdade deve levar-nos a retificar, se nos enganamos. “Acostuma-te a não mentir nunca de maneira consciente, nem para te desculpares, nem por outro motivo qualquer, e para isso, lembra-te de que Deus é o Deus da verdade. Se por isso faltas a verdade por um erro, retifica-o imediatamente, se podes, com alguma explicação ou reparação; faze-o assim, pois uma verdadeira explicação tem mais graça e força para desculpar do que a mentira” (São Francisco de Sales).

HONESTIDADE – Podemos entendê-la por integridade de caráter, retidão, lealdade. Está relacionada com veracidade, sinceridade. Lealdade é a veracidade na conduta: manter a palavra dada, as promessas, os acordos. Os nossos amigos e as pessoas com quem nos relacionamos devem conhecer-nos como homens e mulheres leais. A fidelidade é a lealdade a um compromisso estrito que se contrai com Deus ou diante d’Ele. Jesus Cristo foi conhecido como aquele que é fiel e veraz (Apoc 19,11). E a Sagrada Escritura fala constantemente de Deus como aquele que é fiel ao pacto com o seu povo, Aquele que cumpre com fidelidade o plano de salvação que prometeu (Rom 3,7). A deslealdade é sempre uma fraude, ao passo que a lealdade é uma virtude indispensável na vida pessoal e na vida social.

Também podemos entender honestidade como sinônimo de pureza e castidade. Os costumes judaicos, como por exemplo as purificações, não se faziam por meros motivos de higiene ou de urbanidade, mas por terem um significado religioso, eram símbolo da pureza moral com que é necessário aproximar-se de Deus, participarem do seu culto e verem o seu rosto. Mas os fariseus retiveram apenas aquilo que era exterior, e aumentaram até os ritos e a sua importância, ao mesmo tempo que descuravam o fundamental: a limpeza de coração, da qual todas as coisas externa eram sinal e símbolo.

Jesus rejeita a mentalidade que se ocultava por trás daquelas prescrições, desprovidas de conteúdo interior, e ensina-nos a amar a pureza de coração, que nos permitirá ver a Deus no meio das nossas tarefas. Ele quer – assim no-lo disse tantas vezes! – reinar nos nossos afetos, acompanhar-nos nas nossas atividades, dar um sentido novo a tudo o que fazemos.

A pureza de alma – castidade e retidão interior nos afetos e sentimentos – tem que ser plenamente amada e procurada com alegria e com empenho, apoiando-nos na graça de Deus. Só pode ser alcançada mediante uma luta positiva e constante, prolongada ao longo de uma vida que se mantém vigilante pelo exame de consciência diário, para não pactuar com pensamentos e atitudes que afastam de Deus e dos outros; é também fruto de um grande amor à confissão freqüente e bem feita, mediante a qual o Senhor nos purifica e nos “lava” o coração, cumulando-nos da sua graça.

3 – FIDELIDADE A JESUS

PAIXÃO POR ELE – Voltados à tese: para amar alguém é preciso conhecê-lo.

Conhecemos realmente quem é Jesus?

Jesus, Filho Unigênito do Pai, perfeito Deus e homem perfeito ensina-nos com seu exemplo como devemos servir e ajudar os que estão à nossa volta: Dei-vos o exemplo, para que, assim como eu fiz, façais vós também (Jo 13,15). São Paulo exorta os cristãos à caridade e à humildade: Tende os mesmos sentimentos que teve Cristo Jesus (Fil 2,5).

Cristo é o nosso modelo no modo de vivermos as virtudes, no relacionamento com os outros, na maneira de realizarmos o nosso trabalho, em tudo. Imitá-lo é compenetrar-se de um espírito e de um modo de sentir que devem informar a vida ou o lugar que ocupe na sociedade.

Para imitarmos o Senhor, para sermos verdadeiramente seus discípulos, “é preciso que nos contemplemos nEle. Não basta Ter uma idéia geral do espírito de Jesus, mas é preciso aprender dEle pormenores de atitudes. E sobretudo é preciso contemplar a sua passagem pela terra, as suas pisadas, para extrair daí força, luz, serenidade, paz. Quando amamos uma pessoa, desejamos conhecer até os menores detalhes de sua existência, do seu caráter, para assim nos identificarmos com ela. É por isso que temos que meditar na história de Cristo, desde o seu nascimento num presépio até a sua morte e ressurreição”.

Com a ajuda da graça podemos contemplar a Paixão tal como a viveu o próprio Cristo. Parece-nos impossível consegui-lo e sempre será uma visão terrivelmente pobre em comparação com a realidade, com que de fato sucedeu. Mas para nós pode ser uma oração de extraordinária riqueza. São Leão Magno diz que “quem quiser de verdade venerar a paixão do Senhor deve contemplar de tal maneira Jesus crucificado com os olhos da alma. Que chegue a reconhecer a sua própria carne de Jesus.

Que experimentaria a santidade infinita de Jesus no Getsêmani, assumindo todos os pecados do mundo, as infâmias, as deslealdades, os sacrilégios…? Que solidão a sua diante daqueles três discípulos que levava consigo para que lhe fizessem companhia, e que por três vezes os encontrou dormindo? Ele também vê, em todos os séculos, esses amigos seus que adormecerão nos seus postos, enquanto os inimigos permanecem em vigília.

Para podermos conhecer e seguir o Senhor, devemos comover-nos ante a sua dor e desampara, sentir-nos protagonistas, não apenas espectadores, dos açoites, dos espinhos, dos insultos, dos escarros, dos abandonos, pois foram os nossos pecados que o levaram ao Calvário.

A meditação da Paixão de Cristo trar-nos-á inúmeros frutos. Em primeiro lugar, ajudarnos-á a Ter uma grande aversão por todo pecado, pois ele foi trespassado por nossas iniqüidades, por nossos crimes é que foi torturado (Is 53,3). Jesus Cristo crucificado deve ser o livro pelo qual, a exemplo dos santos, leiamos constantemente para aprender a detestar o pecado e a inflamar-nos no amor de um Deus que nos amou tanto; porque nas chagas de Cristo leremos toda a malícia do pecado e as provas de amor que Ele teve conosco, sofrendo tantas dores precisamente para declarar quanto nos amava (Santo Afonso Maria de Ligório).

E então sentiremos que “o pecado não se reduz a uma pequena ‘falta de ortografia’: é crucificar, rasgar a marteladas as mãos e os pés do Filho de Deus, e fazer-lhe saltar o coração”. Um pecado é muito mais do que “um erro humano”.

O pecado, a infidelidade em maior ou menor grau, é sempre uma negação de Cristo e do que há de mais nobre em nós. Dos melhores ideais que o Senhor semeou no nosso íntimo.

Amemos apaixonadamente o Senhor que deu até a última gota de seu sangue como prova de seu grande amor por nós, apesar de nossas misérias e fraquezas…

4 – AMAR A SAGRADA ESCRITURA

Ignorar a Escritura é ignorar o próprio Cristo, dizia são Gerônimo, que a pedido do Papa São Dâmaso realizou uma versão latina da Bíblia que seria depois conhecida com o nome de Vulgata.

É preciso que tenhamos grande interesse em ler a Palavra de Deus, meditá-la e vivenciá-la.

Há um documento conciliar Dei Verbum promulgada a 18 de Novembro de 1965 por Paulo VI que nos dá a Doutrina sobre a Revelação.

Eis, em resumo, o Documento:

A REVELAÇÃO DIVINA: Deus cognoscível aos homens através da criação, quis manifestar-se a eles de um modo superior a tornar-lhes conhecido Seu desígnio de levá-los até a participação de Sua divina natureza.

Tal revelação, começa no início da História, não ficou anulada pelo pecado, mas ao contrário, passou a acenar par uma Redenção.

Em Cristo ele teve seu mediador supremo e sua plenitude.

Exige-se dos homens uma resposta de fé (livre e sobrenatural) às palavras ações de Deus Revelador e Redentor.

A TRANSMISSÃO DA REVELAÇÃO: Começou com os apóstolos, passou depois à Igreja.

Na época dos apóstolos, foi feita através de sua pregação oral e de seus escritos inspirados.

Na Igreja, onde a Revelação se conserva e cresce em compreensão, com participação de todo o povo e Deus, só o magistério tem o ofício de interpretá-la.

A SAGRADA ESCRITURA: Tendo Deus por autor principal, a Escritura encerra somente a verdade, em que tudo que diz respeito à nossa salvação.

Redigida por homens que, embora inspirados, escreveram dentro de sua mentalidade e cultura próprias, a Bíblia deve ser interpretada levando em consideração os diferentes estilos e circunstância de sua redação.

Nessa exegese, a última palavra pertence sempre não aos exegetas mas ao Magistério Eclesiástico.

O Antigo Testamento, sem deixar de ser verdadeira palavra de Deus, de perene valor, tem um cunho preparatório: aponta para Cristo e para seu reino, em cuja luz, apenas, pode ser esclarecido totalmente.

O Novo Testamento, é a parte principal da Bíblia, e nele gozam de primazia os Evangelhos, onde o que Jesus fez e ensinou está transmitido fielmente, ainda que dentro das diversas perspectivas e condições (catequética, querigmáticas, etc.) nas quais os escritores apostólicos o redigiram.

A Igreja venera a Sagrada Escritura como Palavra de Deus, nela encontrando força e sustento. Recomenda sua difusão, seu estudo e sua piedosa leitura, a todos os fiéis, especialmente aos clérigos.

5 – FIDELIDADE AO CHAMADO

O CHAMADO É DE DEUS – Deus é o sujeito de toda vocação; é dEle toda iniciativa. Na Bíblia temos vários exemplos do chamado divino: Abraão (Gn 12,1), José do Egito (Gn 37,20), Moisés (Ex 7,7), Samuel (1 Sam 1,10ss), Saul (1 Sam 9,2), Davi (1Sam 17,34s), Elias (1Reis 17,1), Isaías (Is 6,5), Jeremias (Jer 1,4), João Batista (Lc 1,5-7), os Apóstolos (Jo 1,35-39; Lc 6,12-16; Mc 3,13-14), Paulo (At 22,21), Maria (Lc 1,28).

Desfilaram diante de nossos olhos as maiores figuras da história da salvação. Chegou agora o momento de descobrir os traços comuns, que marcaram todas estas histórias, para termos assim uma compreensão mais completa da vocação na Bíblia.

Da parte de Deus, podemos distinguir uma tríplice ação, como a Igreja a distingue na comunicação de todas as graças de Deus. Em antiga oração do Missal rezamos: “Nós vos rogamos, Senhor, que vossa graça nos previna sempre, nos acompanhe e nos favoreça”.

Estes três momentos também aparecem com clareza na vocação, como graça de Deus: 1) Deus previne, toma a iniciativa para a vocação; é Ele que chama. 2) Deus acompanha o homem que ele chamou, para aceitar e viver a sua vocação. 3) Deus favorece a vocação, dando-lhe a eficácia, o êxito final. Vejamos de perto estes três momentos:

1) Deus toma a iniciativa: os autores do Antigo Testamento, que nos deixam a história das grandes figuras da salvação, estavam tão compenetrados da iniciativa divina na vocação, que nos apresentaram o próprio Deus falando à viva voz com seus eleitos. É muito difícil para nós sabermos exatamente como os chamou, na realidade. Não podemos simplesmente excluir que ouviram diretamente uma voz do céu, como São Paulo testemunha Ter ouvido. Mas a apresentação desta voz divina pode ser uma maneira pela qual os autores da Bíblia queriam mostrar aos leitores que de fato foi Deus que chamou os grandes santos da história da salvação.

Na realidade pode Ter havido um conjunto de fatores pelos quais se manifestou a vontade divina sem deixar dúvidas. Já na história de Samuel vimos que o tríplice chamado de Deus, em sonho, tem sido um modo maravilhoso de contar o lento despertar de Samuel para as inspirações de Deus, no seu coração, sob a assistência do sacerdote Heli. Na história de José do Egito, não encontramos uma intervenção extraordinária e evidente de Deus, senão o fato de que ele se sabe inspirado por Deus, na hora em que lhe pedem explicação de sonhos. Não há dúvida, porém, que José recebeu uma vocação divina, como ele próprio afirmou em suas palavras a seus irmãos: “Vossa intenção era de fazer-me mal, mas Deus tirou daí um bem; era para fazer, como acontece hoje, com que se conservasse a vida de um grande povo” (Gen 50,19).

A iniciativa divina difere de vocação para vocação; ora é mais expressa, ora mais velada. Isaías narrou como o chamamento de Deus lhe veio expressamente por uma visão grandiosa. Jeremias já o recebeu mais veladamente por uma voz interna, na hora da meditação. Mas tão pouco conheceu dúvidas sobre a presença de Deus.

Para a excepcional vocação de João Batista, Deus tomou a iniciativa já antes de seu nascimento, através da aparição do anjo Gabriel a seu pai Zacarias e pela inesperada fecundidade de Isabel sua mãe. Desde pequeno soube-se predestinado a ser precursor do Messias: “E tu, menino, precederás ante a face do Senhor…” (Lc 1,76).

Também para Maria Santíssima veio a iniciativa divina através da anunciação do anjo, que lhe confirmou a presença privilegiada, que sempre sentira de Deus, em sua vida e a qual Ele fez cumular agora na conceição maravilhosa do Verbo Divino, por obra e graça do Espírito Santo.

De suma importância para nós é ver como Deus tomou a iniciativa na vocação dos Apóstolos: foi por um simples chamado de Cristo, mas carregado de força interna que o tornava irresistível. Os apóstolos só aos poucos descobriram todo o sentido. Só aos poucos reconheceram a presença de Deus em Cristo e em sua vocação. Mais tarde tiveram a certeza que foi a presença divina, que desde o começo os atirava para seguir a Cristo. Não o seguiram por própria iniciativa. Jesus chamou quem quis: “Não fostes vós que me escolhestes, mas Eu vos escolhi a vós” (Jo 15,16).

Para Saulo a iniciativa de Deus veio de modo fulminante, por uma visão extraordinária, na qual ouviu a voz de Cristo glorioso. Ela de fato iniciou o processo de sua conversão que havia de cristalizar-se na grande missão entre os pagãos Deus adapta-se à necessidade humana daquele que chama. E pela mesma razão não termina o chamado de Deus numa ação, num chamado primordial, numa iniciativa passageira. Ela continua:

2) Deus acompanha a vocação: por sua assistência permanente. Pois, o primeiro impulso muitas vezes não chega para o homem fraco. Em quase todas as histórias vimos como o homem reluta, vacila, quando se vê colocado por Deus diante de sua vocação.

A assistência divina é demais necessária à fraqueza humana, e a dá Deus na abundância de sua bondade. Ele ajuda vencer as dúvidas, as vacilações, a vontade de fugir à responsabilidade da vocação.

3) Deus favorece a vocação dando-lhe eficácia: para vermos a veracidade desta afirmação, devemos Ter bem em mente a finalidade para qual Deus chamou seus eleitos, é sempre para uma missão.

O fundamento da vocação está numa moção interna da fé, pela qual se aceita o chamado de Deus.

4) A correspondência é minha: Deus é o sujeito da vocação, o homem é o objeto. Portanto é preciso dar a resposta ao chamado de Deus. Estejamos atentos aos apelos de Deus que não chama apenas os capacitados, mas capacita os que chama para seu serviço.

Esforçar-se por crescer em santidade, em amor a Cristo e a todos os homens por Cristo, é assegurar a fidelidade e consequentemente uma vida plena de sentido, de amor e de alegria. São Paulo servia-se de uma comparação tirada das corridas no estádio para explicar que a luta ascética do cristão deve ser alegre, como um autêntico esporte sobrenatural. E ao considerar que não tinha atingido a perfeição, dizia que lutava por alcançar o que fora prometido: uma só coisa é a que busco: lançar-me em direção em direção ao que tenho pela frente, correr para a meta, para alcançar o prêmio a que Deus nos chama das alturas (Fil 3,13-14).

Desde que Cristo irrompeu na sua vida na estrada de Damasco, Paulo entregou-se com todas as suas forças à tarefa de procurá-lo, amá-lo e servi-lo. Foi o que fizeram os demais Apóstolos a partir do dia em que Jesus passou por eles e os chamou. Os defeitos que tinham não desapareceram naquele instante, mas eles seguiram o Mestre numa amizade crescente e souberam ser-lhe fiéis. Nós devemos fazer o mesmo, correspondendo diariamente às graças que recebemos, sendo fiéis cada dia. Assim, com Maria Santíssima, a virgem fiel, chegaremos à meta em que Cristo nos espera.

08 – HORA SANTA VOCACIONAL MARIANA

* O PLANO DO PAI

BIBLIOGRAFIA

- Catecismo da Igreja Católica – Várias Editoras

- O Concílio em resumo – Edições “Lumem Christi”

- Falar com Deus – Editora Quadrante – Volumes 2, 3, 4, 5 e 7

- Obediência e Salvação – Centro Vocacional Coração de Maria

- Vem e Vê – A Vocação na Bíblia – Editora Vozes, Pe. Geraldo Pennok

- O Concílio Vaticano II – Editora Vozes

HORÁRIO DO OPÇÃO II

Sexta-feira

18:00 h – Chegada

19:00 h – Jantar

20:00 h – Acolhida e dinâmica de abertura

20:30 h – Tema: “Minha vida para o Reino”

Filme: O Sonho de D. Bosco

21:30 h – Oração da Noite

22:00 h – Recolher-se

Sábado

07:00 h – Levantar

07:30 h – Café

08:30 h – Oração da Manhã

09:00 h – Reflexão em grupo do filme

O sonho de D. Bosco

10:00 h – Oração: reunião de vida

texto: Rm 12,9-21

slides: Parábola do séc. XX

11:00 h – Hora Santa

12:00 h – Almoço

13:00 h – Recreação

14:00 h – 1ª Colocação: A vida em comunidade

15:00 h – Lanche

15:30 h – Tempo para preparar as apresentações teatrais sobre a vida comunitária

16:30 h – Apresentações Teatrais

18:00 h – Celebração da Palavra

19:00 h – Jantar

20:30 h – Terço Vocacional – Meditado e Contado

22:00 h – Bênção

- Recolher-se

Domingo

07:00 h – Levantar

07:30 h – Café

08:30 h – Oração da manhã

09:30 h – 1ª Colocação: os votos religiosos (definição)

10:15 h – Café

10:30 h – Partilha

11:00 h – Missa

12:30 h – Almoço Festivo

13:30 h – Recreação

14:30 h – 3ª Colocação: pobreza e obediência

15:15 h – café

16:00 h – 4ª Colocação: perseverança e fidelidade

16:45 h – Avaliação geral dos 8 encontros que fizeram

17:30 h – Encerramento

AVALIAÇÃO DO ENCONTRO OPÇÃO II

1 – Como estou me sentindo? Estou decidido(a) livremente a fazer a minha opção?

2 – O que mais me tocou neste encontro?

3 – Dê sua opinião sobre os encontros vocacionais que você fez em nossa Diocese.

4 – Você quer deixar uma mensagem?

Nome: idade (Data nasc.:) ___/___/___

Reg. Past.:

End.:

Telefone:

Paróquia:

—————————————————————————————————————————–

Cidade, / de

Caro Jovem,

A Pastoral Vocacional vem por meio desta fazer a você um convite muito especial.

Participe conosco de mais um

RETIRO VOCACIONAL

É o Senhor que o chama e convida para participar deste encontro:

VEM E VÊ! DEPOIS DECIDA!!!

è LOCAL:

è IMPORTANTE:

- trazer caderno, caneta e a Bíblia

- trazer o coração bem aberto

- querer conhecer Jesus e saber qual é a sua vocação

è INÍCIO

è TÉRMINO

è TAXA:

Até lá! Esperamos por você!

_ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _

Coordenador

FICHA DE INSCRIÇÃO

Nome:

Data Nasc.:

Rua:

Bairro:

Telefone:

Local Nasc.:

Você trabalha?

Onde?

Qual sua função?

Você estuda?

Onde?

Qual é o seu grau de escolaridade?

Nome do Pai

Idade

Profissão

Nome da mãe

Idade

Profissão

Assinatura do pai ou responsável

Assinatura do pároco

Qual é a sua região pastoral

Qual sua participação na paróquia

ORIENTAÇÕES – ENCONTRO OPÇÃO II

1. Somente os jovens que fizeram o Opção I

2. Encontro alegre e juvenil

3. Dinâmicas, cartazes e local agradável

4. Músicas vocacionais para o encontro e músicas litúrgicas para a missa; com violão ou guitarra, pandeiros e chocalhos.

5. As palestras devem ser administradas pelos membros da PVD, padre, diácono, religiosos ou seminaristas. Todos devem pegar os temas com 15 dias de antecedência com a coordenação do Encontro.

6. A comissão Provincial deve preencher a ficha do candidato(a) e anotar nessa ficha o progresso vocacional do(a) jovem. Deve haver o parecer da Comissão Provincial sobre sua vocação.

7. O evento é organizado pela Comissão Provincial

8. A Comissão Provincial deve estar por dentro do retiro e marcar presença

9. O convite para os jovens deverá ser feito 30 dias antes do encontro atingindo todos os jovens interessados

10. O encontro tem que ser vocacional

11. A Comissão Provincial deve ter um arquivo com as fichas dos jovens que participarem e depois acompanhar

12. Quando for um profissional, por exemplo um psicólogo, ele tem que ser bem esclarecido a respeito da filosofia, dos passos e do espírito do encontro

13. As fichas têm que ser devolvidas com 10 dias de antecedência e com a taxa paga

14. Deverá ter uma livraria e banca para vender artigos religiosos e doces, para manutenção da PVD. Isto será a cargo da Comissão Provincial.

15. O encontro deve dispor de equipes: Liturgia, secretaria, coordenação, animação, música, limpeza e um motorista. Quando houver pernoite, deve ter 4 senhoras para ficar com as meninas e 4 senhores para ficar com os meninos à noite.

16. Deve ser exigido respeito e silêncio no encontro.

17. É proibido ao jovem levar para o encontro: cigarros, bebidas, celular e aparelho de som

18. O horário deve ser respeitado. Chegar na hora marcada e sair na hora marcada. Qualquer exceção deve ser feita somente com a organização do encontro, e na evidência de um motivo justo.

AGRADECIMENTOS

Obrigado a você, agente de Pastoral Vocacional da Comissão Provincial que participou na elaboração desta apostila. Saiba que o seu trabalho é de suma importância para edificação do Reino de Deus e para o andamento do trabalho vocacional da Diocese. Com Maria rumamos ao Novo Milênio com novo ardor missionário e amor pelo nosso trabalho. Vamos juntos construir um mundo melhor, pois investir na formação dos jovens é fazer um mundo melhor.

Que bom será quando chegarmos diante do Senhor e Ele sorrindo nos chamar à entrar com Ele para a glória: “Servo bom e fiel, recebe sua recompensa, você que me ajudou a chamar muitos, agora é chamado para comigo estar em união e graça por toda a eternidade”.

Que todos nós possamos ouvir isto do Senhor e nos encontrarmos com Ele, pois o resto é vento, passa rápido e não vale a pena gastar a vida pela morte, mas sim gastar a vida para gerar a vida, alegrar vidas, valorizar a vida.

Viva sua vocação de agente de Pastoral Vocacional com toda intensidade que você tem e assim será uma pessoa realizada e feliz dentro da vontade de Deus.

De coração, os meus sinceros agradecimentos aos membros da comissão Provincial de pastoral vocacional, pelo esforço e dedicação na colaboração dos encontros vocacionais.

Seja todo o nosso servir para a maior glória de Deus.

Jesus, nosso amigo, irmão e mestre continue sempre nos enviando para o seu seguimento: “Vem e segue-me”.

Com as bênçãos de Deus e a presença maternal de Maria, a mãe dos vocacionados, caminhemos sempre. Avante! Coragem, Ele te chama!

Em seu trabalho não esqueça a oração. A você deixo meu sincero agradecimento e minha bênção,

CELEBRAÇÕES-AGOSTO- MES VOCACIONAL 2011

•14 de julho de 2011 • 2 Comentários

(cor verde) – ANO A – 07/0 8/2011

19º DOMINGO DO TEMPO COMUM

EM NOSSAS DIFICULDADES, JESUS ESTENDE A MÃO E NOS AMPARA

Dia das Vocações Sacerdotais

 

Preparar o espaço celebrativo, com um bonito painel lembrando o mês vocacional, dando destaque à vocação específica de cada domingo, sendo que neste, lembramos de maneira especial a Vocação Sacerdotal.

 

SENHOR, CHAMASTE-ME, AQUI ESTOU! CHAMASTE-ME, AQUI ESTOU! Ô, Ô, Ô! Ô, Ô,

Ô! CHAMASTE-ME, AQUI ESTOU! (bis)

01. ACOLHIDA

Animador(a) – Irmãos e irmãs, sejam todos bem-vindos! Neste domingo, celebramos o memorial da Páscoa de Cristo que se revela em todas aquelas pessoas e grupos que, no seguimento do Mestre e diante das provações do dia a dia, têm a força de viver em profunda relação de confiança com o Senhor que vem ao nosso encontro, nos momentos de necessidades e tribulações.Nossa Igreja dedica o mês de agosto à oração e à valorização das vocações que o Espírito Santo faz brotar nas comunidades. Hoje, recordamos com carinho a vocação sacerdotal e em especial, o bispo e os padres de nossa diocese que, com dedicação, levam o Pão da Palavra e da Eucaristia às nossas comunidades. Alegres e em comunhão com estes nossos irmãos, cantemos.

Procissão de entrada como de costume.

02. CANTO INICIAL

O SENHOR ME CHAMOU E EU RESPONDI: “EIS-ME AQUI”! O SENHOR ME CHAMOU E

EU RESPONDI: “EIS-ME AQUI, SENHOR”!

1. Para levar a Palavra que faz tudo na vida ser bem melhor; para anunciar novo tempo e viver nova

proposta que vem de Deus.

2. Pra proclamar que o amor é maior, e o novo Reino se faz de irmãos; pra semear novo modo de

ser: ir ao encontro no irmão, no amor.

3. Para plantar a semente da paz num coração que abrigou rancor; para entoar a canção do bem; e

entre as nações ser o seu sinal.

Presidente – Com a certeza que o Ressuscitado está no meio de nós, façamos o sinal que nos reúne

como comunidade cristã. EM NOME DO PAI…

Presidente – O Deus da esperança, que nos cumula de toda alegria e paz em nossa fé, pela ação do

Espírito Santo, esteja convosco. BENDITO SEJA DEUS…

03. DEUS NOS PERDOA

Presidente – Nós, discípulos como Pedro, queremos seguir Jesus em tudo, mas muitas vezes

fraquejamos e precisamos nos apegar a Ele para nos reerguer e sermos salvos. Pelas vezes que

duvidamos da presença e misericórdia de Deus, peçamos perdão, cantando.

1. Perdoai-me outra vez, Senhor! Novamente eu me fechei, dentro do meu desamor, vossa imagem

mutilei.

PERDOAI-ME, SENHOR! NÃO VIVI MINHA VOCAÇÃO. PERDOAI-ME, SENHOR, NÃO

AMEI O MEU IRMÃO.

2. Deveria ser vosso apóstolo, mas pequei por omissão. Eu também me acomodei, fracassei vossa

missão.

3. Deveria ser bom discípulo mas calei a minha voz. Camuflando o ideal, sem pregar a vossa paz.

Presidente – Deus de misericórdia, tenha compaixão de nós, perdoe os nossos pecados e nos

conduza à vida eterna. AMÉM.

- Senhor, tende piedade de nós! Senhor...

- Cristo, tende piedade de nós! Cristo…

- Senhor, tende piedade de nós! Senhor…

04. ORAÇÃO

Presidente – Deus eterno e misericordioso, a quem ousamos chamar de Pai, dai-nos cada vez mais

um coração de filhos, para alcançarmos um dia a herança que prometestes. Por nosso Senhor Jesus

Cristo, vosso Filho, na unidade do Espírito Santo. AMÉM.

Animador(a) – Ouçamos com atenção, a Palavra de Deus que nos dá ânimo na caminhada.

05. LEITURA DO PRIMEIRO LIVRO DOS REIS (19,9a. 11-13a)

06. SALMO RESPONSORIAL (84)

MOSTRAI-NOS, Ó SENHOR, VOSSA BONDADE, E A VOSSA SALVAÇÃO NOS

CONCEDEI! (bis)

- Quero ouvir o que o Senhor irá falar: é a paz que Ele vai anunciar. Está perto a salvação dos que o

temem, e a glória habitará em nossa terra.

- A verdade e o amor se encontrarão, a justiça e a paz se abraçarão; da terra brotará a fidelidade, e a

justiça olhará dos altos céus.

- O Senhor nos dará tudo o que é bom, e a nossa terra nos dará suas colheitas; a justiça andará na

sua frente e a salvação há de seguir os passos seus.

07. LEITURA DA CARTA DE SÃO PAULO AOS ROMANOS (9,1-5)

08. CANTO DE ACLAMAÇÃO

ALELUIA, ALELUIA, ALELUIA. (bis)

1. Eu confio em nosso Senhor, com fé, esperança e amor; eu espero em sua Palavra, hosana, ó

Senhor, vem, me salve!

09.EVANGELHO  MT (14,22-33)

10. PARTILHA DA PALAVRA

11. PROFISSÃO DE FÉ

Presidente – No Deus sempre pronto a nos socorrer em nossas necessidades, professemos a nossa fé: CREIO EM DEUS PAI…

12. PRECES DA COMUNIDADE

Presidente – Rezemos juntos pelos Sacerdotes.

Ó Jesus, Bom Pastor, abençoa o bispo e os padres de nossa Diocese. Eles são para nós preciosos canais de tua graça: multiplica, sem cessar, seus gestos de amor. Eles acolhem teu povo, Senhor, para ouvir e consolar: não permitas que sofram de solidão. Concede-lhes coragem e sabedoria para defender os injustiçados. Aumenta, Senhor Jesus, o número de sacerdotes na Tua Igreja: dá-lhes o dom de ensinar, a alegria de celebrar e o gosto pelas coisas de Deus. Eles precisam também, Senhor, de muita saúde e boa disposição a fim de seguir praticando o bem. Que eles possam, enfim, colher abundantes frutos pela generosa entrega da própria vida. Amém.

13. APRESENTAÇÃO DOS DONS

Animador(a) – Diante dos desafios que o mundo moderno nos apresenta, a comunidade cristã passa por momentos de tensões, desânimo e sozinha não encontraria forças para chegar ao fim do caminho. Apresentemos ao altar do Senhor a dedicação e a vida dos nossos padres, como também, o nosso compromisso de ajudá-los a contribuir no desempenho de sua missão.

 

Neste momento membros do Conselho da comunidade apresentam o carnê dos Amigos do Seminário, a estola, fotos do

padre (onde houver) e outros tipos de contribuição.

 

NO TEU ALTAR, SENHOR, COLOCO A MINHA VIDA EM ORAÇÃO.

1. Os amigos que me deste e que são teus, tudo entrego a ti, Senhor.

14. CANTO DAS OFERENDAS

1. Deus prepara uma mesa farta, rica em alimentos, plena de beleza. Faz no mundo sua moradia e

enfeita a vida com a natureza.

BENS DA TERRA, FRUTOS DO TRABALHO, NESTE PÃO E VINHO, VIMOS OFERTAR

DONS DA VIDA, FRUTOS DO CHAMADO, FEITOS OFERENDAS, NESTE SANTO ALTAR.

RECEBE, SENHOR! Ô, Ô, Ô, RECEBE, SENHOR! RECEBE SENHOR! Ô, Ô, Ô, RECEBE,

SENHOR!

2. Deus convida toda a humanidade a fazer da vida sua vocação. Pois, seu Filho, dom da santidade é

o doador e a doação.

3. Deus restaura nossas pobres forças quando a noite chega, sem nada pescar. Lancem rede, em

profundidade e em outros barcos venham navegar.

4. E preparam uma mesa santa, entrem nesta festa, tragam vinhos e pão. E, sem medo, deixem rede

e barco, deem suas vidas como oblação.

15. PAI NOSSO

Presidente – Confiantes na presença de Cristo no meio de nós, rezemos a oração que Ele mesmo

nos ensinou. PAI NOSSO…

16. ABRAÇO DA PAZ

Animador(a) – Confiantes na graça que nos anima e dispostos a fazer de nossa vida um sinal de

reconciliação, amor e paz, saudemo-nos com um gesto de comunhão fraterna. (Canto à escolha)

17. CANTO DE COMUNHÃO (Se houver)

1. Se a missão se faz cansaço, Jesus convida a descansar, e se há ovelhas sem pastor é necessário

delas cuidar.

“DAI-LHES VÓS MESMOS DE COMER” O MEU CORPO QUE SE FAZ PÃO. DIZ JESUS A

SEUS AMIGOS PARTILHAR É VOCAÇÃO! PARTILHAR É VOCAÇÃO!

2. E se a hora vai adiantada e despedir se faz tentação, a nossa fé seja mais forte para servir nossos

irmãos.

3. A quem duvida do seu pouco, Jesus pergunta: o que tens? Vai ver! Então responda: Senhor, este

pouco partilhando tu fazes crescer.

4. E se nos sentamos sobre a relva a qual nos conduz o bom Pastor, nossa união expresse sempre o

pão de Deus, sinal de amor.

5. E se ainda hoje nós repetimos aqueles gestos que fez o Senhor, não haverá mais fome e sede

nosso batismo terá seu valor.

19. ORAÇÃO

Presidente – Ó Deus, alimentados pela vossa Palavra (e pela Comunhão, onde houver), queremos

continuar nossa caminhada de fé como verdadeiros seguidores do Vosso Filho. Por Cristo, nosso

Senhor. AMÉM.

20. NOTÍCIAS E AVISOS

- Onde houver Celebração Eucarística, a equipe prepara uma homenagem ao(s) Padre(s).

21. BÊNÇÃO

Presidente – O Senhor vos abençoe e vos guarde. AMÉM.

- O Senhor faça brilhar sobre vós a vossa face e vos seja favorável! AMÉM.

- Abençoe-vos o Deus todo poderoso: PAI E FILHO E ESPÍRITO SANTO. AMÉM.

- A alegria do Senhor seja a vossa força; ide em paz e o Senhor vos acompanhe. GRAÇAS A

DEUS.

22. CANTO FINAL

1. Ó Jesus, com fé, eu te seguirei. Só contigo sou feliz, tu és em mim! Teu Espírito de amor criador,

me sustenta no meu sim. Me lança neste mar!

VOU NAVEGAR, NAS ÁGUAS DESTE MAR. NAVEGAR… EU QUERO ME ENCONTRAR.

NAVEGAR… NÃO POSSO MAIS FUGIR. VOU PROCURAR, NAS ÁGUAS MAIS

PROFUNDAS. NO MAR… FELIZ EU VOU SEGUIR. SÓ AMAR, BUSCAR O MEU LUGAR.

SEM DÚVIDAS, SEM MEDO DE SONHAR!

 

 

(cor verde) – ANO A – 14/0 8/2011

20º DOMINGO DO TEMPO COMUM

A SALVAÇÃO É DOM DE DEUS PARA TODOS

Início da Semana Nacional da Família

Dia dos Pais

Aproveitando o painel sobre o mês das vocações, neste domingo, a equipe dará destaque à vocação paterna. Preparar

na entrada do templo: imagem ou quadro da Sagrada Família, uma faixa com o tema da Semana Nacional da Família:

“Família, Pessoa e Sociedade”.

1. Vem Senhor abençoar a nossa família, vem Senhor fortificar a nossa união, que não falte em

nosso lar, o pão de cada dia, que nunca falte a esperança, a paz, o perdão.

FAMÍLIA ARQUITETURA DIVINA, FAMILIA UM PROJETO DE DEUS. (bis)

01. ACOLHIDA

Animador(a) – Queridos irmãos e irmãs, paz e bem a todos vocês que vieram celebrar o mistério de

nossa fé em Cristo Jesus. Neste dia rezamos pela vocação paterna e iniciamos a Semana Nacional

da Família que tem como tema: “Família, Pessoa e Sociedade”. A vocação de todo batizado é ser discípulo missionário de Jesus, a serviço da vida. É na família, primeira escola da fé, fonte de valores humanos e cívicos que vamos desenvolvendo a nossa vocação cristã. Rezemos a Deus para que a família brasileira seja reflexo da Sagrada Família de Nazaré. Felizes por estarmos reunidos na casa do Pai, cantemos.

 

Procissão de entrada: crucifixo ladeado por velas, Lecionário, imagem ou quadro da Sagrada Família, a faixa com o

tema da Semana Nacional da Família, leitores, ministros e presidente.

 

02. CANTO INICIAL

1. Nossos corações em festa se revestem de louvor, pois, aqui se manifesta à vontade do Senhor,

que nos quer um povo unido a serviço da missão, animado e destemido por amor e vocação!

CRISTO, MESTRE E SENHOR, POIS, ETERNO É SEU AMOR. NESTA FONTE DE ÁGUA

VIVA SOMOS HOJE SEUS CONVIVAS. (bis)

2. Nós queremos operários mensageiros do Senhor, que nos façam solidários a serviço do amor,

construtores da justiça empenhados na missão, contra toda injustiça por amor e vocação!

3. Nossa Igreja necessita de mais fibra e mais vigor, e de gente que acredita no chamado do Senhor,

que dê pão a quem tem fome e justiça a quem tem pão, e bendiga o seu nome por amor e vocação!

Presidente – Reunidos pela Santíssima Trindade para celebrarmos os santos mistérios, façamos o

sinal de nossa fé, cantando. (à escolha)

Presidente – A vós, irmãos e irmãs, paz e fé da parte de Deus, o Pai, e de nosso Senhor Jesus

Cristo, estejam convosco. BENDITO SEJA DEUS…

03. DEUS NOS PERDOA

Presidente - Sabemos que muitas famílias não vivem de acordo com os preceitos cristãos, os valores morais não são levados em conta, o que contribui para a desunião no seio da família. Imploremos a misericórdia do Pai pelas vezes que não contribuímos na promoção da união, do diálogo em nossas famílias (pausa). Confessemos os nossos pecados. CONFESSO A DEUS…

Presidente – Deus de bondade, tenha compaixão de nós, perdoe os nossos pecados e nos conduza à

vida eterna. AMÉM.

- Senhor, tende piedade de nós! Senhor...

- Cristo, tende piedade de nós! Cristo…

- Senhor, tende piedade de nós! Senhor…

04. ORAÇÃO

Presidente - Ó Deus da vida, preparastes para quem vos ama bens que nossos olhos não podem ver.

Acendei em nossos corações a chama da caridade para que, amando-nos em tudo e acima de tudo,

corramos ao encontro das vossas promessas que superam todo desejo. Por Cristo, vosso Filho, na

unidade do Espírito Santo. AMÉM.

05. APRESENTAÇÃO DO LIVRO DA PALAVRA

O leitor(a) apresenta solenemente o Livro da Palavra e canta.

 

QUE ARDA COMO BRASA, TUA PALAVRA NOS RENOVE, ESTA CHAMA QUE A BOCA

PROCLAMA. (bis)

 

06. LEITURA DO LIVRO DO PROFETA ISAÍAS (56,1.6-7)

07. SALMO RESPONSORIAL (66)

QUE AS NAÇÕES VOS GLORIFIQUEM, Ó SENHOR. QUE TODAS AS NAÇÕES VOS

GLORIFIQUEM! (bis)

- Que Deus nos dê a sua graça e sua bênção, e sua face resplandeça sobre nós! Que na terra se

conheça o seu caminho e a sua salvação por entre os povos.

- Exulte de alegria a terra inteira, pois julgais o universo com justiça; os povos governais com

retidão, e guiais, em toda a terra, as nações.

- Que as nações vos glorifiquem, ó Senhor, que todas as nações vos glorifiquem! Que o Senhor e

nosso Deus nos abençoe, e o respeitem os confins de toda a terra!

08. LEITURA DA CARTA DE SÃO PAULO AOS ROMANOS (11,13-15.29-32)

09. CANTO DE ACLAMAÇÃO

ALELUIA, ALELUIA, ALELUIA. (bis)

1. Jesus Cristo pregava o Evangelho, a Boa Notícia do Reino; e curava seu povo doente de todos os

males, sua gente!

10.  EVANGELHO  MT(15,21-28)

11. PARTILHA DA PALAVRA

12. PROFISSÃO DE FÉ

Presidente - A exemplo da mulher cananéia, professemos nossa fé. CREIO EM DEUS PAI…

13. PRECES DA COMUNIDADE

Presidente – Rezemos juntos a Oração da Família.

Ó Deus, de quem procede toda a paternidade no céu e na terra. Pai, que és amor e vida, faze que cada família humana sobre a terra se converta, por meio de Teu Filho, Jesus Cristo, nascido de mulher e mediante o Espírito Santo, fonte da caridade divina, em verdadeiro santuário da vida e do amor para as gerações que sempre se renovam. Faze que tua graça guie os pensamentos e as obras dos esposos para o bem de suas famílias e de todas as famílias do mundo. Faze que as jovens gerações encontrem na família apoio para sua humanidade e para seu crescimento na verdade e no amor. Faze que o amor reafirmado pela graça do sacramento do matrimônio, se revele mais forte que qualquer debilidade a qualquer crise, pelas quais às vezes passam nossas famílias. Faze, finalmente, Te pedimos por intercessão da Sagrada Família de Nazaré, que a Igreja, em todas as nações da Terra, possa cumprir frutiferamente sua missão na família e por meio da família. Tu, que és a vida, a verdade e o amor, na unidade do Filho e do Espírito Santo. AMÉM.

14. APRESENTAÇÃO DOS DONS

Animador(a) – A Palavra de Deus hoje nos revela que Jesus veio para todos e que o seu grande projeto é estabelecer a unidade do seu povo. A fé e o amor são condições que nos levam à salvação.Como pais e cristãos não podemos deixar que o pecado destrua a união de nossas famílias e comunidades. Apresentemos ao altar do Senhor a vida de todos nós, batizados, e hoje especialmente de nossos pais no compromisso de viver o amor, o diálogo, o respeito na família, na comunidade e na sociedade.

 

Uma família ergue diante do altar o quadro ou imagem da Sagrada Família e a faixa com o tema da Semana Nacional

da Família enquanto se canta.

 

OLHANDO A SAGRADA FAMÍLIA, JESUS, MARIA E JOSÉ SAIBAMOS FAZER A

PARTILHA DOS GESTOS DE AMOR E DE FÉ.

1. Maria, mãe santa e esposa exemplar. José, pai zeloso voltado a seu lar. Jesus, filho amado em

missão de salvar: caminhos distintos, num só caminhar.

 

15. CANTO DAS OFERENDAS

BENS DA TERRA, FRUTOS DO TRABALHO, NESTE PÃO E VINHO, VIMOS OFERTAR

DONS DA VIDA, FRUTOS DO CHAMADO, FEITOS OFERENDAS, NESTE SANTO ALTAR.

RECEBE, SENHOR! Ô, Ô, Ô, RECEBE, SENHOR! RECEBE SENHOR! Ô, Ô, Ô, RECEBE,

SENHOR!

2. Deus convida toda a humanidade a fazer da vida sua vocação. Pois, seu Filho, dom da santidade é

o doador e a doação.

3. Deus restaura nossas pobres forças quando a noite chega, sem nada pescar. Lancem rede, em

profundidade e em outros barcos venham navegar.

4. E preparam uma mesa santa, entrem nesta festa, tragam vinhos e pão. E, sem medo, deixem rede

e barco, dêem suas vidas como oblação.

16. PAI NOSSO

Presidente – Unindo nossas mãos às dos nossos irmãos(as), e em comunhão com todas as famílias,

especialmente aquelas que estão passando por dificuldades, rezemos a oração da fraternidade.

PAI NOSSO…

17. ABRAÇO DA PAZ

Animador(a) – A família deve dialogar, anunciar e promover a paz, para que tenhamos uma sociedade onde os valores morais e cristãos prevaleçam. Saudemo-nos com um gesto de paz.

1. Unidos estamos aqui, unidos queremos ficar. Seguiremos sempre em frente pela vida a cantar.

Semeando o bem, alegria e paz em cada coração.

É BELA VIDA QUE SE DÁ E UM MUNDO NOVO FAZ SURGIR. DEUS QUIS DO HOMEM

PRECISAR PRO SEU REINO DE AMOR CONSTRUIR.

2. Sabemos o rumo a seguir: o Cristo é o nosso ideal. É preciso que o mundo seja um pouco melhor.

Porque nele eu vivi, e por ele tu passaste, meu irmão.

18. CANTO DE COMUNHÃO

1. Se a missão se faz cansaço, Jesus convida a descansar, e se há ovelhas sem pastor é necessário

delas cuidar.

“DAI-LHES VÓS MESMOS DE COMER” O MEU CORPO QUE SE FAZ PÃO. DIZ JESUS A

SEUS AMIGOS PARTILHAR É VOCAÇÃO! PARTILHAR É VOCAÇÃO!

2. E se a hora vai adiantada e despedir se faz tentação, a nossa fé seja mais forte para servir nossos

irmãos.

3. A quem duvida do seu pouco, Jesus pergunta: o que tens? Vai ver! Então responda: Senhor, este

pouco partilhando tu fazes crescer.

4. E se nos sentamos sobre a relva a qual nos conduz o bom Pastor, nossa união expresse sempre o

pão de Deus, sinal de amor.

5. E se ainda hoje nós repetimos aqueles gestos que fez o Senhor, não haverá mais fome e sede

nosso batismo terá seu valor.

20. ORAÇÃO

Presidente – Unidos a Cristo por esta celebração, nós vos imploramos, ó Deus de amor, que,

assemelhando-nos a Ele aqui na terra, participemos no céu da sua glória. Por Cristo, nosso Senhor.

AMÉM.

21. NOTÍCIAS E AVISOS

Atenção: O grupo de celebração prepara uma breve homenagem para os pais e depois, motiva toda a comunidade

para participar de todos os momentos da Semana da Família. Cada família, no próximo domingo, poderá trazer flores

para o momento da Apresentação dos Dons.

 

22. BÊNÇÃO

Presidente - Pai de amor e de bondade agraciai todos os pais de bênçãos fortalecendo-os na fé, no

amor e na missão. AMÉM.

- Jesus, ajudai todos os filhos a respeitarem seus pais. AMÉM.

- Espírito Santo que vos orienta no caminho a seguir, fortalecei os laços de amor e fidelidade em

nossas famílias. AMÉM.

- Abençoe-vos o Deus que é PAI E FILHO E ESPÍRITO SANTO. AMÉM.

- Ide em paz manifestando a fé no Salvador e que o Senhor vos acompanhe. GRAÇAS A DEUS.

23. CANTO FINAL

1. Como é bonito viver em uma família, como é bonito viver a vida no amor: o pai, a mãe, os

irmãos, a família; é um projeto de Deus Pai, o Criador.

FAMÍLIA ARQUITETURA DIVINA, FAMILIA UM PROJETO DE DEUS. (bis)

2. Vem Senhor abençoar a nossa família, vem Senhor fortificar a nossa união, que não falte em

nosso lar, o pão de cada dia, que nunca falte a esperança, a paz, o perdão.

3. Que a pureza do amor e a firmeza da fé, conserve a fidelidade: marido e mulher, no alicerce

divino dessa construção, na base firme e segura os filhos crescerão.

 

(cor branca ou dourada) – AN O A – 21/08/2011

SOLENIDADE DA ASSUNÇÃO DE NOSSA SENHORA

“O TODO-PODEROSO FEZ GRANDES COISAS EM MEU FAVOR:

ELEVOU OS HUMILDES”

Dia das Vocações Religiosas

Ornamentar o espaço celebrativo com criatividade e muito carinho, usando flores, folhagens, velas… Preparar um

bonito lugar de destaque para a imagem de Nossa Senhora. Onde houver religiosas(os), envolvê-los na celebração.

Para iniciar, um grupo de adolescentes ou jovens incensa o espaço celebrativo enquanto se canta repetidas vezes, de

forma suave e orante.

 

OUVISTE A PALAVRA DE DEUS, GUARDASTE EM TEU CORAÇÃO, FELIZ PORQUE

CRESTE, MARIA, POR TI NOS VEM A SALVAÇÃO! (bis)

 

01. ACOLHIDA

Animador(a) – Queridos irmãos e irmãs, sejam todos bem-vindos à celebração do Mistério Pascal de Cristo hoje manifestado de forma especial na Assunção de Nossa Senhora! Maria é nosso modelo, a mulher fiel que colaborou com Deus no seu projeto de salvação. Como diz Isabel, ela é “bendita entre as mulheres”, porque concebeu, gerou e nutriu o Cristo. Maria brilha no céu, assim como brilha aqui na terra como sinal de esperança para todos nós. Festejando Maria elevada aos céus, e celebrando o encerramento da Semana da Família, lembramos também hoje das vocações religiosas, dos irmãos e irmãs consagrados, que, inspirados pelo exemplo de nossa Santíssima Mãe, também doam suas vidas a serviço do Reino. Eis, pois, que estamos reunidos com Maria para proclamar as maravilhas operadas em nós pela

morte e ressurreição de Jesus. Com o coração em festa, cantemos!

 

Procissão de entrada: crucifixo, vela, Lecionário (ou Bíblia) conduzido pelos leitores, imagem de Maria ladeada por

crianças vestidas de anjo, ministros e presidente da celebração.

 

02. CANTO INICIAL

DE ALEGRIA VIBREI NO SENHOR, POIS VESTIU-ME COM SUA JUSTIÇA, ADORNOUME

COM JÓIAS BONITAS, COMO ESPOSA DO REI ME ELEVOU.

1. Transborda o meu coração em belos versos ao Rei. Um poema, uma canção, com a língua

escreverei. De todos és o mais belo, a graça desabrochou, em teu semblante, em teus lábios, pra

sempre Deus te abençoou.

2. Princesas são tuas damas, a mãe-rainha lá está, toda de ouro adornada à sua direita a pousar.

“Escuta, ó filha, atenção, o rei de ti se encantou, esquece os teus, tua casa, adora o rei, teu Senhor”!

3. “Gente importante, de longe, vem te homenagear!” Eis a princesa tão linda, vestida em ouro a

brilhar. Em meio às damas de honra ao rei vai se apresentar, por entre grande alegria vai no palácio

entrar.

Presidente – Reunidos pela Trindade Santa para celebrar o mistério de nossa fé e a glória de nossa

Santíssima Mãe, façamos o sinal que nos une como irmãos, cantando.

Todos – EM NOME DO PAI E DO FILHO E DO ESPÍRITO SANTO. AMÉM! (bis)

Presidente – Que a graça de nosso Senhor Jesus Cristo, o amor do Pai e a comunhão do Espírito

Santo estejam convosco.

Todos – BENDITO, BENDITO SEJA DEUS QUE NOS REUNIU NO AMOR DE CRISTO! (bis)

03. DEUS NOS PERDOA

Presidente – A Virgem Maria, elevada à glória do céu, é consolo e esperança para nós, pecadores,

que buscamos o caminho da salvação. Peçamos perdão a Deus pelas vezes que não colocamos nossa

vida a serviço do Reino (pausa).

- Senhor, Filho de Deus, que, nascendo da Virgem Maria vos fizestes nosso irmão, tende piedade de

nós.

SENHOR, TENDE PIEDADE DE NÓS.

- Cristo, Filho do homem, que conheceis e compreendeis nossa fraqueza, tende piedade de nós.

CRISTO, TENDE PIEDADE DE NÓS.

- Senhor, Filho primogênito do Pai, que fazeis de nós uma só família, tende piedade de nós.

SENHOR, TENDE PIEDADE DE NÓS.

Presidente – Deus de amor, tenha compaixão de nós, perdoe os nossos pecados e nos conduza à

vida eterna. AMÉM.

04. ORAÇÃO

Presidente – Deus eterno e misericordioso que elevastes à glória do céu em corpo e alma a

Imaculada Virgem Maria, Mãe do vosso Filho, dai-nos viver atentos às coisas do alto, a fim de

participarmos da sua glória. Por nosso Senhor Jesus Cristo, vosso Filho, na unidade do Espírito

Santo. AMÉM.

 

A equipe prepara com antecedência uma bela entrada do Livro da Palavra, ladeado por velas, convidando uma família

para proclamar as leituras.

 

1. No seio das comunidades a tua Palavra é viva, Senhor! Abertas ao compromisso, assumem o

serviço, a causa do amor.

ALELUIA! ALELUIA! A PALAVRA DE DEUS É JUSTIÇA! ALELUIA! ALELUIA!

DENUNCIA A OPRESSÃO E A COBIÇA.

2. A tua Palavra é alimento, é força e sustento para caminhar! Na busca de um mundo mais justo,

não deixa o povo jamais se cansar.

05. LEITURA DO LIVRO DO APOCALIPSE DE SÃO JOÃO (11,19a;12,1.3-6a.10ab)

06. SALMO RESPONSORIAL (44)

À VOSSA DIREITA SE ENCONTRA A RAINHA, COM VESTE ESPLENDENTE DE OURO

DE OFIR. (bis)

- As filhas de reis vêm ao vosso encontro, e à vossa direita se encontra a rainha com veste

esplendente de ouro de Ofir.

- Escutai, minha filha, olhai, ouvi isto: “Esquecei vosso povo e a casa paterna! Que o Rei se encante

com vossa beleza!

- Prestai-lhe homenagem: é vosso Senhor! Entre cantos de festa e com grande alegria, ingressam,

então, no palácio real”.

07. LEITURA DA PRIMEIRA CARTA DE SÃO PAULO AOS CORÍNTIOS (15,20-27a)

08. CANTO DE ACLAMAÇÃO

ALELUIA! ALELUIA! ALELUIA! ALELUIA! (bis)

1. Maria é elevada ao céu, alegrem-se os coros dos anjos.

09.EVANGELHO  LC (1,39-56)

Os versículos 46 a 55 podem ser cantados por uma mulher.

10. PARTILHA DA PALAVRA

11. PROFISSÃO DE FÉ

Presidente – Professemos nossa fé no Deus que escolheu Maria para ser a Mãe do Salvador,

cantando. CREIO EM DEUS PAI…

12. PRECES DA COMUNIDADE

Presidente – Pela intercessão amorosa de Maria, elevemos a Deus nossa oração pelas famílias,

pelas religiosas e religiosos e por todos nós batizados.

Da mesa da Palavra, duas pessoas entoam a ladainha.

- Senhor, tende piedade de nós. Senhor…

- Jesus Cristo, tende piedade de nós. Jesus Cristo…

- Senhor, tende piedade de nós. Senhor…

1. Ó Santa Mãe de Deus. Ó Virgem da Assunção. Senhora da Glória. Senhora da Saúde.

Todos: ROGAI POR NÓS, ROGAI POR NÓS! (bis)

2. Ó Mãe Auxiliadora. Ó Mãe da Conceição. Senhora de Fátima. Senhora das Graças.

Todos: ROGAI POR NÓS, ROGAI POR NÓS! (bis)

3. Ó Mãe de Guadalupe. Ó Mãe Aparecida. Senhora das Dores. Senhora da Penha.

Todos: ROGAI POR NÓS, ROGAI POR NÓS! (bis)

4. Ó Mãe Medianeira das Graças. Ó Mãe do Perpétuo Socorro. Senhora da Vitória. Senhora Rainha

da Paz.

Todos: ROGAI POR NÓS, ROGAI POR NÓS! (bis)

- Jesus Cristo, ouvi-nos.

Todos: JESUS CRISTO, OUVI-NOS.

- Jesus Cristo, atendei-nos.

Todos: JESUS CRISTO, ATENDEI-NOS.

 

13. APRESENTAÇÃO DOS DONS

Animador(a) – Deus enviou seu Filho ao mundo para a nossa salvação e quis que Ele nascesse em uma família humana. Maria, com sua ternura, o acolheu em seu ventre e, juntamente com José, cuidou para que Jesus crescesse em sabedoria, idade e graça. Deu-lhe alimento e carinho, educou-o com amor e paciência. Apresentemos ao Senhor todas as famílias do Brasil, especialmente as famílias de nossa comunidade, as suas dificuldades e alegrias, desafios e vitórias e seu compromisso de viver em harmonia como a Sagrada Família de Nazaré.

 

Enquanto cantamos, as famílias depositam flores aos pés da imagem de Maria.

 

SAGRADA FAMÍLIA DE NAZARÉ, MARIA, JESUS E JOSÉ, MODELO PERFEITO DE

DOAÇÃO, AJUDE AS FAMÍLIAS EM SUA MISSÃO.

1. A minha missão é gerar nova vida, viver o perdão e amar sem medida, partilhar a vida e repartir o

pão: um par de alianças num só coração.

14. CANTO DAS OFERENDAS

1. Que maravilha, Senhor, estar aqui! Sentir-se Igreja reunida a celebrar. Apresentando os frutos do

caminho, no pão e vinho ofertas desse altar.

BENDITO SEJAIS POR TODOS OS DONS! BENDITO SEJAIS PELO VINHO E PELO PÃO!

BENDITO, BENDITO, BENDITO SEJA DEUS PARA SEMPRE.

2. Que grande bênção servir nesta missão, Missão de Cristo, tarefa do cristão. Tornar-se Igreja,

formar comunidade, ser solidário, tornar-se um povo irmão.

15. PAI NOSSO

Presidente – Guiados pelo Espírito de Jesus e iluminados pela sabedoria do Evangelho, rezemos

juntos. PAI NOSSO…

16. ABRAÇO DA PAZ

Animador(a) – Na mesma alegria com que Isabel saudou Maria, vamos nos saudar, desejando a paz

de Cristo. (à escolha)

17. CANTO DE COMUNHÃO (se houver)

1. Povo de Deus, foi assim: Deus cumpriu a palavra que diz: “Uma virgem irá conceber”, e a visita

de Deus me fez mãe! Mãe do Senhor, nossa mãe, nós queremos contigo aprender a humildade, a

confiança total, e escutar o teu Filho que diz:

SENTA COMIGO À MINHA MESA, NUTRE A ESPERANÇA, REÚNE OS IRMÃOS! PLANTA

MEU REINO, TRANSFORMA A TERRA, MAIS QUE CORAGEM, TENS MINHA MÃE!

2. Povo de Deus, foi assim: nem montanha ou distância qualquer me impediu de servir e sorrir.

Visitei com meu Deus. Fui irmã! Mãe do Senhor, nossa mãe, nós queremos contigo aprender

desapego, bondade, teu “sim”, e acolher o teu Filho que diz:

3. Povo de Deus, foi assim: meu menino cresceu e entendeu, que a vontade do Pai conta mais, e a

visita foi Deus quem nos fez. Mãe do Senhor, nossa mãe, nós queremos contigo aprender a justiça,

a vontade do Pai, e entender o teu Filho que diz:

19. ORAÇÃO

Presidente – Ó Deus, que nos alimentastes com o sacramento da Palavra (e da Comunhão),

concedei-nos, pela intercessão da Virgem Maria elevada ao céu, chegarmos à glória da ressurreição.

Por Cristo, nosso Senhor. AMÉM.

20. NOTÍCIAS E AVISOS

 

Onde houver religiosos(as), pode-se fazer uma breve homenagem neste momento.

 

21. REZANDO A MARIA

O presidente da celebração convida a cantar a Salve Rainha. Hinário Diocesano Nº 568 e o CD.

 

22. BÊNÇÃO

Presidente – O Deus de bondade, que, pelo Filho da Virgem Maria, quis salvar a todos, vos

enriqueça com sua bênção. AMÉM.

- Seja-vos dado sentir sempre e por toda parte a proteção da Virgem, por quem recebestes o autor da

vida. AMÉM.

- E vós, que vos reunistes hoje para celebrar sua solenidade, possais colher a alegria espiritual e o

prêmio eterno. AMÉM.

- Abençoe-vos Deus todo-poderoso: PAI E FILHO E ESPÍRITO SANTO. AMÉM.

- Ide em paz e que o Senhor vos acompanhe. GRAÇAS A DEUS.

23. CANTO FINAL

MARIA, Ó MÃE CHEIA DE GRAÇA! MARIA PROTEGE OS FILHOS TEUS! MARIA,

MARIA, NÓS QUEREMOS CONTIGO ESTAR NOS CÉUS!

1. Aqui servimos a Igreja do teu Filho, sob o teu Imaculado Coração. Dá-nos a bênção e nós

faremos de nossa vida uma constante oblação.

 

(cor verde) – ANO A – 28/0 8/2011

22º DOMINGO DO TEMPO COMUM

“SE ALGUÉM QUER ME SEGUIR, RENUNCIE A SI MESMO,

TOME A SUA CRUZ E ME SIGA”

Dia do Catequista

01. ACOLHIDA

Preparar o espaço celebrativo conforme as orientações do mês vocacional, hoje lembrando o dia dos catequistas. Colocar em destaque a cruz. Para iniciar a celebração cantar de forma orante o refrão abaixo.

SENHOR, CHAMASTE-ME, AQUI ESTOU! CHAMASTE-ME, AQUI ESTOU! Ô, Ô, Ô! Ô, Ô,

Ô! CHAMASTE-ME, AQUI ESTOU!

 

Animador(a) – Queridos irmãos e irmãs, é com grande alegria que nos reunimos para celebrar o mistério de nossa fé. Hoje encerramos o mês das vocações rezando por todos os catequistas que se doam na missão de evangelizar. Na alegria de celebrarmos o Dia do Senhor em comunidade, cantemos.

 

Neste momento, onde for possível, dizer o nome dos catequistas da comunidade e lembrar outros fatos marcantes da semana.

 

Procissão de entrada como de costume.

02. CANTO INICIAL

O SENHOR ME CHAMOU E EU RESPONDI: “EIS-ME AQUI”! O SENHOR ME CHAMOU E

EU RESPONDI: “EIS-ME AQUI, SENHOR”!

1. Para levar a Palavra que faz tudo na vida ser bem melhor; para anunciar novo tempo e viver nova

proposta que vem de Deus.

2. Pra proclamar que o amor é maior, e o novo Reino se faz de irmãos; pra semear novo modo de

ser: ir ao encontro no irmão, no amor.

3. Para plantar a semente da paz num coração que abrigou rancor; para entoar a canção do bem; e

entre as nações ser o seu sinal.

Presidente – Reunidos pelo amor da Trindade façamos o sinal da nossa fé, cantando.

T.: Em nome do Pai, em nome do Filho, em nome do Espírito Santo. Amém!

P.: A graça do Cristo, o Amor de Deus Pai, o Espírito Santo co’a gente. Amém!

T.: Amém! Aleluia! Amém! Aleluia! Amém! Aleluia! Aleluia! Amém!

03. DEUS NOS PERDOA

Presidente - De coração arrependido e humilde, peçamos perdão a Deus por nossas faltas e omissões. (pausa) Confessemos os nossos pecados, cantando.

1. Eu confesso a Deus e a vós irmãos, tantas vezes pequei, não fui fiel: pensamentos e palavras,

atitudes, omissões… Por minha culpa, tão grande culpa.

SENHOR, PIEDADE! CRISTO, PIEDADE! TEM PIEDADE, Ó SENHOR! (bis)

2. Peço à Virgem Maria, nossa Mãe, e a vós, meus irmãos, rogueis por mim a Deus Pai que nos

perdoa e nos sustenta em sua mão por seu amor, tão grande amor.

Presidente – Deus de amor e misericórdia, tenha compaixão de nós, perdoe os nossos pecados e nos

conduza à vida eterna. AMÉM.

04. ORAÇÃO

Presidente - Senhor nosso Deus, renovai em nós o Espírito da verdade, para que aprendamos a

distinguir, como verdadeiros seguidores de Jesus, o que é do vosso agrado. Dai-nos força para

carregarmos a cruz de cada dia, na esperança de realizar com Cristo o vosso Reino. Por Nosso

Senhor Jesus Cristo, vosso Filho, na unidade do Espírito Santo. AMÉM!

05. ENTRADA DO LIVRO DA PALAVRA

Os catequistas juntamente com as crianças da catequese preparam uma bonita entrada da Bíblia ou

Lecionário e proclamam as leituras.

FAZEI RESSOAR A PALAVRA DE DEUS EM TODO LUGAR! (bis)

1. Na cultura, na história vamos expressar, levando a Palavra de Deus em todo o lugar. Vamos lá!

2. Na cultura popular vamos catequizar, celebrando fé e vida em todo lugar. Vamos lá!

3. O Evangelho é a Palavra que Deus Pai proclamou. Só ele é o caminho, verdade, vida e amor.

Vamos lá!

06. LEITURA DO LIVRO DO PROFETA JEREMIAS (20,7-9)

07. SALMO RESPONSORIAL (62)

A MINH’ALMA TEM SEDE DE VÓS COMO A TERRA SEDENTA, Ó MEU DEUS!

- Sois vós, ó Senhor, o meu Deus! Desde a aurora ansioso vos busco! A minh’alma tem sede de vós,

minha carne também vos deseja, como terra sedenta e sem água!

- Venho, assim contemplar-vos no templo, para ver vossa glória e poder. Vosso amor vale mais do

que a vida: e por isso meus lábios vos louvam.

- Quero, pois, vos louvar pela vida, e elevar para vós minhas mãos! A minh’alma será saciada,

como em grande banquete de festa; cantará a alegria em meus lábios, ao cantar para vós meu

louvor!

- Para mim fostes sempre um socorro; de vossas asas à sombra eu exulto! Minha alma se agarra em

vós; com poder vossa mão me sustenta.

08. LEITURA DA CARTA DE SÃO PAULO AOS ROMANOS (12,1-2)

09. CANTO DE ACLAMAÇÃO

ALELUIA! ALEGRIA! ALELUIA! ALELUIA! (bis)

1. Que o Pai do Senhor Jesus Cristo nos dê do saber o espírito; conheçamos, assim, a esperança à

qual nos chamou, como herança!

10- EVANGELHO MT (16,21-27)

11. PARTILHA DA PALAVRA

Para concluir a Partilha da Palavra, cantar o refrão abaixo.

QUEM NÃO TOMA A SUA CRUZ E NÃO VEM ATRÁS DE MIM, NUNCA ELE PODERÁ

SER MEU DISCÍPULO, NÃO PODE SEGUIR-ME ASSIM. (bis)

12. PROFISSÃO DE FÉ

Presidente – Iluminados pela Palavra Deus professemos a nossa fé, cantando. CREIO EM DEUS

PAI…

13.  Presidente – Rezemos juntos a Oração pelos Catequistas.

Ó Jesus, Mestre e Modelo de todo catequista, vós que pregastes por toda parte o Evangelho de

Deus, abençoai nossos catequistas: homens e mulheres que se dispõem a ensinar vossa

mensagem de salvação. Sejam eles mansos e humildes de coração, capazes de acolher, sem

excluir ninguém, cada pessoa que vem à vossa procura. Sejam abertos ao Espírito Santo a fim

de comunicar a vossa verdade, superar as dificuldades da missão recebida e dar testemunho

da alegria e gratuidade na vossa Igreja. Aumentai, Senhor, em nossas comunidades, o número

de pessoas dispostas a aplicar os próprios dons a serviço da catequese. Que estes vossos

servidores, Senhor, cultivem profundo amor à vossa Palavra e busquem, mediante a instrução

e oração, novas energias para educar na fé uma multidão de seguidores do vosso Reino.

AMÉM!

14. APRESENTAÇÃO DOS DONS

Animador(a) – Jesus disse: “Se alguém quer me seguir, renuncie a si mesmo, tome a sua cruz e me

siga”. Apresentemos ao altar do Senhor a vida de todos os batizados especialmente os catequistas

que com alegria anunciam a Boa-Nova do Evangelho às crianças, jovens e os adultos em nossas

comunidades.

 

O coordenador(a) da catequese eleva a cruz e os catequistas formam um círculo ao redor enquanto se

canta.

 

1. Muitas são as vidas, feitas vocação. Hoje oferecidas em consagração. Muitas são as vidas feitas

vocação.

TOMA, SENHOR, NOSSA VIDA EM AÇÃO PARA MUDÁ-LA EM FRUTO E MISSÃO.

TOMA, SENHOR, NOSSA VIDA EM AÇÃO PARA MUDÁ-LA EM MISSÃO.

15. CANTO DAS OFERENDAS

1. Deus prepara uma mesa farta, rica em alimentos, plena de beleza. Faz no mundo sua moradia e

enfeita a vida com a natureza.

BENS DA TERRA, FRUTOS DO TRABALHO, NESTE PÃO E VINHO, VIMOS OFERTAR

DONS DA VIDA, FRUTOS DO CHAMADO, FEITOS OFERENDAS, NESTE SANTO ALTAR.

RECEBE, SENHOR! Ô, Ô, Ô, RECEBE, SENHOR! RECEBE SENHOR! Ô, Ô, Ô, RECEBE,

SENHOR!

2. Deus convida toda a humanidade a fazer da vida sua vocação. Pois, seu Filho, dom da santidade é

o doador e a doação.

3. Deus restaura nossas pobres forças quando a noite chega, sem nada pescar. Lancem rede, em

profundidade e em outros barcos venham navegar.

4. E preparam uma mesa santa, entrem nesta festa, tragam vinhos e pão. E, sem medo, deixem rede

e barco, deem suas vidas como oblação.

16. PAI NOSSO

Presidente – Guiados pelo Espírito de Jesus e iluminados pela sabedoria do Evangelho, ousamos

dizer. PAI NOSSO…

17. ABRAÇO DA PAZ

Animador(a) – Como filhos e filhas do Deus da paz, saudemo-nos com um gesto fraterno.

1. Um abraço de paz, um abraço de irmão, um abraço que vá alegrar seu coração. Paz pra você, paz

para nós, paz para o mundo. Onde há dor, melancolia, nós vamos levar a paz.

18. CANTO DE COMUNHÃO (Se houver)

1. Se a missão se faz cansaço, Jesus convida a descansar, e se há ovelhas sem pastor é necessário

delas cuidar.

“DAI-LHES VÓS MESMOS DE COMER” O MEU CORPO QUE SE FAZ PÃO. DIZ JESUS A

SEUS AMIGOS PARTILHAR É VOCAÇÃO! PARTILHAR É VOCAÇÃO!

2. E se a hora vai adiantada e despedir se faz tentação, a nossa fé seja mais forte para servir nossos

irmãos.

3. A quem duvida do seu pouco, Jesus pergunta: o que tens? Vai ver! Então responda: Senhor, este

pouco partilhando tu fazes crescer.

4. E se nos sentamos sobre a relva a qual nos conduz o bom Pastor, nossa união expresse sempre o

pão de Deus, sinal de amor.

5. E se ainda hoje nós repetimos aqueles gestos que fez o Senhor, não haverá mais fome e sede

nosso batismo terá seu valor.

20. ORAÇÃO

Presidente – Restaurados à vossa mesa pelo Pão da Palavra (e pela Comunhão), nós vos pedimos, ó

Deus, que este alimento da caridade fortifique os nossos corações e nos leve a vos servir em nossos

irmãos e irmãs. Por Cristo, nosso Senhor. AMÉM.

21. NOTÍCIAS E AVISOS

Neste momento, a comunidade pode fazer uma breve e bonita homenagem aos catequistas.

22. BÊNÇÃO

Presidente - O Senhor vos abençoe e vos guarde. AMÉM.

- O Senhor faça brilhar sobre vós a sua face e vos seja favorável. AMÉM.

- O Senhor dirija para vós o seu rosto e vos dê a paz. AMÉM.

- Abençoe-vos o Deus todo-poderoso: PAI E FILHO E ESPÍRITO SANTO. AMÉM.

- Ide em paz e que o Senhor vos acompanhe. GRAÇAS A DEUS.

23. CANTO FINAL

1. Ó Jesus, com fé, eu te seguirei. Só contigo sou feliz, tu és em mim! Teu Espírito de amor criador,

me sustenta no meu sim. Me lança neste mar!

VOU NAVEGAR, NAS ÁGUAS DESTE MAR. NAVEGAR… EU QUERO ME ENCONTRAR.

NAVEGAR… NÃO POSSO MAIS FUGIR. VOU PROCURAR, NAS ÁGUAS MAIS

PROFUNDAS. NO MAR… FELIZ EU VOU SEGUIR. SÓ AMAR, BUSCAR O MEU LUGAR.

SEM DÚVIDAS, SEM MEDO DE SONHAR!

DESPERTAR VOCACIONAL 2011- REGIÃO MARIANA LESTE

•24 de junho de 2011 • Deixe um comentário

LITURGIA 4 DOMINDO DA PÁSCOA- BOM PASTOR- DIA MUNDIAL DE ORAÇÃO PELAS VOCAÇÕES

•15 de abril de 2011 • Deixe um comentário

(cor branca ou dourada)

4º DOMINGO DA PÁSCOA

OS CRISTÃOS SÃO CHAMADOS A SEREM OVELHAS

QUE SEGUEM A VOZ DO BOM PASTOR

Dia Mundial de Oração pelas Vocações e do Bom Pastor

ACOLHIDA

O espaço celebrativo deve estar preparado conforme orientações do Domingo de Páscoa, podendo colocar em lugar de destaque símbolos/imagem, que lembrem o dia do Bom Pastor e o Dia Mundial de Oração pelas Vocações. Enquanto se acende o Círio Pascal canta-se de forma orante o refrão abaixo. (Cantar até que a assembléia esteja em pleno silêncio).

 

VÓS SOIS MEU PASTOR Ó SENHOR NADA ME FALTARÁ SE ME CONDUZIS (3x)

 

Anim(a) – Queridos irmãos e irmãs sejam todos bem-vindos! É com grande alegria que os acolhemos na casa do Pai para celebrarmos a nossa fé no Cristo Ressuscitado e a nossa vida repleta de alegria e esperança. Hoje, fazendo memória do Cristo Bom Pastor e o Dia Mundial de Oração pelas Vocações Sacerdotais e Religiosas, queremos rezar por todos os que assumiram a vocação de cuidar do rebanho de Cristo, doando suas vidas em favor do Reino.

 

A equipe prepara a recordação da vida ou motiva a assembléia a rezar lembrando o Papa, bispos, padres, religiosos(as), seminaristas, as paróquias e as comunidades que celebram seus padroeiros, os amigos do seminário e outros fatos que marcaram a semana. Concluir cantando.

 

RECORDAÇÕES, LEMBRANÇAS DA VIDA SOFRIDA E VIVIDA NA FESTA E NA DOR.

RECEBE NAS MÃOS AS RECORDAÇÕES DOS FILHOS E FILHAS, AMADO SENHOR. (bis)

 

Animador(a) – Animados pela força e a coragem que nos vem do Cristo Ressuscitado, cantemos.

Procissão de entrada como costume.

 

CANTO INICIAL

Presidente - Como irmãos e irmãs, vivendo a alegria da Páscoa do Senhor, façamos o sinal de nossa fé, cantando. (à escolha)

 

 DEUS NOS PERDOA

Presidente – Em Jesus Cristo, o justo, que intercede por nós e nos reconcilia com o Pai, abramos o nosso coração ao arrependimento, para que tenha piedade de nós, pecadores (pausa). Confiantes peçamos perdão, cantando.

 ORAÇÃO

Presidente - Ó Deus de ternura, vós sois o Pastor de toda a humanidade e protetor de todas as ovelhas. Nós vos agradecemos as manifestações do vosso cuidado para conosco. Dai-nos a graça de escutarmos a Palavra do Cristo ressuscitado, que nos chama pelo nome e nos dá uma missão. Ele que convosco vive e reina para sempre, na unidade do Espírito Santo. AMÉM.

RITO  DA PALAVRA

 

LEITURA DOS ATOS DOS APÓSTOLOS (2,14a.36-41)

 

SALMO RESPONSORIAL (22)

 

LEITURA DA PRIMEIRA CARTA DE SÃO PEDRO (2, 20b-25)

 

 EVANGELHO  JO (10,1-10)

.

PROFISSÃO DE FÉ

PRECES DA COMUNIDADE

|Presidente – Ao Senhor, que em meio a tantas tribulações do mundo, nos ensina a escutar a voz do

Bom Pastor, elevemos nossos pedidos. Confiantes, cantemos:

VOSSA IGREJA VOS PEDE, Ó PAI! SENHOR, NOSSA PRECE ESCUTAI.

1- Senhor, acompanhai a nossa Paróquia e todas as comunidades que celebram seus padroeiros, para que neste momento de festa e alegria fortaleça a união e a solidariedade entre os seus membros. Nós vos pedimos.

2- Senhor, abençoai  o Serviço de Animação Vocacional,  e todas as pessoas que colaboram na formação dos futuros padres de nossa Igreja particular de ………………. Nós vos pedimos.

3 Senhor, abençoei o nosso pároco , para que sejam fiéis a missão que lhes foram confiadas. Nós vos

pedimos.

Presidente – Rezemos pelas vocações.

Senhor da messe e Pastor do rebanho, faz ressoar em nossos ouvidos teu forte e suave convite: “Vem e segue-me”. Derrama sobre nós o teu Espírito, que ele nos dê sabedoria para ver o caminho e generosidade para seguir tua voz. Senhor, que a messe não se perca por falta de operários. Desperta nossas comunidades para a missão. Ensina nossa vida a ser serviço. Fortalece os que querem dedicar-se ao Reino na vida consagrada e religiosa. Senhor, que o rebanho não pereça por falta de pastores. Sustenta a fidelidade de nossos bispos, padres e ministros. Dá perseverança a nossos seminaristas. Desperta o coração de nossos jovens para o ministério pastoral em tua Igreja. Senhor da messe e Pastor do rebanho, chama-nos para o serviço do teu povo. Maria, Mãe da Igreja, modelo dos servidores do Evangelho, ajuda-nos a responder SIM. Amém.

 

APRESENTAÇÃO DOS DONS

Animador(a) - O pastor de ovelhas que assume bem sua missão é caracterizado como aquele que cuida de cada uma como se fosse a única. Da-lhe carinho e não deixa que ela se disperse do rebanho. Procura mantê-la unida as demais, porque sabe que aí ela estará sempre mais bem protegida. Apresentemos ao altar do Senhor o esforço do nosso Pastor D. ………, do clero, do serviço de Animação Vocacional, (SAV) da Pastoral Vocacional, e de todos os fiéis que por meio da oração e do incentivo mantém vivo o despertar vocacional no meio do povo.

 

Representantes desses grupos citados acima, ou outras pessoas, apresentam diante do altar símbolos vocacionais: Cajado, sandália, camisetas das referidas equipes e outras… enquanto se canta.

 

EIS-ME AQUI, SENHOR! EIS-ME AQUI SENHOR! PRA FAZER TUA VONTADE, PRA

VIVER NO TEU AMOR (bis) EIS-ME AQUI, SENHOR!

1. O Senhor é o pastor, que me conduz. Por caminhos nunca vistos me enviou. Sou chamado a ser

fermento, sal e luz, e por isso respondi: aqui estou!

 PAI NOSSO

Presidente - Guiados pelo Espírito de Jesus e iluminados pela sabedoria do Evangelho, ousamos

dizer: PAI NOSSO…

 

MOMENTO DA PAZ

Presidente – Paz é união, alegria, compreensão, bondade e justiça. Com este espírito, saudemo-nos

com um gesto fraterno.

 

 CANTO DE COMUNHÃO

20. ORAÇÃO

Presidente – Ó Deus, Pastor de nossa vida, pela força que recebemos nesta celebração, ajudai-nos a

viver na alegria da Páscoa e a permanecer na comunhão de vosso Filho, por quem chegamos a Vós.

Ele que convosco vive e reina para sempre. AMÈM.

LITURGIA JANEIRO 2011

•15 de janeiro de 2011 • Deixe um comentário

 

ESTIVMOS AUSENTES MAS ESTAMOS DE NOVO TENTANTO CONTRIBUIR.

ANO XXI – 1248 (cor verde) – ANO A – 16/01/2011

2º DOMINGO DO TEMPO COMUM

“EU VI E DOU TESTEMUNHO: ESTE É O FILHO DE DEUS” (Jo1, 34)

01. ACOLHIDA E RECORDAÇÃO DA VIDA

Animador(a) – Queridos irmãos e irmãs, é com grande alegria e carinho que os acolhemos para

celebrar nossa vida e nossa fé. Vamos recordar, neste momento, os fatos que marcaram esta

semana.

O animador motiva a assembleia a fazer a recordação da vida espontaneamente. Concluir cantando um refrão

apropriado.

Animador(a) – Celebremos a páscoa de Jesus Cristo, acontecendo na história e em nossas vidas,

especialmente nas lutas das pessoas e comunidades que se organizam, cultivam a vida batismal e,

conscientemente, continuam a missão de Jesus, o Cordeiro de Deus que tira o pecado do mundo e

implanta a fraternidade e a paz. Alegres, cantemos.

Procissão de entrada como de costume.

02. CANTO INICIAL

VIMOS TE LOUVAR EM TUA CASA, Ó SENHOR. SOMOS A FAMÍLIA QUE TEU FILHO

CONGREGOU.

1. Teu povo, tua família vem hoje, com gratidão, louvar Teu nome santo, unidos na adoração.

2. Cantamos a Tua graça, o Teu infinito amor; a prece de nossas vidas, em casa já começou.

3. Das faltas contra a unidade queremos pedir perdão. É falta todo egoísmo que gera separação.

4. Começa em nossa casa a vida em fraternidade. Possamos com Tua graça, vivê-la na liberdade.

Presidente – Irmãos e irmãs, reunidos em nome da Trindade Santa, façamos o sinal da nossa fé. EM

NOME DO PAI…

Presidente – O Senhor, que encaminha os nossos corações para o amor de Deus e a constância de

Cristo, esteja convosco. BENDITO SEJA DEUS…

03. DEUS NOS PERDOA

Presidente – De coração contrito e humilde, aproximemo-nos do Deus justo e santo para que tenha

piedade de nós, pecadores. (pausa)

Presidente – Tende compaixão de nós, Senhor.

Todos – PORQUE SOMOS PECADORES.

Presidente - Manifestai, Senhor, a vossa misericórdia.

Todos - E DAI-NOS A VOSSA SALVAÇÃO.

Presidente – Deus todo-poderoso, tenha compaixão de nós, perdoe os nossos pecados e nos

conduza à vida eterna. AMÉM.

Todos (cantando) - SENHOR, PIEDADE! Ó CRISTO, PIEDADE! SENHOR, PIEDADE DE NÓS,

SENHOR!

04. ORAÇÃO

Presidente – Ó Pai, em Cristo nos fizestes reconhecer o Cordeiro Pascal e a luz de todos os povos, e

hoje nos chamais para sermos o povo da Nova Aliança. Confirmai em nós a graça do batismo e dainos

a força do Espírito para que a nossa vida proclame a alegria do Evangelho da Salvação. Por

nosso Senhor Jesus Cristo, vosso Filho, na unidade do Espírito Santo. AMÉM.

Animador(a) – A Palavra de Deus está centrada no testemunho sobre Jesus Cristo. Ouçamos

atentos.

05. LEITURA DO LIVRO DO PROFETA ISAÍAS (49,3.5-6)

06. SALMO RESPONSORIAL (39)

EU DISSE: EIS QUE VENHO, SENHOR, COM PRAZER FAÇO A VOSSA VONTADE! (bis)

- Esperando, esperei no Senhor, e inclinando-se, ouviu meu clamor. Canto novo Ele pôs em meus

lábios, um poema em louvor ao Senhor.

- Sacrifício e oblação não quisestes, mas abristes, Senhor, meus ouvidos; não pedistes ofertas nem

vítimas, holocaustos por nossos pecados.

- E então eu vos disse: “Eis que venho!” Sobre mim está escrito no livro: “Com prazer faço a vossa

vontade, guardo em meu coração vossa lei!”

- Boas- novas de vossa justiça anunciei numa grande assembleia; vós sabeis: não fechei os meus

lábios!

07. LEITURA DA PRIMEIRA CARTA DE SÃO PAULO AOS CORÍNTIOS (1,1-3)

08. CANTO DE ACLAMAÇÃO

ALELUIA, ALELUIA, ALELUIA!

1. A Palavra se fez carne, entre nós ela acampou; todo aquele que a acolheu, de Deus filho se

tornou.

09. PROCLAMAÇÃO DO EVANGELHO DE JESUS CRISTO SEGUNDO SÃO JOÃO

(1,29-34)

10. PARTILHA DA PALAVRA

11. PROFISSÃO DE FÉ

Presidente – Professemos a nossa fé no Deus que nos dá a salvação. CREIO EM DEUS PAI…

12. PRECES DA COMUNIDADE

Presidente – Jesus é aquele em quem se realizam as promessas, o servo humilde e fiel. Por sua

intercessão, supliquemos ao Pai: SENHOR, OUVI-NOS.

- Senhor, fortalecei a vossa santa Igreja para que anuncie e mostre a salvação que só o Cristo pode

trazer a todos. Nós vos pedimos.

- Senhor, iluminai-nos para que reconheçamos que só é possível construir um mundo bom e justo

seguindo Jesus Cristo. Nós vos pedimos.

- Senhor, abençoai a nossa Paróquia  e todas as comunidades que celebram o seu padroeiro, para que possam mostrar a face do Deus salvador e amoroso a todas as pessoas. Nós vos pedimos.

Presidente – Senhor nosso Deus, que nos enviastes vosso Filho como quem tira o pecado do

mundo, acolhei as nossas preces e dai-nos a graça de obtermos a vossa salvação. Por Cristo, nosso

Senhor. AMÉM.

13. APRESENTAÇÃO DOS DONS

Animador(a) – Jesus recebe dois títulos: Cordeiro de Deus e Filho de Deus. Duas frases descrevem

sua atividade: o que tira o pecado do mundo e o que batiza com o Espírito Santo. Jesus é o Cordeiro

de Deus por ser o dom de Deus à humanidade. O dom de Deus é tornar possível ao homem livrar-se

da morte e obter a vida. Apresentemos ao altar do Senhor as ações e trabalhos realizados pelas

pastorais, pessoas, instituições e movimentos em favor da vida.

A equipe apresenta os trabalhos e ações promovidas na comunidade, com criatividade, enquanto se canta.

ACEITA ESTAS NOSSAS OFERTAS QUE FAZEMOS COM TODO FERVOR. (bis)

ANO XXI – 1249 (cor verde) – ANO A – 23/01/2011

3º DOMINGO DO TEMPO COMUM

O POVO QUE VIVIA NAS TREVAS VIU UMA GRANDE LUZ (Mt 4,16)

O espaço celebrativo cuidadosamente preparado revela o carinho que temos conosco mesmos e para com o

Senhor. Próximo à mesa da Palavra colocar uma rede de pesca com os nomes de todos os crismandos da

comunidade, se houver, (será utilizada no momento apropriado) com o tema da celebração.

1. Dentro de mim existe uma luz que me mostra por onde deverei andar. Dentro de mim também

mora Jesus, que me ensina o seu jeito de amar.

MINHA LUZ É JESUS, E JESUS ME CONDUZ PELOS CAMINHOS DA PAZ.

01. ACOLHIDA

Animador(a) – Irmãos e irmãs, sejam todos bem-vindos à casa de nosso Deus Uno e Trino. Nos

reunimos à luz do ressuscitado para celebrar a nossa fé e a nossa vida cheia de alegria e esperança.

Neste domingo Jesus se apresenta como luz e salvação para o mundo. Iniciando sua missão, Ele nos

convida a segui-Lo assim como fez São Paulo, cuja festa de sua conversão comemoramos no

próximo dia 25. Alegres e dispostos a segui-Lo, cantemos.

Procissão de entrada como de costume.

02. CANTO INICIAL

VIMOS TE LOUVAR EM TUA CASA, Ó SENHOR. SOMOS A FAMÍLIA QUE TEU FILHO

CONGREGOU.

1. Teu povo, tua família vem hoje, com gratidão, louvar Teu nome santo, unidos na adoração.

2. Cantamos a Tua graça, o Teu infinito amor; a prece de nossas vidas, em casa já começou.

3. Das faltas contra a unidade queremos pedir perdão. É falta todo egoísmo que gera separação.

4. Começa em nossa casa a vida em fraternidade. Possamos com Tua graça, vivê-la na liberdade.

Presidente – Reunidos no amor da Trindade Santa, façamos o sinal da nossa fé. EM NOME DO

PAI…

Presidente – O Deus da esperança, que nos cumula de toda alegria e paz em nossa fé, pela ação do

Espírito Santo, esteja convosco. BENDITO SEJA DEUS…

03. DEUS NOS PERDOA

Presidente – Seguir a Jesus requer de nós uma verdadeira conversão. Pela vezes que permitimos

que as trevas dificultassem a nossa caminhada de comunidade, peçamos a Deus que é amor e

perdão, que nos ajude e perdoe nossos pecados. (pausa)

Presidente – Tende compaixão de nós, Senhor.

PORQUE SOMOS PECADORES.

Presidente – Manifestai, Senhor, a vossa misericórdia.

E DAI-NOS A VOSSA SALVAÇÃO.

Presidente – Deus todo-poderoso, tenha compaixão de nós, perdoe os nossos pecados e nos

conduza um dia à vida eterna. AMÉM.

Todos (cantando) - SENHOR, PIEDADE! Ó CRISTO, PIEDADE! SENHOR, PIEDADE DE NÓS,

SENHOR! (bis)

04. ORAÇÃO

Presidente – Ó Deus, Vós sois o Senhor com todo o poder, para sempre. Queremos que nossa vida

seja por Vós conduzida. Assim, seguindo Jesus, passaremos pelo mundo praticando só o bem. Por

nosso Senhor Jesus Cristo, vosso Filho, na unidade do Espírito Santo. AMÉM.

05. LEITURA DO LIVRO DO PROFETA ISAÍAS (8,23b-9,3)

06. SALMO RESPONSORIAL (26)

O SENHOR É MINHA LUZ E SALVAÇÃO. O SENHOR É A PROTEÇÃO DA MINHA VIDA.

(bis)

- O Senhor é minha luz e salvação; de quem eu terei medo? O Senhor é a proteção da minha vida;

perante quem eu tremerei?

- Ao Senhor eu peço apenas uma coisa, e é só isto que eu desejo: habitar no santuário do Senhor por

toda a minha vida; saborear a suavidade do Senhor e contemplá-lo no seu templo.

- Sei que a bondade do Senhor eu hei de ver na terra dos viventes. Espera no Senhor e tem coragem,

espera no Senhor!

07. LEITURA DA PRIMEIRA CARTA DE SÃO PAULO AOS CORÍNTIOS (1Cor 1,10-13.17)

08. CANTO DE ACLAMAÇÃO

ALELUIA, ALELUIA, ALELUIA.

1. Pois do Reino a Boa Nova Jesus Cristo anunciava e as dores do seu povo, com poder, Jesus

curava.

09. PROCLAMAÇÃO DO EVANGELHO DE JESUS CRISTO SEGUNDO SÃO MATEUS

(4,12-23)

10. PARTILHA DA PALAVRA

11. PROFISSÃO DE FÉ

Presidente – Professemos a nossa fé no Deus que nos enviou Jesus como luz e salvação. CREIO

EM DEUS PAI…

12. PRECES DA COMUNIDADE

Presidente – Irmãos e irmãs, ao Deus, nosso Pai, que nos chamou das trevas para a luz, elevemos os

nossos pedidos.

- Senhor, abençoai a vossa Igreja para que a luz de vosso Filho brilhe sobre ela e que suas obras

anunciem a todos o vosso Reino. Nós vos pedimos.

- Senhor, fortalecei a todos nós anunciadores do Evangelho, para que nos deixemos converter pela

vossa Palavra e nos tornemos testemunhas dignas de fé. Nós vos pedimos.

Senhor, atendei estes nossos pedidos: pela saúde dos enfermos, pelos aniversariantes, pelos

falecidos e por todos os motivos que queremos rezar neste dia os quais estão no silêncio dos nossos

corações. Nós vos pedimos.

(Preces espontâneas. A equipe prepara com antecedência conforme a realidade da comunidade.)

Presidente – Rezemos juntos pelas vocações.

Senhor, que a messe não se perca por falta de operários. Desperta nossas comunidades para a

missão, ensina nossa vida a ser serviço, fortalece os que querem dedicar-se ao Reino na vida

consagrada e religiosa. AMÉM.

13. APRESENTAÇÃO DOS DONS

Animador(a) – A vocação dos primeiros discípulos é modelo do chamado de todo cristão. Quando

Deus faz ouvir a sua voz, nós devemos responder com a mesma prontidão e com a mesma

generosidade de Pedro, André, João e Tiago, deixando tudo e seguindo-O. Apresentemos ao Senhor

a nossa disponibilidade ao serviço do Reino.

Os crismandos, onde houver, trazem a rede que está em frente à mesa da Palavra erguendo-a diante do altar.

Onde isso não for possível, pessoas da assembleia realizam este momento; enquanto se canta.

TUA VOZ ME FEZ REFLETIR, DEIXEI TUDO PRA TE SEGUIR, NOS TEUS MARES EU

QUERO NAVEGAR. (bis)

ANO XXI – 1250 (cor verde) – ANO A – 30/01/2011

4º DOMINGO DO TEMPO COMUM

“ALEGRAI-VOS E EXULTAI, PORQUE SERÁ GRANDE

A VOSSA RECOMPENSA NOS CÉUS” (Mt 5,12a)

01. ACOLHIDA

O animador(a) com breves palavras motiva a recordação da vida, que pode ser feita espontaneamente pelo

povo ou preparada com antecedência pela equipe. Concluir cantando.

ENTÃO MINH’ALMA CANTA A TI SENHOR. QUÃO GRANDE ÉS TU! QUÃO GRANDE ÉS

TU! (bis)

Animador(a) – Irmãos e irmãs, sejam todos bem-vindos para celebrarmos a páscoa de Jesus Cristo

que se manifesta e se realiza em ações solidárias e nas lutas das pessoas comprometidas com as

bem-aventuranças que a liturgia de hoje nos propõe.

Animador(a) - Que a vivência deste projeto de vida e felicidade nos ajude a vermos nossas ações

perante aqueles que têm fome e sede de justiça. Cantemos.

Procissão de entrada como de costume.

02. CANTO INICIAL

VIMOS TE LOUVAR EM TUA CASA, Ó SENHOR. SOMOS A FAMÍLIA QUE TEU FILHO

CONGREGOU.

1. Teu povo, tua família vem hoje, com gratidão, louvar Teu nome santo, unidos na adoração.

2. Cantamos a Tua graça, o Teu infinito amor; a prece de nossas vidas, em casa já começou.

3. Das faltas contra a unidade queremos pedir perdão. É falta todo egoísmo que gera separação.

4. Começa em nossa casa a vida em fraternidade. Possamos com Tua graça, vivê-la na liberdade.

Presidente – Reunidos pela Santíssima Trindade para este encontro de irmãos, façamos o sinal da

nossa fé.

EM NOME DO PAI…

Presidente – A vós, irmãos e irmãs, paz e fé da parte de Deus, o Pai, e do Senhor Jesus Cristo.

BENDITO SEJA DEUS…

03. ORAÇÃO

Presidente – Ó Deus dos pobres e dos mansos, pelo Cristo, vosso Filho, vós nos abris um caminho

de vida e felicidade. Dai a nós aqui reunidos a graça de vivermos como Ele viveu e de cumprirmos

em tudo o Vosso Projeto de Amor. Por nosso Senhor Jesus Cristo, vosso Filho, na unidade do

Espírito Santo. AMÉM.

Animador(a) - As leituras deste domingo são viva esperança para os cristãos. Deus mostra-se

aliado dos empobrecidos e com eles constrói, desde já, uma sociedade alternativa, da qual, justiça,

partilha e fraternidade são características. Ouçamos atentos.

04. LEITURA DA PROFECIA DE SOFONIAS (2,3;3,12-13)

05. SALMO RESPONSORIAL (145)

FELIZES OS POBRES EM ESPÍRITO, PORQUE DELES É REINO DOS CÉUS. (bis)

- O Senhor é fiel para sempre, faz justiça aos que são oprimidos; ele dá alimento aos famintos, é o

Senhor quem liberta os cativos.

- O Senhor abre os olhos aos cegos o Senhor faz erguer-se o caído; o Senhor ama aquele que é justo

é o Senhor quem protege o estrangeiro.

- Ele ampara a viúva e o órfão, mas confunde os caminhos dos maus. O Senhor reinará para sempre!

Ó Sião, o teu Deus reinará para sempre e por todos os séculos!

06. LEITURA DA PRIMEIRA CARTA DE SÃO PAULO AOS CORÍNTIOS (1,26-31)

07. CANTO DE ACLAMAÇÃO

ALELUIA… BEM AVENTURADOS AQUELES QUE OUVEM A PALAVRA DE DEUS. BEM

AVENTURADOS AQUELES QUE PRATICAM A PALAVRA DE DEUS.

08. PROCLAMAÇÃO DO EVANGELHO DE JESUS CRISTO SEGUNDO SÃO MATEUS

(5,1-12a)

09. PARTILHA DA PALAVRA

10. DEUS NOS PERDOA

Presidente – Peçamos perdão pelas vezes em que não vivemos as bem-aventuranças em nossa vida.

Algumas pessoas proclamam de cor as bem-aventuranças. Em seguida, o presidente faz os pedidos de perdão

e a assembleia responde cantando.

Jovem – “Bem-aventurados os pobres de espírito, porque deles é o Reino dos céus”.

Presidente – Senhor, por sermos ainda muito ligados aos bens da terra, nós vos pedimos perdão.

SENHOR, PIEDADE! Ó CRISTO, PIEDADE! SENHOR, PIEDADE DE NÓS, SENHOR!

Criança – “Bem-aventurados aqueles que choram, porque serão consolados”.

Presidente – Senhor, por não sermos capazes de entregar-vos as nossas preocupações do dia a dia,

nós vos pedimos perdão.

SENHOR, PIEDADE! Ó CRISTO, PIEDADE! SENHOR, PIEDADE DE NÓS, SENHOR!

Pai – “Bem-aventurados aqueles que têm fome e sede de justiça, porque serão saciados”.

Presidente – Senhor, por não sabermos procurar sempre e em todas as coisas o vosso Reino, nós

vos pedimos perdão.

SENHOR, PIEDADE! Ó CRISTO, PIEDADE! SENHOR, PIEDADE DE NÓS, SENHOR!

Mãe – “Bem-aventurados os pacificadores, porque serão chamados Filhos de Deus”.

Presidente – Senhor, por rompermos frequentemente a paz, nós vos pedimos perdão.

SENHOR, PIEDADE! Ó CRISTO, PIEDADE! SENHOR, PIEDADE DE NÓS, SENHOR!

Idoso – “Bem-aventurados os perseguidos pela justiça, porque deles é o Reino dos Céus”.

Presidente – Senhor, por não perdoarmos a quem nos ofende e por estarmos do lado daqueles que

ofendem e perseguem, nós vos pedimos perdão.

SENHOR, PIEDADE! Ó CRISTO, PIEDADE! SENHOR, PIEDADE DE NÓS, SENHOR!

Presidente – Deus todo-poderoso, tenha compaixão de nós, perdoe os nossos pecados e nos

conduza à vida eterna. AMÉM.

11. PROFISSÃO DE FÉ

Presidente – Animados pela Palavra de Deus e confiantes no seu amor, professemos nossa fé.

CREIO EM DEUS PAI…

12. PRECES DA COMUNIDADE

Presidente – Ao Pai, que nos convida a escolher o caminho da verdadeira felicidade, elevemos

nossas súplicas.

- Senhor, iluminai vossa Santa Igreja para que anuncie as bem-aventuranças como mensagem de

libertação e santidade. Nós vos pedimos.

- Senhor, amparai os pobres, os oprimidos, os que sofrem injustiça e perseguição, para que

encontrem em vós força e perseverança para viverem dignamente. Nós vos pedimos.

- Senhor, abençoai nossas comunidades, para que permaneçam fiéis aos vossos mandamentos e não

desanimem diante das dificuldades encontradas na caminhada. Nós vos pedimos.

(preces espontâneas)

Presidente – Ó Pai de bondade, acolhei nossos pedidos e ajudai-nos a colocar em prática as bemaventuranças

anunciadas por vosso Filho Jesus. Ele que convosco vive e reina para sempre.

AMÉM.

13. APRESENTAÇÃO DOS DONS (em pé)

Animador(a) – Ao anunciar o reino de Deus e seus valores proclamados nas bem-aventuranças,

Jesus nos oferece os verdadeiros valores que nos permitem dar um resposta de fé e traçar um

caminho que nos levará a sermos perfeitos como somente o Pai Celeste é. O espírito de pobreza, de

mansidão, de paz, de justiça, de perdão, de amor e pureza é o único caminho possível e o programa

de vida para quem quer ser cristão, discípulo missionário de Jesus.

Animador(a) – Apresentemos ao altar do Senhor nossa disposição de lutar contra o medo e o

comodismo que nos impedem de praticar a justiça em nossas comunidades e no ambiente em que

vivemos. Na esperança de contribuirmos para que a felicidade seja para todos, erguendo nossas

mãos para o altar, cantemos.

DE BRAÇOS ERGUIDOS A DEUS OFERTAMOS AQUILO QUE SOMOS E TUDO QUE

AMAMOS. OS DONS QUE NÓS TEMOS COMPARTILHAREMOS, AQUELES QUE SOFREM

SORRIR OS FAREMOS. (bis)

LITURGIA DE FEVEREIRO 2011

•15 de janeiro de 2011 • Deixe um comentário

AMIGOS<

DESCULPE-NOS PELA NOSSA AUSENCIA. ESTAMOS DE VOLTA, TENTANDO CONTRIBUIR COM AS NOSSAS SEGESTÕES.

 

5º DOMINGO DO TEMPO COMUM

SOMOS CHAMADOS A SER SAL DA TERRA E LUZ DO MUNDO

01. ACOLHIDA

Preparar próximo à vela do altar do presbitério um lugar para colocar um recipiente transparente com sal. Para dar início à celebração, cantar de forma orante o refrão meditativo abaixo.

TU ÉS A LUZ, SENHOR, DO MEU ANDAR, SENHOR, DO MEU LUTAR, SENHOR, FORÇA NO MEU SOFRER. EM TUAS MÃOS, SENHOR, QUERO VIVER.

Animador(a) – Queridos irmãos e irmãs, estamos reunidos em nome do Senhor para celebrar a nossa fé na ressurreição. É Ele que nos convida, como batizados e como comunidade cristã, a sermos sal da terra e luz do mundo. Alegres por este encontro fraterno, cantemos.

Procissão de entrada como de costume.

02. CANTO INICIAL

Presidente – O Senhor que encaminha os nossos corações para o amor de Deus e a constância de Cristo esteja convosco. BENDITO SEJA DEUS…

03. DEUS NOS PERDOA

Presidente – Irmãos, reconhecendo-nos necessitados da misericórdia do Pai, supliquemos o perdão

de nossos faltas e omissões. (pausa) Confessemos os nossos pecados. Confesso a Deus todopoderoso…

Presidente – Deus de bondade, tenha compaixão de nós, perdoe os nossos pecados e nos conduza à

vida eterna. AMÉM.

- Senhor, tende piedade de nós! Senhor…

- Cristo, tende piedade de nós! Cristo…

- Senhor, tende piedade de nós! Senhor…

04. ORAÇÃO

Presidente – Ó Deus, amigo da humanidade, que entrais em nossa história para dar luz e sabor ao

mundo, derramai sobre nós o Vosso Espírito e conduzi nossas ações para que, em tudo, Vosso nome

seja glorificado. Por nosso Senhor Jesus Cristo, Vosso Filho, na unidade do Espírito Santo. AMÉM.

Animador(a) – A Palavra de Deus nos ajuda a entender o sentido da luz. Ouçamos com atenção.

05. LEITURA DO LIVRO DO PROFETA ISAÍAS (58,7-10)

06. SALMO RESPONSORIAL (111)

UMA LUZ BRILHA NAS TREVAS PARA O JUSTO, PERMANECE PARA SEMPRE O BEM

QUE FEZ. (bis)

- Ele é correto, generoso e compassivo, como luz brilha nas trevas para os justos. Feliz o homem

caridoso e prestativo, que resolve seus negócios com justiça.

- Porque jamais vacilará o homem reto, sua lembrança permanece eternamente! Ele não teme

receber notícias más: confiando em Deus, seu coração está seguro.

- Seu coração está tranquilo e nada teme. Ele reparte com os pobres os seus bens, permanece para

sempre o bem que fez e crescerão a sua glória e seu poder.

07. LEITURA DA PRIMEIRA CARTA DE SÃO PAULO AOS CORÍNTIOS (2,1-5)

08. CANTO DE ACLAMAÇÃO

ALELUIA, ALELUIA, ALELUIA.

1. Pois eu sou a Luz do mundo, quem nos diz é o Senhor; e vai ter a Luz da Vida, quem se faz meu

seguidor.

09. PROCLAMAÇÃO DO EVANGELHO DE JESUS CRISTO SEGUNDO SÃO MATEUS

(5,13-16)

10. PARTILHA DA PALAVRA

11. PROFISSÃO DE FÉ

Presidente – Professemos a nossa fé no Deus Uno e Trino, luz que ilumina nossa vida. CREIO EM

DEUS PAI…

12. PRECES DA COMUNIDADE

Presidente – Confiantes na bondade do Pai, peçamos por nossas necessidades.

- Senhor, abençoai a Vossa Santa Igreja, o papa, os bispos, os padres e os diáconos para que

continuem sendo no mundo sinal do vosso amor e da vossa misericórdia. Nós vos pedimos.

-Senhor, iluminai-nos para que possamos acolher a vossa Palavra, vivendo-a com empenho e

fidelidade, sendo luz do mundo e sal da terra. Nós vos pedimos.

- Senhor, acolhei todos aqueles que tiveram a sua vida ceifada por defender os pobres e

Injustiçados  Nós vos pedimos.

- Senhor, atendei estes nossos pedidos: pela saúde dos enfermos, pelos aniversariantes, pelos

falecidos e por todos os motivos que queremos rezar neste dia aos quais estão no silêncio dos

nossos corações. Nós vos pedimos.

Presidente – Rezemos juntos a oração pelas vocações.

Senhor, que a messe não se perca por falta de operários. Desperta nossas comunidades para a

missão, ensina nossa vida a ser serviço, fortalece os que querem dedicar-se ao Reino na vida

consagrada e religiosa. Amém.

13. APRESENTAÇÃO DOS DONS

Animador(a) – Os cristãos recebem no batismo a missão de ser sal e luz. Essa missão deve ser

exercida na família, na comunidade e no mundo. Apresentemos ao altar do Senhor a vida, a doação

e o testemunho de todos os que acreditam no bem e colocam seus dons a serviço do Reino de Deus.

Duas pessoas apresentam o recipiente com sal e a vela do altar, enquanto se canta.

1. Pelo Batismo recebi uma missão: vou trabalhar pelo reino do Senhor. Vou anunciar o Evangelho

para os povos, vou ser profeta, sacerdote, rei, pastor. Vou anunciar a Boa Nova de Jesus: como

profeta recebi uma missão. Onde eu for serei fermento, sal e luz, levando a todos a mensagem do

cristão.

ANO XXI – 1252 (cor verde) – ANO A – 13/02/2011

6º DOMINGO DO TEMPO COMUM

“FELIZ O HOMEM QUE NA LEI DO SENHOR DEUS VAI PROGREDINDO!” (Sl 118)

Antes de iniciar a celebração, o animador convida a assembleia a fazer sua oração pessoal, silenciosamente. Em

seguida, canta-se o refrão.

1. Ao Deus de todas as crenças, a glória e a louvação. No amor da Santa Trindade, gostosa é nossa

união. OI, QUE PRAZER, QUE ALEGRIA, O NOSSO ENCONTRO DE IRMÃOS! (bis)

01. ACOLHIDA

Animador(a) – Irmãos e irmãs, sejam todos bem-vindos! O nosso Deus, cheio de ternura e

misericórdia, é quem nos reúne e nos acolhe para celebrarmos a Páscoa de Cristo que se realiza na

vida e no trabalho das pessoas que se comprometem com a justiça, que socorrem o fraco, que

partilham o pão, que promovem o relacionamento harmonioso entre as pessoas e acreditam na força

do perdão. Hoje, o Senhor nos desafia a praticar a justiça com radicalidade e a obedecer os seus

mandamentos. Na alegria de sermos convocados pelo Senhor, cantemos.

Procissão de entrada como de costume.

Presidente – Como família de Deus, façamos o sinal de nossa fé. EM NOME DO PAI…

Presidente – Que a sabedoria do Pai, o amor de Jesus Cristo e a força do Espírito Santo estejam

convosco. BENDITO SEJA DEUS…

03. DEUS NOS PERDOA

Presidente – “Feliz o homem sem pecado em seu caminho, que na Lei do Senhor Deus vai

progredindo!” (Sl 118,1) Em silêncio, imploremos a misericórdia do Pai pelas vezes que nos

desviamos do Seu caminho de vida e salvação. (pausa) Arrependidos, confessemos os nossos

pecados. Confesso a Deus todo-poderoso…

Presidente – Deus de bondade e de misericórdia tenha compaixão de nós, perdoe os nossos pecados

e nos conduza à vida eterna. AMÉM.

- Senhor, tende piedade de nós. Senhor…

- Cristo, tende piedade de nós. Cristo…

- Senhor, tende piedade de nós. Senhor…

04. ORAÇÃO

Presidente – Ó Pai, que resumistes toda a Lei no amor a Deus e ao próximo, ajudai-nos a observar o

Vosso mandamento, para que consigamos chegar um dia à vida eterna. Por nosso Senhor Jesus

Cristo, Vosso Filho, na unidade do Espírito Santo. AMÉM.

Animador(a) – A Palavra de Deus, proclamada neste domingo, sempre foi e será muito atual. O

desafio maior é crermos que ela é dirigida a cada um de nós, presentes nesta assembleia. Acolhamos

com muita atenção o que o Senhor tem a nos dizer hoje.

05. LEITURA DO LIVRO DO ECLESIÁSTICO (15,16-21)

06. SALMO RESPONSORIAL (118)

FELIZ O HOMEM SEM PECADO EM SEU CAMINHO, QUE NA LEI DO SENHOR DEUS VAI

PROGREDINDO! (bis)

- Feliz o homem sem pecado em seu caminho, que na Lei do Senhor Deus vai progredindo! Feliz o

homem que observa seus preceitos, e de todo o coração procura a Deus!

- Os vossos mandamentos vós nos destes, para serem fielmente observados. Oxalá seja bem firme a

minha vida em cumprir vossa vontade e vossa Lei!

- Sede bom com vosso servo, e viverei, e guardarei vossa Palavra, ó Senhor. Abri meus olhos, e

então contemplarei as maravilhas que encerra a vossa Lei!

- Ensinai-me a viver vossos preceitos; quero guardá-los fielmente até o fim! Dai-me o saber, e

cumprirei a vossa Lei, e de todo o coração a guardarei.

07. LEITURA DA PRIMEIRA CARTA DE SÃO PAULO AOS CORÍNTIOS (2,6-10)

08. CANTO DE ACLAMAÇÃO

ALELUIA, ALELUIA, ALELUIA.

1. Eu te louvo, ó Pai santo, Deus do céu, Senhor da terra: os mistérios do teu Reino aos pequenos,

Pai, revelas.

09. PROCLAMAÇÃO DO EVANGELHO DE JESUS CRISTO SEGUNDO SÃO MATEUS

(5-17-37)

10. PARTILHA DA PALAVRA

11. PROFISSÃO DE FÉ

Presidente – Acreditando que podemos praticar a justiça do Reino no meio de nós, professemos a

nossa fé no Deus Uno e Trino. CREIO EM DEUS PAI…

12. PRECES DA COMUNIDADE

Presidente – Ao Deus da vida, elevemos as nossas preces.

- Senhor, abençoai a Vossa Igreja, para que nossos pastores sejam pessoas mais comprometidas

com o Evangelho de Jesus Cristo, sendo exemplos a serem seguidos. Nós vos pedimos.

- Senhor, ajudai-nos a viver conforme os Vossos preceitos, buscando sempre a justiça, para que

possamos ter uma sociedade mais fraterna e comprometida com a paz. Nós vos pedimos.

- Senhor, iluminai-nos, para que saibamos escolher o caminho da santidade que nos conduz a Vós.

Nós vos pedimos.

Presidente – Senhor, Deus de bondade, acolhei nossos pedidos e ajudai-nos a caminhar para Vós,

com inteira liberdade. Por Cristo, nosso Senhor. AMÉM.

13. APRESENTAÇÃO DOS DONS

Animador(a) – Deus deixa toda a liberdade de escolha às pessoas, mas aponta, ao mesmo tempo, o

único caminho certo: “Escolha, pois a vida…” (Dt 30,19) Apresentemos ao altar do Senhor a nossa

disponibilidade em trabalhar para que todos tenham direito de viver dignamente.

Onde houver membros das pastorais sociais (criança, carcerária, sobriedade, ecológica, saúde, educação…)

ONG’s e instituições, apresentam os objetos de trabalho.

PONHO, ENTÃO, À TUA FRENTE DOIS CAMINHOS DIFERENTES: VIDA E MORTE, E

ESCOLHERÁS. SÊ SENSATO: ESCOLHE A VIDA! PARTE O PÃO, CURA AS FERIDAS! SÊ

FRATERNO E VIVERÁS. (bis)

ANO XXI – 1253 (cor verde) – ANO A – 20/02/2011

7º DOMINGO DO TEMPO COMUM

O SENHOR É SANTO E MISERICORDIOSO

01. ACOLHIDA

Preparar um belo coração com as frases bíblicas: Amai vossos inimigos – Fazei o bem aos que vos odeiam – Orai

por aqueles que vos maltratam e perseguem. (Mt 5,44) Colocá-lo em destaque na porta principal da Igreja. Para

dar início à celebração, entoar o refrão abaixo.

CONFIEMO-NOS AO SENHOR, ELE É JUSTO E TÃO BONDOSO. CONFIEMO-NOS AO

SENHOR. ALELUIA! (3x)

Animador(a) – Sejam bem-vindos irmãos e irmãs para celebrar a páscoa semanal do Senhor e a

nossa também. Neste domingo, dia do Senhor, do descanso e do lazer, o Pai nos convida a sermos

santos como Ele é Santo. Na esperança de caminharmos na busca da perfeição que nos conduz aos

céus, cantemos.

Procissão de entrada como de costume.

02. CANTO INICIAL

A GENTE TEM UM MUNDO PRA CELEBRAR. É DEUS QUE ESTÁ NO FUNDO DESTE

MEU CANTAR. (bis)

1. Aqui nos reunimos pra agradecer, a vida é um presente, nela eu posso crer.

2. Eu vim pedir perdão por te desconhecer, agora, em cada irmão, eu vou te receber.

3. O que estou sofrendo vai construir, pois tudo aqui é vida pra se repartir.

4. O amor nos fez um povo pra te louvar e todo dia é novo tempo de amar.

Presidente – Unidos como filhos e filhas na presença do Senhor, façamos o sinal de nossa fé. EM

NOME DO PAI…

Presidente – A graça de Deus nosso Pai, o amor de Jesus nosso irmão e a força do Espírito Santo

estejam convosco. BENDITO SEJA DEUS…

03. DEUS NOS PERDOA

Presidente – O amor misericordioso do Pai está presente no coração dos que amam, perdoam seus

amigos e inimigos e lutam em busca da reconciliação e da paz. Imploremos a misericórdia do

Senhor, cantando.

1. Mesmo que eu não queira, converte-me Senhor. Mesmo que eu não peça, converte-me, Senhor.

Mesmo se a consciência me disser que eu não pequei. Mesmo assim, tem piedade de mim pelas

vezes que eu errei! (bis)

2. Se alguém saiu ferido quando por minha vida passou. Se alguém perdeu a paz quando meu

egoísmo mais forte falou. Se eu não soube ser irmão, se eu não soube ser cristão, perdoa-me

Senhor, converte o meu coração. Tem piedade de nós. (3x)

Presidente – Deus de amor e bondade, tenha compaixão de nós, perdoe os nossos pecados e nos

conduza à vida eterna. AMÉM.

- Senhor, tende piedade de nós. Senhor…

- Cristo, tende piedade de nós. Cristo…

- Senhor, tende piedade de nós. Senhor…

04. ORAÇÃO

Presidente – Ó Deus, em Vosso Filho Jesus, revelastes a força do Vosso amor misericordioso. Abri

nossos corações para o dom do Vosso Espírito e rompei as cadeias da violência e do ódio que tanto

nos afligem. Ajudai-nos a testemunhar Vossa Palavra, promovendo a vitória do bem sobre o mal.

Por nosso Senhor Jesus Cristo, Vosso Filho na unidade do Espírito Santo. AMÉM.

Animador(a) – Na liturgia de hoje, o Senhor confirma Sua Santidade e nos convida a sermos

santos, tendo como caminho da salvação, o amor ao próximo. Ouçamos atentos.

05. LEITURA DO LIVRO DO LEVÍTICO (19,1-2.17-18)

06. SALMO RESPONSORIAL (102)

BENDIZE Ó MINH’ALMA, AO SENHOR, POIS ELE É BONDOSO E COMPASSIVO! (bis)

- Bendize, ó minha alma, ao Senhor, e todo o meu ser, seu santo nome! Bendize, ó minha alma, ao

Senhor, não te esqueças de nenhum de seus favores!

- Pois ele te perdoa toda culpa, e cura toda a tua enfermidade; da sepultura ele salva a tua vida e te

cerca de carinho e compaixão.

- O Senhor é indulgente, é favorável, é paciente, é bondoso e compassivo. Não nos trata como

exigem nossas faltas, nem nos pune em proporção às nossas culpas.

- Quanto dista o nascente do poente, tanto afasta para longe nossos crimes. Como um pai se

compadece de seus filhos, o Senhor tem compaixão dos que o temem.

07. LEITURA DA PRIMEIRA CARTA DE SÃO PAULO AOS CORÍNTIOS (3,16-23)

08. CANTO DE ACLAMAÇÃO

ALELUIA, ALELUIA, ALELUIA, ALELUIA! (bis)

1. Ó Senhor tuas palavras são espírito e vida, as palavras que Tu dizes bem que são de eterna vida.

09. PROCLAMAÇÃO DO EVANGELHO DE JESUS CRISTO SEGUNDO SÃO MATEUS

(5,38-48)

10. PARTILHA DA PALAVRA

11. PROFISSÃO DE FÉ

Presidente – Ao Senhor que nos ensina a viver o amor aos irmãos, professemos nossa fé. CREIO

EM DEUS PAI…

12. PRECES DA COMUNIDADE

Presidente – Elevemos ao Pai as súplicas de nossa comunidade.

- Senhor, dai-nos sabedoria para que possamos reconhecê-lo como único Deus de nossas vidas. Nós

vos pedimos.

- Senhor, ajudai-nos a respeitar nosso corpo e de nossos irmãos(as), templos vivos do Espírito

Santo, para que possamos perseverar no caminho da santidade. Nós vos pedimos.

- Senhor, iluminai-nos para que possamos amar os nossos inimigos, fazer o bem àqueles que nos

odeiam e rezar por aqueles que nos maltratam e nos perseguem. Nós vos pedimos.

Presidente – Rezemos juntos a oração vocacional.

Senhor, que a messe não se perca por falta de operários. Desperta nossas comunidades para a

missão, ensina nossa vida a ser serviço, fortalece os que querem dedicar-se ao Reino na vida

consagrada e religiosa. Amém.

13. APRESENTAÇÃO DOS DONS

Animador(a) – Nesta celebração recordamos a santidade de Deus e somos convidados a sermos

perfeitos como o nosso Pai dos Céus é perfeito. Apresentemos ao altar do Senhor nossa disposição

em trilhar o caminho que Jesus nos ensinou em busca da justiça e da paz.

Durante o comentário membros da comunidade trazem o coração com as frases bíblicas que está na porta,

erguendo-o diante do altar. O animador(a) proclama em alta voz as frases bíblicas. Concluir cantando.

1. Um coração para amar, pra perdoar e sentir, para chorar e sorrir. Ao me criar tu me deste. Um

coração pra sonhar, inquieto e sempre a bater. Ansioso por entender as coisas que tu disseste.

EIS O QUE EU VENHO TE DAR, EIS O QUE EU PONHO NO ALTAR. TOMA SENHOR QUE

ELE É TEU, MEU CORAÇÃO NÃO É MEU. (bis)

ANO XXI – 1254 (cor verde) – ANO A – 27/02/2011

8º DOMINGO DO TEMPO COMUM

BUSCAI PRIMEIRO O REINO DE DEUS E SUA JUSTIÇA

01. ACOLHIDA

Animador(a) - Irmãos e irmãs, paz e bem a todos vocês que vieram participar deste encontro

comunitário, no qual faremos memória da Páscoa do Senhor Jesus. A liturgia deste domingo nos

convoca a buscarmos o Reino de Deus e a sua justiça para que tenhamos uma sociedade onde todos

possam viver com dignidade de filhos e filhas de Deus.

Animador(a) - Vamos, neste momento, recordar os fatos que marcaram esta semana que passou,

assim como externar os motivos que nos trouxeram a este templo para celebrar em comunidade, o

Dia do Senhor.

O animador incentiva a assembleia neste momento.

Felizes por estarmos reunidos como a grande família de Deus para celebrarmos

nossa vida e nossa fé no Ressuscitado, cantemos.

Procissão de entrada como de costume.

02. CANTO INICIAL

JESUS CRISTO ANUNCIAVA POR PRIMEIRO UM NOVO REINO DE JUSTIÇA E SEUS

VALORES: “VÓS NÃO PODEIS SERVIR A DEUS E AO DINHEIRO E MUITO MENOS

AGRADAR A DOIS SENHORES”.

1. Voz de um profeta contra o ídolo e a cobiça: “Endireitai hoje os caminhos do Senhor!” Produzi

frutos de partilha e de justiça! Chegou o Reino: Convertei-vos ao amor!

2. Não é a riqueza, nem o lucro sem medida que geram paz e laços de fraternidade; mas todo o

gesto de partilha em nossa vida que faz a fé se transformar em caridade.

3. No evangelho encontrareis a luz divina, não no supérfluo, na ganância e na ambição. Ide e vivei a

Boa Nova que ilumina e a palavra da fraterna comunhão.

Presidente - Reunidos pela Santíssima Trindade para este encontro fraterno, façamos o sinal de

nossa fé. EM NOME DO PAI…

Presidente – O Deus da esperança, que nos cumula de toda alegria e paz em nossa fé, pela ação do

Espírito Santo, esteja convosco. BENDITO SEJA DEUS…

03. DEUS NOS PERDOA

Presidente - Em silêncio, imploremos a misericórdia do Pai, pelas vezes em que não vivemos a

justiça do Reino, nos omitindo na promoção da solidariedade, do perdão, da igualdade e na

construção da paz. (pausa) Confiantes na bondade de Deus, peçamos perdão.

Presidente - Tende compaixão de nós, Senhor.

Assembleia - Porque somos pecadores.

Presidente – Manifestai, Senhor, a vossa misericórdia.

Assembleia - E dai-nos a vossa salvação.

Presidente – Deus de amor infinito, tenha compaixão de nós, perdoe os nossos pecados e nos

conduza à vida plena. AMÉM.

- Senhor, tende piedade de nós. Senhor…

- Cristo, tende piedade de nós. Cristo…

- Senhor, tende piedade de nós. Senhor…

04. ORAÇÃO

Presidente – Ó Deus, com sabedoria governais o céu e a terra. Ajudai-nos a promover a Vossa

justiça e a Vossa paz, a fim de que, Vossa Igreja, possa com mais alegria, proclamar a Vossa glória

e servir aos irmãos e irmãs. Por nosso Senhor Jesus Cristo, Vosso Filho, na unidade do Espírito

Santo. AMÉM.

Animador(a) - A Palavra de Deus nos orienta para vivermos a justiça anunciada e praticada por

Jesus. Ouçamos atentos.

05. LEITURA DO LIVRO DO PROFETA ISAÍAS (49,14-15)

06. SALMO RESPONSORIAL (61)

SÓ EM DEUS A MINHA ALMA TEM REPOUSO, SÓ ELE É MEU ROCHEDO E SALVAÇÃO.

(bis)

- Só em Deus a minha alma tem repouso, porque dele é que me vem a salvação! Só ele é meu

rochedo e salvação, a fortaleza, onde encontro segurança!

- Só em Deus a minha alma tem repouso, porque dele é que me vem a salvação! Só ele é meu

rochedo e salvação, a fortaleza onde encontro segurança!

- A minha glória e salvação estão em Deus; o meu refúgio e rocha firme é o Senhor! Povo todo,

esperai sempre no Senhor, e abri diante dele o coração.

07. LEITURA DA PRIMEIRA CARTA DE SÃO PAULO AOS CORÍNTIOS (4,1-5)

08. CANTO DE ACLAMAÇÃO

1. Buscai primeiro o Reino de Deus, e a sua justiça. E tudo o mais vos será acrescentado. Aleluia!

Aleluia!

2. Não só de pão o homem viverá, mas de toda palavra que procede da boca de Deus. Aleluia!

Aleluia!

3. Se vos perseguem por causa de mim, não esqueçais o porquê. Não é o servo maior que o Senhor.

Aleluia! Aleluia!

09. PROCLAMAÇÃO DO EVANGELHO DE JESUS CRISTO SEGUNDO SÃO MATEUS

(6,24-34)

10. PARTILHA DA PALAVRA

11. PROFISSÃO DE FÉ

Presidente – Professemos nossa fé no Deus de toda justiça. CREIO EM DEUS PAI…

12. PRECES DA COMUNIDADE

Presidente - Ao Deus de amor infinito, elevemos nossos pedidos, na certeza de que seremos

atendidos. Após cada prece responderemos: Atendei-nos Senhor, por vosso infinito amor.

- Senhor, ajudai vossa Igreja a seguir os ensinamentos de Jesus, para que tenhamos um mundo mais

justo. Nós vos pedimos.

- Senhor, iluminai toda a humanidade para que as conquistas da ciência, a riqueza, o orgulho não

diminuam sua fé no Deus Criador de todas as coisas. Nós vos pedimos.

- Senhor, fortalecei-nos para que os problemas do nosso viver não diminua a nossa fé em Vosso

projeto de amor. Nós vos pedimos.

Presidente – Rezemos juntos pelas vocações.

Ó Pai, aumentai entre os cristãos, numerosas e santas vocações ao sacerdócio, que mantenham viva

a fé e conservem a grata memória do Vosso Filho Jesus pela pregação da Sua Palavra e pela

administração dos sacramentos… Fazei, ó Pai, que a Igreja acolha com alegria as numerosas

inspirações do Espírito do Vosso Filho e, dóceis aos Seus ensinamentos, cuide das vocações ao

ministério sacerdotal e à vida consagrada. Ajudai os bispos, os sacerdotes, os diáconos, as pessoas

consagradas e todos os batizados em Cristo para que cumpram fielmente a sua missão no serviço do

evangelho. Nós vos pedimos, por Cristo, nosso Senhor. Amém! Maria, Rainha dos Apóstolos, rogai

por nós!

13. APRESENTAÇÃO DOS DONS

Animador(a) – Em primeiro lugar, busquem o Reino de Deus e sua justiça, e Ele dará a vocês em

acréscimo tudo aquilo que necessitam. Jesus, sem negar a importância da preocupação com a

comida, a saúde e a veste, ressalta a solicitude com tudo o que constrói o Reino de Deus.

Animador(a) – Apresentemos ao altar do Senhor, as ações em favor da justiça, solidariedade e da

paz em nossa comunidade e na sociedade.

A equipe prepara com antecedência este momento e apresenta com criatividade as ações enquanto se canta.

JESUS CRISTO ANUNCIAVA POR PRIMEIRO UM NOVO REINO DE JUSTIÇA E SEUS

VALORES: “VÓS NÃO PODEIS SERVIR A DEUS E AO DINHEIRO E MUITO MENOS

AGRADAR A DOIS SENHORES”.

1. Voz de um profeta contra o ídolo e a cobiça: “Endireitai hoje os caminhos do Senhor!” Produzi

frutos de partilha e de justiça! Chegou o Reino: Convertei-vos ao amor!

LITURGIA AGOSTO- MES VOCACIONAL

•9 de julho de 2010 • 12 Comentários

Refletindo sobre o 3º Congresso Vocacional do Brasil

(pode ser lido alguns minutos antes da Celebração Eucarística)

Objetivo geral: Aprofundar o tema do “discípulo missionário” a serviço das vocações em uma Igreja ministerial na construção do Reino de Deus.

Objetivos específicos: a) Celebrar a caminhada do serviço de animação vocacional. b) Aprofundar a teologia das vocações na perspectiva do discipulado e da missionariedade à luz de Aparecida. c) Consolidar a identidade do animador e do serviço de animação vocacional na fonte da Palavra de Deus. d) Oferecer pistas de ação para o serviço de animação vocacional, insistindo particularmente no itinerário e no planejamento vocacional.

Justificativa: Realizar o 3º Congresso Vocacional como expressão da caminhada vocacional da Igreja no Brasil, no processo de continuidade de realização dos congressos, acolhendo as orientações do Sínodo sobre a Palavra de Deus e da Conferência de Aparecida, com seus referenciais para a vida (discipulado) e para o serviço das vocações (missão).

Tema: Discípulos missionários a serviço das vocações.

Lema: “Ide, pois, fazer discípulos entre todas as nações”. (cf. Mt 28,19)

ANO C (cor verde) – 01/08/2010

 

18º DOMINGO DO TEMPO COMUM

“Esforçai-vos para alcançar as coisas do alto, onde está escrito” (Cl 3,1b)

 

Vocação aos Ministérios Ordenados

 

Junto à porta principal da igreja preparar um bonito painel lembrando o mês vocacional dando destaque à vocação específica de cada domingo. Próximo ao Ambão, pode-se preparar um arranjo simbólico inspirado no salmo, da flor (erva) que está bela pela manhã e murcha à tarde. A equipe de celebração poderá criar dois arranjos: um com flores vivas e outros com flores murchas, bem como algum objeto símbolo do Ministério Ordenado. Seria bom também, conseguir alguma foto do nosso Seminário Arquidiocesano São José e colocá-la em destaque em meio ao arranjo. Pessoas podem acolher a todos às portas dizendo: “Bem vindo, o Senhor lhe revelará o valor de sua vida!” Antes de iniciar a celebração, cantar de forma orante o refrão: “Eis minha vida. É toda tua Senhor. O meu prazer de viver. Em tuas mãos quero por. E vou contente. Guiado por tua Luz. Já não sou eu a viver. Pois vive em mim Jesus”.

Monição Inicial – Queridos irmãos e irmãs, sejam todos bem-vindos a este encontro fraterno em que nos reunimos para celebrar a nossa fé no Cristo Ressuscitado. Neste domingo, por meio de sua Palavra, Deus nos convoca a revermos nossas opções e nos ensina a colocar toda a nossa confiança no Senhor que é refúgio e proteção.O mês de agosto é, na Igreja do Brasil, um tempo dedicado mais particularmente às vocações. Neste primeiro domingo, lembramos os ministérios ordenados: bispos, padres e diáconos. Rezemos de modo especial por aqueles que fazem parte de nossa Arquidiocese. (lembrar o nome do(s) padre(s) de nossa paróquia e fazer a recordação da vida, incluindo o Seminário Arquidiocesano de Mariana). Alegres por todos os sacerdotes que se doam a serviço do Reino e por todos os motivos que nos levam a celebrar a nossa fé e vida, cantemos.

 

Oração da Assembleia

- Senhor, iluminai vossa Santa Igreja para que saiba evangelizar com simplicidade e seja exemplo de desapego aos bens materiais. Nós vos pedimos.

- Senhor, abençoai nossos padres em sua dedicação no serviço ao Reino, fortalecei suas vocações e concedei que, a exemplo de Cristo, se tornem sempre mais servidores da vossa Igreja. Nós vos pedimos.

- Senhor, iluminai os seminaristas de nossa Arquidiocese, encorajando-os em sua caminhada de discernimento do Chamado que o Senhor lhes fez, bem como todos os que se doam para manter e conduzir o Seminário Arquidiocesano São José de nossa Arquidiocese. Nós vos pedimos.

- Senhor, recompensai todos aqueles que contribuem com a Animação Vocacional da nossa arquidiocese, partilhando um pouco do que têm para ajudar na formação dos nossos futuros padres. Nós vos pedimos.

- Senhor, livrai-nos da tentação do apego aos bens materiais e do consumo sem limites para que possamos ser livres e generosos, buscando sempre ajuntar os tesouros que não se perdem na vida eterna. Nós vos pedimos.

Presidente – Rezemos juntos a Oração pelo III Congresso Vocacional do Brasil.

Trindade Santa, Deus da vida e do amor, somos seguidoras e seguidores de Jesus, discípulos missionários a serviço das vocações. Como animadores vocacionais, queremos responder ao mandato de Jesus de “fazer discípulos entre todas as nações”, incentivando a vocação dos cristãos leigos e leigas, à vida consagrada e aos ministérios ordenados construindo uma Igreja corresponsável e ministerial. Buscamos uma Igreja fiel aos sinais dos tempos, samaritana, missionária e libertadora, que responda ao clamor do povo, em suas lutas e esperanças; e que testemunhe a Boa Nova do Reino, com a palavra e com a vida. Que Maria, a Mãe de Jesus, e tantas testemunhas fiéis até o martírio, intercedam a bênção para o 3º Congresso Vocacional do Brasil. Amém.

Apresentação das Oferendas

Junto ao pão e ao vinho, alguns agentes do SAV (Serviço de Animação Vocacional), ou outros membros das pastorais apresentam uma bonita caixa, saindo dela estolas com as palavras: amor, partilha, solidariedade, justiça, compreensão e doação, enquanto se canta.

 

Depois da Oração pós-comunhão levar a assembleia a cantar: “Enviai Senhor santos operários, para a vossa Messe, pois a Messe é grande Senhor e os operários são poucos!”

 

A bênção final pode ser do seguinte modo:

Presidente: – Que Deus Pai derrame sobre vós suas bênçãos e vos faça generosos. Amém.

- Que Jesus vos ensine a serem despojados para vos colocardes a serviço do bem comum. Amém.

- Que o Espírito Santo vos livre de toda ganância, ajudando-vos a serdes justos. Amém.

- Abençoe-vos o Deus todo-poderoso: Pai e Filho e Espírito Santo. Amém.

A despedida final pode ser a seguinte:

“A vida não consiste na abundância de bens”. Ide em paz e o Senhor vos acompanhe. Graças a Deus.

 

Refletindo sobre o 3º Congresso Vocacional do Brasil

(pode ser lido alguns minutos antes da Celebração Eucarística)

 

Porque um Congresso Vocacional?

Este evento propõe-se a celebrar a caminhada do serviço de animação vocacional, a aprofundar a teologia das vocações na perspectiva do discipulado e da missionariedade, a consolidar a identidade do animador e do serviço de animação vocacional, e a oferecer pistas de ação para o trabalho vocacional. O 3º Congresso, a exemplo dos anteriores, pela sua metodologia organizativa, vai permitir uma participação diversificada e qualificada de animadores e animadoras vocacionais, nas suas diversas fases. O simples fato de estar juntos e se encontrar, de refletir e partilhar as próprias práticas, de celebrar e propor metas e diretrizes, favorecem uma junção nas prioridades e nas ações, nos princípios e valores, garantindo a unidade no caminho e a riqueza das vocações para a vida e a missão da Igreja no mundo. O Congresso é sempre fruto de um processo profundo do serviço de animação vocacional, sua identidade e missão. Os anteriores se abriram para as questões da antropologia e da cultura vocacional, da inculturação e da evangelização, da oração e da espiritualidade, da integração das pastorais, da pedagogia e do planejamento, do itinerário vocacional. Este vai enfocar a temática do discipulado-missionário no serviço das vocações, iluminando todas as questões anteriores já tratadas e apontando os novos desafios a serem

enfrentados. Certamente o uso do método “ver, julgar e agir” poderá colaborar “para que vivamos mais intensamente nossa vocação e missão na Igreja”.

ANO C (cor verde) – 08/08/2010

19º DOMINGO DO TEMPO COMUM

“Ficai preparados! Pois na hora que menos pensais virá o Filho do Homem.” (Lc 12,40)

 

Vocação à vida em Família e Dia dos Pais

 

Preparar o espaço celebrativo levando em consideração o mês vocacional, o dia dos pais e o início da Semana Nacional da Família. Próximo ao Ambão preparar um espaço simbólico contendo pedras, flores, verde e velas acesas, símbolo da vigilância, bem como algum objeto símbolo do Matrimônio. Junto à porta da igreja a equipe acolhe a todos dando as boas-vindas, especialmente aos pais, dizendo: “Bem-vindo e fique sempre atento!”. Envolver a família nos diversos momentos da celebração. Antes de iniciar, entoar suavemente o canto abaixo.

“Um lar onde os pais ainda se amam e os filhos ainda vivem como irmãos, e venha quem vier, encontra abrigo e todos têm direito ao mesmo pão.

Onde todos são por um e um por todos, onde a paz criou raízes e floriu, um lar assim feliz seja o sonho das famílias do Brasil!”

 

Monição Inicial – Irmãos e irmãs sejam todos bem-vindos para celebrar a Páscoa de Jesus Cristo. Neste domingo o Senhor nos convida a sermos vigilantes, preparando-nos para recebê-Lo na sua vinda gloriosa. Hoje iniciamos a Semana Nacional da Família e recordamos particularmente a vocação paterna. Nesta celebração vamos agradecer ao Senhor todo carinho, atenção e a doação dos pais que conduzem seus filhos e filhas no caminho da justiça e da fraternidade. Unidos na fé e na esperança de construirmos um mundo melhor, cantemos.

 

Procissão de entrada: crucifixo ladeado por velas, Lecionário (ou Bíblia), pais ou famílias que irão ajudar na celebração, leitores, ministros e o presidente.

 

Na Liturgia da Palavra, antes da proclamação das Leituras, pode-se cantar o seguinte refrão: “A vossa Palavra, Senhor, é sinal de interesse por nós! Como um pai ao redor de sua mesa, revelando seus planos de amor”.

Onde for possível, uma família se aproxima da Mesa da Palavra, ergue o Lecionário (ou a Bíblia), enquanto se canta. O pai proclama a 1ª leitura, o(a) filho(a) canta o Salmo e a mãe proclama a 2ª leitura.

 

Oração da Assembleia

Presidente: – Ao Pai que conhece as nossas necessidades e nos concede o que pedimos com fé, elevemos as nossas preces, cantando após cada pedido:

Vossa Igreja vos pede, ó Pai! Senhor, nossa prece escutai!

- Pai do Céu, protegei a vossa Santa Igreja em toda a terra e a mantenha sempre vigilante e pronta a servir com amor o vosso rebanho. Nós vos pedimos.

- Pai do Céu, iluminai aqueles que têm muitos bens materiais, para que saibam servir-se de suas riquezas com responsabilidade, não esquecendo dos mais necessitados. Nós vos pedimos.

- Pai do Céu, fortalecei todos os homens aos quais foi concedida a graça da paternidade, para que sejam presença de amor e carinho junto às suas famílias. Nós vos pedimos.

 

Apresentação das Oferendas

Uma família entra trazendo, junto ao Pão e ao Vinho, um grande coração com os dizeres: “Onde estiver o vosso tesouro, ai está também o vosso coração”. Um grupo de pais trazem desenhos de corações menores, com palavras bem legíveis. Exemplo: oração, partilha, fé, amor, diálogo, respeito, caridade, perdão, fidelidade, humildade, etc. e depositam num espaço previamente preparado junto ao Ambão.

Depois da Oração pós-comunhão levar a assembleia a cantar: “Enviai Senhor santos operários, para a vossa Messe, pois a Messe é grande Senhor e os operários são poucos!”

Onde for possível, e, de acordo com o tempo, crianças ou adolescentes com boa leitura, proclamam em forma de jogral a mensagem abaixo:

Pedidos de um filho a seu pai

- Pai, não me dê tudo o que peço.

- Pai, não me dê só ordens: peça para eu fazer e farei com mais alegria.

- Pai, cumpra suas promessas: se promete um prêmio, quero o prêmio, se promete castigo, dê o castigo merecido.

- Pai, não me corrija na frente dos outros: ensine-me quando estivermos sozinhos. – Pai, indique o bom caminho e deixe-me caminhar: se você fizer tudo, eu jamais aprenderei.

- Pai, não minta nem peça para eu mentir, sequer para sair de alguma enrascada. Se errar, assuma. Eu vou estimá-lo e aprender a segui-lo.

- Pai , trate-me com amabilidade, como faz com meus amigos. Nós somos os melhores amigos.

- Pai, não me peça para fazer o que você não faz.

- Pai, ensine-me a conhecer e amar a Deus. Mas conheça-o e ame-o antes para que aprenda com suas palavras e ações.

- Pai, quando eu precisar de lhe contar algum problema meu, não diga “não tenho tempo”!

- Pai, compreenda-me, ajude-me, ame-me… e diga que me ama. Vou gostar de ouvir.

 

A bênção final pode ser do seguinte modo:

Presidente – Deus, Pai da família humana, guarde e faça prosperar o lar de todos vós. Amém.

- O Senhor Jesus, que viveu na família de Nazaré, faça de vossas casas um lugar de aconchego, respeito, diálogo e harmonia cristã. Amém.

- O Espírito Santo, que ilumina, anima e unifica, transforme vossas Igrejas e comunidades em verdadeiras famílias, abertas, acolhedoras e dedicadas aos mais necessitados. Amém.

- Desça sobre todos vós a bênção do Deus-Amor: Pai e Filho e Espírito Santo. Amém!

A despedida final pode ser a seguinte:

“Não tenhais medo, pois foi do agrado do Pai dar a vós o Reino. Vigiai sempre”. Ide em paz e o Senhor vos acompanhe. Graças a Deus.

ANO C (cor branca ou dourada) – 15/08/2010

SOLENIDADE DA ASSUNÇÃO DE NOSSA SENHORA

Anunciar com Maria as maravilhas de Deus

 

Vocação à vida Religiosa Consagrada

Junto à porta principal da igreja preparar um bonito painel lembrando o mês vocacional, dando destaque à vocação específica de cada domingo, incluindo uma estampa de Maria, ornamentada com beleza e simplicidade, com o tema da celebração. O espaço simbólico poderá ser preparado no presbitério, próximo ao altar (a seu lado), com uma imagem de Nossa Senhora (caso já haja alguma no presbitério, pode-se usá-la, ou, se há dificuldade de locomovê-la, pode-se fazer o arranjo no lugar onde ela está) e um arranjo de flores que se elevam do chão até os pés da imagem, para demonstrar que com Maria nos elevamos ao céu. Pessoas podem estar às portas da igreja acolhendo quem chega dizendo o seguinte: “Bem vindo(a) à festa da Assunção!”.Antes de iniciar, entoar o refrão abaixo: “Vocação é sem medo dizer sempre sim. É gritar que o Amor não tem fim. Sendo fiel à sua Missão. Vocação é deixar tudo, tudo e partir. É tomar sua Cruz e seguir, na Paz infinita do Cristo Jesus!”

 

Monição Inicial - Amados irmãos e irmãs, sejam todos bem-vindos. Reunidos neste momento privilegiado de contemplação do mistério de Deus presente em nossa vida e das pessoas que compartilham conosco a mesma fé, celebramos com alegria a Solenidade da Assunção de Nossa Senhora, reconhecendo a importância que Maria teve no plano de Deus e na história de nossa salvação. Celebrando o encerramento da Semana da Família, lembremos, de modo especial, das vocações religiosas, dos irmãos e irmãs consagrados, que doam suas vidas a serviço do Reino testemunhando Jesus Cristo como discípulos missionários. Com o coração em festa, cantemos.

Após a Procissão de entrada e a Saudação Inicial feita pelo Presidente, pode-se realizar uma entrada com a imagem de Maria a Mãe do Senhor.

 

Pode-se ler - Maria é mãe que acolhe e protege o Redentor e continua no céu a missão de ser nossa protetora e nossa intercessora. Acolhamos com amor e devoção a imagem da Mãe de Jesus e da Igreja.

(Durante o canto várias crianças com vestes brancas e com flores nas mãos formam um corredor e

uma família entra com a imagem, colocando-a em lugar previamente preparado).

Pode-se cantar o seguinte:

1. Maria concebida, sem culpa original, trouxeste a luz da vida na noite de Natal. Tu foste imaculada na tua conceição, ó mãe predestinada da nova criação.

Maria da Assunção, escuta a nossa voz e pede proteção a cada um de nós. (bis)

2. Maria, mãe querida, sinal do eterno amor. No ventre deste a vida e corpo ao Salvador. Ao céu foste elevada por anjos do Senhor, na glória coroada, coberta de esplendor.

Na Liturgia da Palavra, antes da proclamação das leituras pode-se cantar: “És Maria a Virgem que sabe ouvir. E acolher com fé a Santa Palavra de Deus. Dizes “sim” e logo te tornas Mãe; Dás à luz depois o Cristo que vem nos remir. Virgem que sabe ouvir. O que o Senhor te diz! Crendo geraste Quem te criou! Ó Maria, tu és feliz”.

No Evangelho Os versículos 46 a 55 podem ser cantados por uma mulher.

Oração da Assembleia:

- Tirai de nosso meio as ameaças de morte provocadas pela maldade, e ajudai-nos a gerar vida divina na sociedade. Vos pedimos:

Nossa Senhora da Assunção, rogai conosco ao Pai!

- Acolhei, Deus de bondade, nossa Igreja como esposa fiel e concedei aos vossos filhos e filhas a alegria de um dia participar da felicidade eterna. Vos pedimos:

- Vós que sois a fonte da vida, não nos deixeis desanimar no empenho de gestar vossa vida divina entre nós para o bem do mundo inteiro. Vos pedimos:

- A exemplo de Maria, vossa filha predileta, abri nossos olhos para ver as necessidades de nossos irmãos e irmãs e ir ao encontro deles pelo serviço fraterno. Vos pedimos:

- Hoje, confiamos a vós os religiosos e os consagrados, para que através de seu testemunho de vida sejam promotores do Evangelho em nosso mundo. Vos pedimos:

 

Apresentação das Oferendas

Membros do SAV, da Pastoral Familiar, ECC e outros grupos que trabalham com as famílias, ou mesmo religiosos(as) podem oferecer, junto do Pão e do Vinho, algo simbolizando o que aconteceu na Semana da Família.

Depois da Oração pós-comunhão levar a assembleia a cantar: “Enviai Senhor santos operários, para a vossa Messe, pois a Messe é grande Senhor e os operários são poucos!”

 

Onde houver religiosos(as), pode-se fazer uma breve homenagem.

 

A bênção final pode ser do seguinte modo:

Presidente: O Deus de bondade, que pelo Filho da Virgem Maria, quis salvar a todos, vos enriqueça com sua bênção. Amém.

- Seja-vos dado sentir sempre e por toda a parte a proteção da Virgem, por quem recebemos o autor da vida. Amém.

- E vós, que vos reunistes hoje para celebrar sua solenidade, possamos colher a alegria espiritual e o prêmio eterno. Amém.

- Abençoe-vos Deus todo-poderoso: Pai e Filho e Espírito Santo. Amém.

A despedida final pode ser a seguinte: “Vivam gerando vida divina em vossas vidas humanas”. Ide em paz, o Senhor vos acompanhe. Graças a Deus.

 

Refletindo sobre a Vocação aos Ministérios Leigos

(pode ser lido alguns minutos antes da Celebração Eucarística)

O carisma da vocação leiga ocupa um lugar central na Igreja, define a Igreja para o mundo. Outras vocações não têm essa centralidade. Através desse carisma a Igreja se faz presente no mundo. O mundo e não a Igreja é a meta dos caminhos de Deus. A Igreja precisa se abrir para o mundo, por isso precisa de leigos. Eles têm a missão de fazer com que o mundo entre em comunhão com mistério que a Igreja representa (Reino de Deus). A vocação leiga tem sua origem nos sacramentos do Batismo e da Crisma. O fiel cristão leigo tem o papel de libertar o mundo dos falsos ídolos e de todas as prisões que oprimem e destroem a pessoa humana. Os leigos são fermento na massa, sal e luz do mundo. Além de constituir família, a grande missão da maioria dos leigos, sabemos que eles têm um importante papel na transformação da sociedade. Vejamos algumas de suas principais características: estar inserido no meio da sociedade como luz que ilumina os difíceis caminhos. Colocar em prática as possibilidades cristãs escondidas no meio do mundo. Valorizar os sinais do Reino presente de maneira latente no meio da sociedade e combater as tantas forças do anti-reino, ou seja, forças que promovem a injustiça e a morte. Ser sinais visíveis de Jesus Cristo na família, no trabalho, na política, na economia, na educação, na saúde pública, nos meios de comunicação social, nos órgãos públicos, nos esportes, no serviço liberal e em tantos outros espaços no meio da sociedade. Praticar a sua fé e seu amor a Deus em todos os lugares e em quaisquer necessidades. Participar com fidelidade e criatividade na construção de um mundo novo. Os cristãos leigos vivem o Evangelho que lêem, que rezam e que celebram, não apenas entre paredes de uma Igreja, mas em todos os lugares. São aqueles que fazem do seu trabalho a liturgia diária e prolongam a Missa Dominical em todos os dias da semana.

ANO C (cor verde) – 22/08/2010

21° DOMINGO DO TEMPO COMUM

A Salvação é proposta para todos!

Vocação aos Ministérios Leigos

Preparar o espaço celebrativo levando em consideração o mês vocacional, neste dia, a vocação leiga. Considerando Jesus como porta, sugerimos um arranjo que destaque uma estampa de Jesus colocada acima de dois patamares (pedras, tijolos, ou madeira), com velas acesas. Simboliza o caminho para se passar pela porta estreita (Jesus) e as velas, a luz do Evangelho que ilumina esta estrada. As flores amarelas com o ramo verde simbolizam a esperança e a alegria de caminhar nos caminhos de Jesus. Junto às portas da igreja acolher quem chega dizendo: “Vamos passar pela porta! Seja bem-vindo”.  Antes de iniciar, entoar o refrão meditativo, suavemente: “Aquele que vos chamou. Aquele que vos chamou. É fiel! É fiel! Fiel é aquele que vos chamou!”

Monição inicial: Caríssimos irmãos e irmãs, paz e bem a todos vocês que vieram participar conosco da celebração do Mistério Pascal, neste dia em que trazemos presente a vocação leiga na Igreja. Jesus, na liturgia de hoje nos alerta que o Reino é para todos, mas a porta é estreita. Todos são convidados, não há restrições, mas a radicalidade do caminho do discipulado permanece. Sem levar a sério a proposta, poderemos ser excluídos do grupo de Jesus. Peçamos ao Senhor da vida neste encontro que nos ajude a assumirmos com amor, alegria e responsabilidade nossa vocação leiga de discípulos missionários no ambiente em que vivemos. Jubilosos, cantemos.

Procissão de entrada como de costume. Convidar o Conselho Paroquial de Pastoral para participar.

Oração da Assembleia

- Deus de amor, despertai mais vocações leigas em vossa Igreja, para que vosso projeto de vida seja

anunciado a todos os irmãos(as), a fim de que tenhamos uma sociedade mais justa e fraterna. Nós

vos pedimos.

- Deus de amor, abri nosso coração aos vossos ensinamentos para que, mesmo sendo difícil,

optemos em passar pela porta estreita, pois sabemos que encontraremos a plenitude da vida. Nós

vos pedimos.

 

Presidente – Rezemos juntos a Oração do 3º Congresso Vocacional do Brasil.

Trindade Santa, Deus da vida e do amor, somos seguidoras e seguidores de Jesus, discípulos missionários a serviço das vocações. Como animadores vocacionais, queremos responder ao mandato de Jesus de “fazer discípulos entre todas as nações”, incentivando a vocação dos cristãos leigos e leigas, à vida consagrada e aos ministérios ordenados construindo uma Igreja corresponsável e ministerial. Buscamos uma Igreja fiel aos sinais dos tempos, samaritana, missionária e libertadora, que responda ao clamor do povo, em suas lutas e esperanças; e que testemunhe a Boa Nova do Reino, com a palavra e com a vida. Que Maria, a mãe de Jesus, e tantas testemunhas fiéis até o martírio, intercedam a bênção para o 3º Congresso Vocacional do Brasil. Amém.

Apresentação das Oferendas

A equipe prepara com antecedência e oferece, junto ao Pão e ao Vinho, o que a paróquia e a comunidade estão realizando de acordo com Projeto Arquidiocesano de Evangelização conforme os eixos: discípulos missionários, opção preferencial pelos pobres, formação permanente, educação e cultura, família e juventude, contexto urbano, meio rural, ecologia, comunicação e estruturas da Igreja, enquanto se canta.

 

Depois da Oração pós-comunhão levar a assembleia a cantar: “Enviai Senhor santos operários, para a vossa Messe, pois a Messe é grande Senhor e os operários são poucos!”

A bênção final pode ser do seguinte modo:

Presidente – Que o Deus de toda consolação disponha na sua paz os vossos dias e vos conceda as suas bênçãos. Amém.

- Sempre vos liberte de todos os perigos e confirmem os vossos corações em seu amor. Amém.

- E assim, ricos em esperança, fé e caridade, possais viver praticando o bem e chegar felizes à vida eterna. Amém.

- A bênção do Deus da vida, Pai, Filho e Espírito Santo, desça sobre vós e permaneça para sempre. Amém.

A despedida final pode ser a seguinte:

“Esforçai-vos e caminhai na estrada de Jesus para passardes pela porta estreita da salvação eterna”.

Ide em paz, o Senhor vos acompanhe. Graças a Deus.

 

ANO C (cor verde) – 29/08/2010

22° DOMINGO DO TEMPO COMUM

 

Sejamos humildes e encontraremos graça diante do Senhor!

 

Dia Nacional do(a) Catequista

Preparar o espaço celebrativo levando em consideração o mês vocacional, o dia do catequista. Dar destaque ao Ambão, Mesa de onde o Senhor nos fala, colocando a seus pés flores e símbolos da caminhada catequese, como o Plano Arquidiocesano, tudo isso sem invadi-lo nem escondê-lo. Junto à porta da igreja a equipe acolhe a todos dando as boas-vindas, especialmente aos catequistas, dizendo: “Bem vindo! Venha para perto da mesa!”. Envolver os catequistas nos diversos momentos da celebração. Antes de iniciar, entoar bem devagar o refrão: “Catequese, catequese é o caminho. Que o discípulo conduz para a Missão. Catequistas a serviço da Palavra, construamos a Igreja em comunhão” (n. 2 do CD: “Catequese, caminho para o Discipulado”)

Monição Inicial – Irmãos e irmãs, sintam-se bem-vindos para celebrarmos a Páscoa de Cristo na páscoa da gente e a páscoa da gente na Páscoa de Cristo. Concluindo o Mês Vocacional, escutamos a Boa Nova da mensagem de Jesus que nos convida a abandonar qualquer atitude que nos leve a procurar o “primeiro lugar”. Toda vocação começa com um chamado ao amor e ao serviço. Só serve bem quem é humilde. Neste Dia do(a) Catequista, queremos lembrar tantos homens e mulheres que desempenham este importantíssimo ministério em nossas comunidades. Acolhendo o convite para seguirmos o caminho da humanidade e participarmos do melhor lugar na festa de Deus, cantemos alegremente.

 

Procissão de entrada: (Círio Pascal, água, catequistas e catequizandos. Outros símbolos da realidade local)

Pode haver uma Procissão com a Palavra sendo esta trazida por Catequistas, uma vez que estão a serviço da Palavra. Os mesmos catequistas poderão proclamar as leituras.

 

Antes de proclamar a Palavra pode-se o cantar o refrão orante: “A Palavra está perto de ti, em tua boca, em teu coração!”

Oração da Assembleia:

Elevemos ao Pai os nossos pedidos e cantemos: Vossa Igreja vos pede, ó Pai! Senhor, nossa prece escutai!”

- Senhor, dai-nos sabedoria para acolher os ensinamentos do vosso Filho Jesus e praticá-los fielmente com humildade e simplicidade no relacionamento com o próximo e na valorização dos trabalhos comunitários. Nós vos pedimos.

- Senhor, guiai-nos na vivência de nossa vocação batismal, nos serviços e ministérios de nossa comunidade. Nós vos pedimos.

- Senhor, abençoai todos os catequistas que hoje celebram o seu dia, para que, impulsionados pela força do Espírito Santo, se empenham em trabalhar com ardor pela vossa messe. Nós vos pedimos.

 

Presidente – Rezemos juntos a Oração do(a) Catequista.

Senhor, como os discípulos de Emáus, somos peregrinos. Vem caminhar conosco! Dá-nos teu Espírito, para que façamos da catequese caminho para o discipulado. Transforma nossa Igreja em comunidades orantes e acolhedoras, testemunhas de fé, de esperança e caridade. Abre nossos olhos para reconhecer-te nas situações em que a vida está ameaçada. Aquece nosso coração, para que sintamos sempre a tua presença. Abre nossos ouvidos para escutar a tua Palavra, fonte de vida e missão. Ensina-nos a partilhar e comungar do Pão, alimento para a caminhada. Permanece conosco! Faz de nós discípulos missionários, a exemplo de Maria, a discípula fiel, sendo testemunhas da tua Ressurreição. Tu que és o Caminho para o Pai. Amém.

Depois da Oração pós-comunhão levar a assembleia a cantar: “Enviai Senhor santos operários, para a vossa Messe, pois a Messe é grande Senhor e os operários são poucos!”

 

Neste momento a comunidade pode fazer uma breve e bonita homenagem aos catequistas.

A bênção final pode ser do seguinte modo:

Presidente – Concedei, ó Deus, aos vossos filhos e filhas a vossa proteção e a graça da humildade em suas vidas. Amém

- Colocai neles o vosso Espírito de amor e, imitando vosso Filho que veio para servir, vivam no serviço fraterno. Amém

- Fazei que se amem como irmãos e irmãs e vos busquem de todo coração através da Palavra e dos sacramentos. Amém

- E a bênção do Deus bondoso, Pai e Filho e Espírito Santo, desça sobre vós e convosco permaneça para sempre. Amém

Tendo-se preparado um recipiente com óleo perfumado, pode-se, aqui, realizar o envio dos(as) catequistas, rezando sobre eles e ungindo-os.

A despedida final pode ser a seguinte:

“Partilhem com humildade e simplicidade suas vidas na grande mesa da vida”. Ide em paz, o Senhor vos acompanhe. Graças a Deus.

 

 
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